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Natal das compras coletivas


Os brasileiros acostumados a fazer compras on-line devem gastar, em média, R$ 370 com as compras deste Natal. As estimativas da consultoria e-bit são otimistas quanto à data mais lucrativa para o setor no ano, ao preverem um aumento nominal de 40% em relação a 2009, com faturamento total atingindo R$ 2,2 bilhões. Segundo reportagem do Infomoney, os produtos mais procurados neste ano pelo público feminino serão os itens de cosmética e perfumaria, que receberão a maior parte das vendas. Para o diretor de marketing da e-bit, Alexandre Umberti, a injeção do 13º salário e os bônus de final de ano estimulam as pessoas a adquirirem mais produtos.

Este ano promete ser o Natal da troca de envelopes. A aposta é de representantes de sites de compras coletivas, páginas que se tornaram mania nacional nos últimos meses. Uma recente pesquisa do instituto Ibope Nielsen Online mostrou que esses executivos têm mesmo motivos para estar otimistas: em outubro, os 18 principais sites do segmento tiveram a visita de 7,4 milhões de usuários únicos, 32% a mais do que em setembro.

Quem vai presentear com uma oferta assim é a assessora jurídica, Solange Gonçalves, 22 anos, comprou no site Mel na Boca um jantar com fondue no Bar da Pracinha aos pés da Floresta da Tijuca (Alto da Boa Vista) para o namorado. Ela também aproveitou para comprar o presente da irmã: um pacote com 5 sessões de carboxiterapia. O presente será dado no Natal para que ela possa curtir o verão de bem com o corpo.  

“Esta é uma grande oportunidade para nós. Como é o primeiro Natal desde que o modelo de compras coletivas chegou ao Brasil, acreditamos que muita gente possa presentear amigos e familiares com nossas ofertas. É um presente diferente, e que, em muitos casos, viabiliza uma experiência mais marcante do que um produto”, diz Willian Rocha, sócio do site “Mel na Boca”, que está presente em no Rio de Janeiro e São Paulo.

Apesar de a porcentagem de pessoas que compram nesses sites com o intuito de presentear terceiros ainda ser pequena, a expectativa é que ela cresça a partir do Natal. É o que acredita Rafael Serpa, diretor de criação do “Mel Na Boca”. Segundo ele, atualmente, a média é de 90% das compras para consumo próprio e 10% para presente. “Com o Natal, esperamos que essa porcentagem se iguale”, prevê Serpa.

Para estimular o consumo nesta época do ano, o “Mel Na Boca” conta com outra febre da internet: as redes sociais. O site está sorteando camisas e canecas no Twitter, e vai premiar um de seus fãs no Facebook com uma quantia em dinheiro. A iniciativa, no entanto, não é única: em geral, os sites desse segmento usam o ambiente das redes de relacionamento como uma das principais formas de disseminar suas promoções e fidelizar seus clientes. Segundo o Ibope Nielsen Online, a principal fonte de tráfego para os sites de compras coletivas é o Facebook, responsável por cerca de 20% do total de visitas.

Serviço
Mel na Boca – www.melnaboca.com.br


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