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sexta-feira, 17 de abril de 2015

5 passos para evitar as dívidas

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Qual a maior preocupação da população, o consumo excessivo e a aquisição de bens supérfluos ou as dívidas feitas em longo prazo para obtê-los? Sabemos que ainda há muitos que gastam mais do que ganham e essa prática tem se agravado.

Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em março, 37,5% da população (54,7 milhões de pessoas) estava negativada – com o nome inscrito no SPC. Neste mês, houve aumento de 3,76% de consumidores inadimplentes na comparação do mesmo período de 2014. Para fugir dessa realidade, mesmo em tempos de crise, confira cinco dicas que o ajudarão a conter o orçamento neste ano e a ter mais tranquilidade na hora de realizar seus desejos:

1 - Compre à vista, não parcele

No momento da compra, sempre é oferecida a forma de pagamento com o cartão de crédito, mas fuja dele. Prefira quitar suas despesas à vista, pois, além de estar criando uma dívida a prazo, ao utilizar o crédito você corre o risco de se enrolar e cair nos juros e taxas que estão cada vez mais abusivos.

2 - Coloque todas as despesas na ponta do lápis

O ideal é fazer uma relação de gastos contendo qual a despesa, o valor, a data e o grau de necessidade (utilize o nível de 1 a 5, por exemplo, sendo o 1 aquilo que pode ser descartado e o 5, o mais necessário). Recomendo que as despesas sejam relacionadas a cada semana, para que, no final do mês, você tenha um relatório completo e visualize facilmente o que poderia ter poupado ou qual será a sobra de dinheiro para o próximo mês.

3 - Não abuse das compras, adquira somente o necessário

Acredito que todos já tenham ouvido a famosa frase: “Você gasta mais do que pode”. É exatamente isso que grande parte da população faz, o que resulta num mar de dívidas em que se tampa e destampa buracos no orçamento constantemente. Se você se identificou com essa situação, tome cuidado, pois é bem possível que já esteja no vermelho há algum tempo.
Para mudar esse cenário, compre com consciência. Analise o que realmente está precisando e evite tristezas na hora da conferência da conta corrente.

4 - Pense no futuro, poupe

Ainda é pequeno o número de brasileiros que possuem algum tipo de poupança ou formas de investimento de longo prazo. A baixa taxa de rendimento e os baixos salários são sempre citados como os maiores motivos de quem não consegue poupar, mas também há fatores comportamentais envolvidos nessa questão. Sendo assim, mude sua forma de pensar e veja a poupança como algo que pode se transformar na semente de um grande investimento, o que, dependendo do seu empenho e administração, pode resultar em lucro e sucesso.

5 - Invista corretamente e veja sua economia crescer

Uma vez que tenha investido corretamente, seu dinheiro pode crescer de forma inesperada. As correções, taxa de juros e ganho de capital mostrarão mais tarde o quanto vale a pena o esforço de poupar e abrir mão de alguns gastos nos dias de hoje. O investimento bem-sucedido é sinônimo de mais dinheiro em suas economias e uma vida mais tranquila.

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Autora:  Dora Ramos é educadora financeira e especialista em contabilidade e controladoria. Fundadora e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br), atua no mercado contábil-administrativo há 24 anos.
Fonte: Grupo Image - www.gpimage.com.br
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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Etiqueta e boa convivência no ambiente de trabalho

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A consultora Maria Inês Borges da Silveira compartilha dicas simples, porém essenciais, para um bom relacionamento profissional

Para alcançar o tão sonhado sucesso profissional, as pessoas precisam saber que manter a compostura no trabalho é primordial. Nos ambientes profissionais, são levados em consideração diversos detalhes, entre eles as atitudes nas mais variadas situações, o modo de proceder, o talento e o preparo de cada um.

Para Maria Inês Borges da Silveira, consultora de Comportamento Profissional, Etiqueta Social e Internacional, Cerimonial Público e Privado e Marketing Pessoal, alguns cuidados são essenciais e podem fazer toda a diferença. “Devemos ter a preocupação de uma boa convivência e procurar não se envolver em fofocas e intrigas. Caso fique sabendo de alguma demissão, ou medidas impopulares da empresa, não passe adiante. Este é o melhor antídoto contra a fofoca”, aconselha.

A profissional destaca algumas atitudes profissionais adequadas, como sempre bater à porta antes de entrar, de preferência fazendo-se anunciar; aguardar convite para entrar em determinados ambientes e também para sentar-se; manter postura correta com os pés, mãos e sempre com gestos comedidos; jamais mascar chicletes, roer unhas ou lixar suas unhas em reuniões; saber pedir informações e respeitar colegas e superiores.

“O profissional também deve fazer render seu tempo. Procure seguir um método e cumprir metas, planejar sua semana, listar as tarefas e calcular o tempo para executá-las, deixando brechas para interrupções. O ideal é definir um horário para responder e-mails, pois assim terá mais tempo para detalhar e executar seu trabalho. No ambiente de trabalho, é preciso ter cuidado com as intimidades. Um bom profissional precisa manter a postura evitando beijinhos e abraços, e fala com o próximo usando no mínimo uma distância de 50 cm”, completa.

Confira algumas dicas especiais sobre etiqueta e convivência no ambiente de trabalho:

- Seja pontual;

- Devolva o que pedir emprestado;

- Bata na porta antes de entrar;

- Mantenha a postura correta com os pés, mãos e sempre com gestos comedidos;

- Jamais mascar chicletes, roer unhas ou lixar suas unhas em reuniões;

- Jamais utilizar materiais da empresa para uso particular;

- Evite atender telefonemas particulares;

- Não deixe que os problemas externos, fora do interesse da empresa, interfiram no trabalho;

- Trate todos como gostaria de ser tratado;

- Mantenha a serenidade, mesmo nas horas difíceis ou diante de opiniões contrárias;

- Seja proativo e determinado.

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Fonte e imagem: P+G Comunicação Integrada - www.pmaisg.com.br
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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Vampiros e alquimistas

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Vampiros! Quem nunca ouviu falar nestes seres estranhos que povoam as lendas de todo o mundo? Nunca saberemos ao certo se realmente existiram ou se foram histórias que sobreviveram aos séculos. O que constatamos é que certos mitos têm o poder de atravessar fronteiras inimagináveis, sem mudar a sua forma primitiva. O vampiro, tendo existido ou não, tem este poder! Ele não desapareceu nas cinzas do tempo e chegou até nossos dias. Ele sobreviveu às santas cruzadas e às fogueiras da inquisição. Ele passou por duas guerras mundiais, e caso aconteça uma terceira, ele é um sério candidato a ser um sobrevivente. Será ele o elo perdido entre o homem mortal e o imortal?

Vampiro! Ser enigmático que pode representar o verdadeiro mal, mas que traz dentro de si o dom da imortalidade e do poder que a humanidade tanto busca. E os antigos alquimistas? Estes enigmáticos estudiosos precursores da Química passaram a vida procurando o elixir da imortalidade e a pedra filosofal que teria o poder de transformar tudo no mais puro ouro. Na verdade, o que buscavam realmente era a sua transmutação pessoal e, com ela, a imortalidade e uma forma de deixar de lado a condição de pobres humanos, cheios de fraquezas e doenças. Eles buscavam o poder da vida eterna.

Vemos ao longo da História o mito do vampiro, o imortal amaldiçoado, e o alquimista, pobre mortal obstinado a desvendar o código da imortalidade. Na verdade, um busca o que o outro já possui e nesta busca, nenhum deles é feliz.

Os séculos se passaram e ambos desapareceram ou se esconderam dos simples mortais.

Vampiros e alquimistas! Terão um dia se encontrado? Se um dia qualquer aconteceu este encontro, podemos imaginar um diálogo entre eles:

─ Vampiro! Você tem aquilo que eu tanto busco! Por outros caminhos, por maldições, não importa! Você a tem! Diga-me, qual é a senha para abrir a porta da imortalidade?

─ Para que você a quer, Alquimista? O que pensa fazer com ela, caso a encontre? Eu a tenho e sou um infeliz, apesar de imortal e poderoso. Eu busco a paz da morte e a benção do esquecimento. Busque outras coisas, busque viver melhor, busque a felicidade, não importa se por pouco tempo. A imortalidade com doenças, inimizades, desigualdades e fome ao seu lado é um castigo. Todo meu poder é um verdadeiro inferno, acredite. Viva intensamente e descanse quando chegar a sua hora.

O Alquimista pensou longamente antes de responder:

─ Você tem razão! Eu nunca tinha pensado desta forma! Eu estava enganado e você me mostrou o erro. Você me abriu as portas para a verdadeira busca. Agradeço e espero que encontre a felicidade um dia, meu amigo! A vida eterna sem ela é um castigo.

Besteiras? A História nos mostra alquimistas procurando a imortalidade e lendas sobre vampiros imortais. O que se sabe é que ambos desapareceram. Se existiram algum dia e se houve este encontro, não importa; o que interessa é o ensinamento que ficou deste diálogo insólito, seja ele real ou imaginário.

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Autor: Célio Pezza é colunista, escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida e o seu mais recente A Tumba do Apóstolo. O escritor Célio Pezza, 64 anos, iniciou a carreira de escritor em 1999, movido pela vontade de levar as pessoas a repensarem o modelo de vida atual dos seres humanos. Seus livros misturam realidade e suspense, e Celio já tem 8 livros publicados, inclusive no exterior, e é colunista colaborador de dezenas de jornais e revistas por todo o país. Saiba mais em: www.facebook.com/celio.pezza
Fonte: Ralcoh Comunicação - www.ralcoh.com.br
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terça-feira, 7 de abril de 2015

4 dicas de como equilibrar melhor sua vida profissional e pessoal

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O caso do copiloto do voo da Germanwings que colidiu contra os Alpes da França, no último dia 24, o alemão Andreas Lubitz, 28 anos, traz a tona uma questão ainda mal resolvida nas empresas: como lidar com as doenças da mente. Algo paradoxal em uma época em que se estimula a heterogeneidade seja ela física ou sexual. Em um mundo complexo, rápido e exigente, colaboradores sentem-se pressionados com as metas impostas, a competição ou medo de perder o emprego. Junte agora o mundo externo e interno e, pronto, está criado o caldeirão para que estresse, depressão e seus congêneres apareçam.

Quem já passou por algo semelhante sabe as dificuldades em lidar com calafrios, suor nas mãos, dores no peito e ansiedade, que aparecem em situações corriqueiras do dia-a-dia. Conversar com aquele cliente difícil, participar de reuniões, estabelecer metas e delegar atividades tornam-se pesadelos instransponíveis. Vale salientar que os sinais aparecem de maneira gradual, todavia a maioria acaba demorando demais para consultar um profissional, exacerbando-se os sintomas.

Esta demora decorre, em parte, da dificuldade em relatar o problema, já que poucas empresas têm políticas claras e profissionais de suporte ao funcionário doente. Isso faz com que muitos continuem a esconder sua situação, passando aos colegas e superiores a impressão de incompetência, falta de comprometimento ou desmotivação, gerando, em última instância, episódios traumáticos, tais como crises de choro e ataques de ansiedade e pânico, prejudicando sua vida profissional e pessoal.

Só quem viveu ou está vivendo esse problema sabe o quão doloroso e difícil é gerenciá-lo. Desta maneira, listo abaixo quatro dicas que aprendi com profissionais pressionados que passaram por esta situação.

1 - Conhecer os seus limites

Este talvez seja o primeiro passo para qualquer profissional. Embriagados pelo poder, status e rendimentos provenientes de cargos elevados, buscam, a qualquer custo, promoções, as quais, muitas vezes, demoram, tardam ou nunca chegam, seja por motivos externos ou mesmo falta de capacidade. Aqueles que não conhecem seus limites se frustram, culpam os demais e vivem infelizes. Porta aberta para as doenças da mente.

2 - Saber desligar-se do trabalho

Conheci profissionais que viviam para a empresa, a qual ocupava a primeira, a segunda e a terceira posição em suas vidas. Não pestanejavam em faltar a festas dos filhos, esquecer-se de aniversários, datas importantes ou desmarcar as férias com a família. Viviam e davam sua alma para a corporação. Esquecendo-se, porém, que do outro lado dessa relação estava uma pessoa jurídica, bem mais fria e distante. Nestes casos, demissões costumam ser bombas relógios.

3 - Dar-se o respeito

Em toda empresa há lideres que inspiram e chefes que atormentam. O problema é quando a relação torna-se insustentável, e em muitos casos pessoal. Tão ruim ou pior que a dificuldade em lidar com as doenças da mente, é a questão do assedio moral, ainda um tabu em muitas corporações. Neste caso, impor limites, saber dizer não, valorizar-se e posicionar-se é de extrema importância para a manutenção de sua saúde mental.

4- Escolha seus grandes ovos

Felizes os profissionais que não precisam chegar a situações extremas para saber que outras prioridades devem fazer parte de sua vida. Esposa ou marido, filhos e amigos, saúde física e mental são, tão ou mais importantes, que o sucesso profissional. Quem já precisou se afastar sabe a importância do cuidado de familiares, do ombro amigo e da atividade física e mental, geradoras de serotonina e bem estar.

Nem todos precisam fazer testes psicológicos frequentes, como deveria ter sido feito no caso do copiloto. Todavia, cabe somente a nós mantermos nossa sanidade mental, levando uma vida mais equilibrada, conhecendo nossos limites, sabendo dizer não, valorizando aos que nos valorizam, evitando colocar todos os ovos na mesma cesta. Aprendi a duras penas que emprego arrumamos outro, mas saúde a gente só tem uma.

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Autor: Marcos Morita é executivo, professor, palestrante e consultor. Sua palestra, As 4 Chaves do Pensamento Estratégico, vista por centenas de executivos, aborda de maneira lúdica e participativa, temas como definição de metas, inovação, gerenciamento do tempo e motivação. Marcos Morita é um executivo de negócios sênior da área comercial, com ênfase em canais de distribuição, com mais de 18 anos experiência de mercado. Possui expertise para ministrar palestras sobre abertura, desenvolvimento e gerenciamento de canais de distribuição, criação de politicas comerciais, planejamento estratégico, desenvolvimento de políticas de marketing, formação e gestão de equipes.
Sobre Marcos Morita: www.marcosmorita.com.br
Fonte: InformaMídia Comunicação: www.informamidia.com.br

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E-commerce brasileiro conta com quase meio milhão de sites

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Estudo encomendado pela PayPal à BigData Corp. revela que 81% das lojas virtuais no País oferecem até dez produtos e somente 15% têm lojas físicas

A pesquisa Perfil do E-Commerce no Brasil, encomendada pelo PayPal à BigData Corp. (www.bigdatacorp.com.br), a partir do monitoramento automatizado dos sites brasileiros, revela que o comércio eletrônico brasileiro tem 450 mil e-commerces ativos. Trata-se do número total de sites que responderam a cliques em 1º de março, data do último monitoramento automatizado realizado pela empresa de pesquisa. A maioria desses e-commerces (81%) baseia-se em um modelo de comércio focado, que oferece ao consumidor até dez produtos.

A pesquisa ainda revela a alta concentração geográfica do comércio online do país: 50% dos sites são de empresas baseadas em São Paulo. Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro concentram cerca de 7% cada. O “varejo.com.br” também é muito bem representado por pequenos sites: 88% deles recebem até 10 mil visitas mensais, 11% recebem entre 10 mil e 500 mil visitas mensais e menos de 1% supera a marca de meio milhão de visitas por mês.

Só os profissionais sobrevivem

“Boa parte do e-commerce brasileiro é marcado pelo empreendedorismo. Ele abrange muitas pequenas empresas e artesãos que se beneficiam do baixo custo de entrada virtual para montar suas lojas online”, ressalta Thoran Rodrigues, sócio-fundador e CEO da BigData Corp., que conduziu a pesquisa. Segundo ele, a pesquisa mostra que o profissionalismo é a marca dos sobreviventes.

“Sites que morrem rapidamente não usam plataformas, meios de pagamento, nem dão apoio aos clientes. Passar segurança e contar com ferramentas de interação, como as redes sociais, são diferenciais básicos”, completa. A BigData Corp. é especializada em conduzir pesquisas que extraem informação dos sites presentes na web, e monitora como o varejo eletrônico funciona, como se estrutura e o que pode fazer para influenciar o comportamento do consumidor.

Do total pesquisado, apenas 15% dos e-commerces contam com endereços de lojas físicas. Os demais só existem na web. O dado é um indício da facilidade de se abrir um negócio online, uma vez que é possível começar um comércio eletrônico com ferramentas gratuitas. Segundo o levantamento, perto de 40% dos sites já usam algum tipo de intermediador de pagamentos ou de uma carteira virtual.

“O e-commerce no Brasil deve movimentar este ano R$ 81,3 bilhões e R$ 92,9 bilhões em 2016 (*), o que significa um crescimento anual próximo dos 14%, muito acima das previsões de crescimento da economia do País. É com este cenário de enormes oportunidades para o pequeno empreendedor que o PayPal revelou o perfil de quem vende na internet”, afirma Mário Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina. “Estamos ao lado desse empreendedor, criando valor para seus negócios”, acrescenta o executivo.

Aspectos técnicos

Os Estados Unidos são o país em que mais sites do e-commerce brasileiro estão hospedados (45,25%), seguido pelo próprio Brasil (28,5%) e o restante em outros países. Quando o assunto é a plataforma escolhida, 44,03% optam por soluções proprietárias; 14,62%, por soluções abertas e gratuitas. Impressiona a parcela que trabalham com soluções criadas por desenvolvedores independentes: 41,35%.

Os dados em questão datam de 1º de março. A metodologia usada faz buscas automatizadas, conduzidas semanalmente para a extração de informações, que são submetidas a modelos de classificação e, na fase seguinte, validadas.

(*) Dados da pesquisa encomendada à IPSOS pelo PayPal, divulgada em novembro de 2014.

Sobre a BigData Corp.:

A BigData Corp. foi fundada com o objetivo de ajudar empresas de todos os portes e segmentos a utilizar o potencial do Big Data no dia a dia, encarando o desafio de agregar, validar e analisar dados para extrair conhecimentos. Através da automatização de processos manuais, empresas ficam livres para pensar estrategicamente sobre como aplicar esse conhecimento em seus negócios. Conheça mais acessando www.bigdatacorp.com.br

Sobre o PayPal

No PayPal, nós colocamos as pessoas no centro de tudo o que fazemos. Fundada em 1998, a empresa continua a ser a vanguarda da revolução de pagamentos digitais, processando quase 11,5 milhões de pagamentos de nossos clientes todos os dias. O PayPal oferece às pessoas as melhores formas de se relacionarem com o seu dinheiro e umas com as outras, além de maneiras mais simples de realizar um pagamento sem compartilhar informações financeiras com os vendedores. O seu serviço é flexível, pois pode se dar tanto por meio de contas bancárias, quanto usando o saldo em conta PayPal ou cartões de crédito.

Com as nossas 162 milhões de carteiras digitais ativas, criamos um ecossistema de pagamentos seguro e aberto no qual pessoas e negócios realizam transações online, em estabelecimento e em dispositivos móveis de forma segura. O PayPal é verdadeiramente uma plataforma de pagamentos global e está disponível em 203 mercados, permitindo que clientes sejam pagos em mais de 100 moedas diferentes, que saquem fundos de suas contas bancárias em 57 moedas e que tenham balanços em suas contas em 56 moedas diferentes. O PayPal é uma empresa do grupo eBay (Nasdaq: EBAY). Em setembro de 2014, a eBay Inc. anunciou uma separação planejada para as duas empresas, a fim de torná-las empresas negociadas publicamente em bolsa de forma independente já em 2015. Mais informações sobre o PayPal podem ser obtidas em www.paypal.com e em www.paypal-media.com. Mais informações sobre a separação planejada da eBay e do PayPal podem ser obtidas em update.ebayinc.com. Conheça e acesse:

paypal.comunique-se.com.br
www.doecompaypal.com.br
www.encontrosdobem.com.br

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Fontes: NB Press – assessoria de imprensa da BigData Corp.
MSL Group Andreoli – assessoria de imprensa do PayPal
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'Trusted Internet' é possível?

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De uma rede de computadores acadêmica custeada pelos militares, a Internet transformou-se na World Wide Web e, depois, naquilo que hoje conhecemos. Ela criou novas indústrias e empresários bilionários. Ela encolheu o mundo conectando pessoas que, de outro modo, nunca teriam interagido. Ela ajudou todas as pessoas tornando sua vida um pouco mais fácil — desde manter-se em contato com a família até ser o recurso número um para a pesquisa sobre qualquer determinado assunto. É difícil imaginar a vida sem ela.

É claro que nem todo mundo está online… ainda. Os números variam, mas é geralmente aceito que aproximadamente 3 bilhões de pessoas já estão conectadas à Internet. Isto corresponde a 42% da população do mundo. A Internet é, agora, uma extensão da humanidade. Ela é nossa criação maravilhosa e estamos cada vez mais dependentes dela. O problema é que ela está se transformando em um Frankenstein. Estamos tão consumidos em saber se algo (como rastrear os movimentos das pessoas online) é possível, que a indústria se esqueceu de perguntar a si mesma se deveria fazê-lo. A ética, muitas vezes, tem sido excluída na corrida pela obtenção de mais dados pessoais, pois conhecimento é poder.

Então, a Internet e a indústria que a rodeia estão em um ponto de inflexão. A disputa para dominar os mercados emergentes de produtos e serviços levou muitas empresas a perderem de vista o que a Internet deveria ser. Se as coisas continuarem nessa trajetória ética descendente, corremos o risco de violar os direitos de todas as pessoas que a utilizam. Estima-se que, em 2018, metade da população do mundo estará online. Isso significa que metade das pessoas poderia ter seu direito à privacidade (Artigo 12 da Declaração Universal dos Direitos Humanos) violado. Isso é inaceitável porque é evitável.

A Lei 12.965, que estabelece o Marco Civil na Internet no Brasil, sem dúvida foi um grande avanço nesse sentido, pois traz garantias importantes para o cidadão. No eixo sobre Privacidade, procura garantir os direitos civis em relação aos seus dados pessoais. Isto é, que os dados que uma pessoa informa para acessar um site ou uma rede social continuem sendo seus e não das empresas responsáveis por prestar esses serviços. Isso é um avanço importante, mas honestamente, isso não parece que vem sendo respeitado. É claro que violar a privacidade de clientes e prospects não é uma estratégia de vendas sábia, mas é uma prática mais comum do que se imagina na Internet.

E por que isso acontece? Porque os dados tem um valor real. Se você não acredita em quão valiosos os seus dados são, basta dar uma olhada no Google. A gigante da Internet obteve mais de US$ 12 bilhões de lucro no ano passado. Nada mal para uma empresa que doa seus serviços gratuitamente. O Google coleta tantos dados acerca de seus usuários que é a quarta maior fabricante de servidores do mundo. Ela nem sequer vende servidores; é só para seu próprio uso, para armazenar, entre outros, informações sobre pessoas.

Dados pessoais são um grande negócio. Os anunciantes pagam muito dinheiro por perfis de pessoas. De que as pessoas gostam, onde vivem, em quem têm a probabilidade de votar, se são canhotas — algumas empresas de marketing afirmam ter até 1.500 pontos de interesse no perfil de cada indivíduo. Todos esses pontos de interesse são algo que essas pessoas estão felizes por terem compartilhado? Eu duvido.

E a Internet das Coisas?

Em seguida vem a Internet das Coisas (IoT), um conceito segundo o qual inúmeros objetos, desde torradeiras até pontes, estarão conectados à Internet, onde compartilharão os dados que coletam. Os benefícios dessa rede emergente é que a análise dos dados levará a ganhos de eficiência e facilitará ainda mais a vida para as pessoas. Por exemplo, eu poderia combinar os dados coletados do pedômetro -- aparelho que contabiliza os passos de um atleta -- de meu smartphone, de meu aplicativo de dieta e do monitor cardíaco de meu relógio para analisar a minha saúde e fazer melhorias conscientes. Até aqui, tudo bem.

As águas da IoT ficam um pouco mais sombrias quando você começa a perguntar quem mais terá acesso àqueles dados a meu respeito. Talvez eu não me importe de meu médico vê-los, mas não me sinto confortável com empresas de marketing ou seguradoras de saúde vendo esses dados. Eles são assunto particular.

Temos a sorte de ainda estar no estágio inicial da IoT e de termos a oportunidade de moldar o seu impacto sobre a nossa vida particular. Essa é, porém, uma janela relativamente pequena para fazermos a coisa certa; por isso, temos de ser francos para proteger as liberdades civis das pessoas.

A solução ética

O próximo estágio de desenvolvimento da Internet precisa ser a Trusted Internet. As pessoas têm o direito à privacidade online e isso é inteiramente possível, prova disso é o Marco Civil brasileiro. Nem todas as empresas e organizações online fazem parte do frenesi de coleta de dados. Algumas, simplesmente não se importam com o que você pesquisa em um mecanismo de busca ou com os sites que você visita (a menos que eles sejam mal-intencionados, é claro!). Nós acreditamos que os seus dados são exatamente isso — seus.

Até agora, a Internet desenvolveu nas pessoas o gosto pelo gratuito. Os usuários têm sido relutantes em pagar por serviços que poderiam obter de graça em outro lugar. Mas, agora, as pessoas estão percebendo que, quando não pagam pelo produto, elas são o produto. Para nós, nossos clientes são isso — clientes. Sendo o cliente, seus dados lhe pertencem. Nosso trabalho é protegê-los de modo que seus dados continuem sendo seus.

Nós acreditamos que a Internet deve ser um lugar para as pessoas aprenderem e interagir. Isso não deve custar a nossa privacidade. Se deve haver um preço, ele deve ser quantificável, de modo que as pessoas tenham a oportunidade de decidir sobre os serviços que desejam usar, em vez de simplesmente obter acesso a serviços em troca de suas informações pessoais.

Nós somos a geração que vive intensamente a Internet. Não sejamos a geração que descartou a ética e o respeito à privacidade.

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Autor: Leandro Hernández, vice-presidente da F-Secure para América Latina
Fonte: Gad Comunicação
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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Você sabe a diferença entre uma Incorporadora e Construtora?

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Empresa especializada em mercado imobiliário explica como reconhecer as funções desses serviços

O mercado imobiliário possui diversas expressões que deixam os consumidores em dúvida sobre seus significados. Quem planeja adquirir ou, até mesmo, construir seu próprio imóvel deve se familiarizar com alguns termos, profissões e empresas do setor.

Para entender e acompanhar todas as etapas de um novo empreendimento é importante saber diferenciar uma incorporadora de uma construtora. Pensando nisso, a Coldwell Banker, líder mundial no segmento de serviços imobiliários corporativos, levantou as principais diferenças sobre estes serviços.

Entretanto, antes de identificar a diferença entre uma e outra, é necessário ter em mente o significado de incorporação. Segundo o parágrafo único do art. 28 da Lei federal nº 4.591/64 – Lei de Incorporações - tem por finalidade promover e realizar a construção de edificações compostas de unidades autônomas. O objetivo então da incorporação, é padronizar, junto ao cartório de imóveis como será o empreendimento, qual será o número de unidades, a quantidade de vagas de garagem, a aérea de cada unidade e as áreas comuns.

Responsável por toda articulação do empreendimento, a incorporadora identifica as oportunidades, faz estudo de viabilidade, adquire o terreno, formata o produto a ser desenvolvido. Além disso, possui dois principais fornecedores: o financiador, quem empresta o dinheiro para a realização do empreendimento, em geral bancos comerciais; e a construtora, que vai realizar obras e consultorias de planejamento imobiliário, que dão orientações e subsídios para que o empreendedor coloque no mercado um produto adequado e realize um bom negócio.

Já a construtora é a empresa contratada e responsável para executar as obras do empreendimento de acordo com as especificações técnicas, o memorial descritivo e o prazo contratual, dentro das normas vigentes. Normalmente, a construtora é contratada pela incorporadora como uma prestadora de serviço. Desta forma, deve construir o projeto de acordo com o plano da contratante, disponibilizando a mão-de-obra, maquinário e engenheiros.

Mesmo com funções distintas, é possível que algumas empresas exerçam esses dois serviços em um determinado projeto. Porém, para o consumidor conhecer as diferenças entre essas áreas é imprescindível que ele saiba a quem recorrer em casos de dúvidas ou reclamações.

O importante é acentuar que, em qualquer tipo de construção, quem fica responsável pelo empreendimento é a incorporadora imobiliária, portanto, cabe ao consumidor ficar atento e optar sempre por empresas com boa reputação no mercado.

Sobre a Coldwell Banker®

Fundada em 1906, a Coldwell Banker® é pioneira no setor imobiliário mundial. A empresa detém a mais antiga marca do mercado nos Estados Unidos, possuindo uma rede com 86 mil corretores, que atuam em aproximadamente 3.000 escritórios distribuídos em 43 países. Com mais de 725 mil casas vendidas por todo o mundo, a marca possui um VGV (valor geral de vendas) superior ao de grandes empresas, como a Apple.

Atuando há tres anos no Brasil, já é conhecida por criar serviços inovadores para os consumidores e por ter o melhor suporte, incluindo ferramentas educacionais disponibilizadas à sua rede de profissionais. Em 2014, a marca trouxe para o Brasil a Universidade Coldwell Banker, que oferece treinamentos constantes de qualificação e reciclagem para a sua equipe de franqueados e corretores.

A Coldwell Banker já é considerada uma das maiores redes do setor imobiliário, somando 44 unidades franqueadas localizadas em 12 estados brasileiros: São Paulo, Rio De Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Bahia, Ceará e Maranhão.

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Fonte: Estúdio de Comunicação - www.estudiodecomunicacao.com.br
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