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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Simples Social quer incentivar e desburocratizar terceiro setor

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Proposta tributária para organizações da sociedade civil é defendida pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa e por entidades como a Fenacon

A criação do Simples Social, regime tributário destinado às organizações da sociedade civil, tem conquistado espaço nas discussões políticas. Baseado nos moldes do Simples Nacional, o projeto pretende simplificar e diminuir a tributação de entidades como associações e fundações, em especial, prevendo a redução da burocracia com obrigações acessórias.

A proposta é defendida pelo ministro da Secretaria Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, e por instituições como a Fenacon, federação nacional que representa mais de 400 mil empreendimentos de serviços contábeis, assessoramento, perícias, informações e pesquisas. “Às vezes, as atividades sem fins lucrativos precisam cumprir obrigações acessórias da mesma forma que multinacionais, o que inviabiliza seu funcionamento”, avalia o presidente da Fenacon, Mario Berti.

De acordo com Berti, a implantação do Simples Social possibilitaria que cerca de 70% das organizações aproveitassem os benefícios do Simples Nacional. “Com isso, além da redução da burocracia, também haveria um grande incentivo ao funcionamento de ações sociais, outro benefício da proposta”, analisa.

Conceitos iniciais

Como o tema é inédito e ainda não existe projeto de lei em andamento, a Fenacon elaborou uma análise preliminar sobre o assunto, sugerindo a simplificação das obrigações tributárias (principais e acessórias) e dos processos burocráticos (abertura, registros, encerramento e certidões). Segundo a federação, muitas dessas entidades sofrem fortes impactos tributários, até mesmo superiores às empresas enquadradas no Simples Nacional, seja com alíquotas ou obrigações acessórias.

“A intenção é definir tabelas de alíquotas adequadas ao terceiro setor e estabelecer regras para enquadramento nas opções de imunidade e isenção”, afirma Berti. Outros procedimentos aplicáveis seriam a limitação para dispensa de emissão de nota fiscal, como ocorre com o MEI; e a utilização do Redesim para questões estatutárias e de abertura ou encerramento.

Aceitação

O Simples Social tem o apoio da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que já apresentou e validou uma proposta nesse âmbito, conforme a Fenacon. O ministro da pasta, Guilherme Afif Domingos, defendeu publicamente a desburocratização envolvendo o terceiro setor em artigo publicado pelo jornal Folha de São Paulo, no dia 26 de fevereiro.

“O projeto ainda deverá sofrer ajustes, mas já foi aceito. Importantes organizações da sociedade civil também são favoráveis a proporcionar mais condições de sustentabilidade para tais iniciativas. Não vale a pena tanta burocracia considerando que a União arrecada pouco com essas entidades”, observa Berti.

Sobre o Sistema Fenacon Sescap/Sescon

O Sistema Fenacon Sescap/Sescon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas) congrega 37 sindicatos, distribuídos nos 26 estados e no Distrito Federal, que representam mais de 400 mil empresas dessas áreas. A entidade tem se consolidado como legítima liderança na representação do setor de serviços, atuando diretamente no combate à alta carga tributária e na diminuição da burocracia, além de lutar por políticas públicas que garantam mais desenvolvimento às empresas brasileiras, sobretudo as micro e pequenas. Mais informações: www.fenacon.org.br.

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Fonte: Centro de Comunicação - www.centrodecomunicacao.com.br
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A crise econômica e o Big Data

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Em momentos de crise econômica e mercado enfraquecido – conjuntura que afeta o Brasil hoje, as empresas precisam ser cautelosas e ter em mãos dados concretos que as ajude a tomar as decisões corretas ao traçar estratégias para melhorar a competitividade. A previsão é que as soluções de Big Data possam se beneficiar desse período, e crescer: estima-se um incremento do setor de até 40% até o fim de 2015.

O termo, que vem se tornando mais popular e procurado pelas empresas nos últimos dois anos, não é exatamente novo: surgiu em 2005 com o Google e tem como principal objetivo organizar, por meio de plataformas de tecnologia da informação, grande volume de informações gerado nas redes sociais, smartphones, câmeras e sistemas operacionais de empresa, usando-as para a gestão de negócios. Hoje, muitos dados e informações ficam espalhados em várias bases. Quando falamos em Big Data, o que acontece é que todos esses elementos são centralizados em um só lugar. É um trabalho de filtro, uma mineração de dados que vai servir para a empresa fazer uma boa análise e obter informações estratégicas.

Por isso, a perspectiva é de crescimento em plena crise, já que, quem tem um negócio precisa pensar melhor sobre o perfil de seus clientes para fazer eventuais investimentos. A solução possibilita saber, por exemplo, de que maneira atuar junto ao cliente com um menor risco e custo. Por isso, percebemos que a crise pode ser uma grande oportunidade para o Big Data.

Outra vantagem da solução, que leva em conta os chamados “3 V´s” (volume, velocidade e variedade, fatores determinantes para a pesquisa), é que ela é versátil. O Big Data pode ser usado tanto em grandes como em pequenas empresas, e nas mais variadas temáticas. Informações de vários tipos são compiladas. Por exemplo: o Big Data pode ajudar a melhorar o fluxo do trânsito de grande capitais, como São Paulo, que sofrem com o tráfego diário. Por meio de uma análise em tempo real é possível desenhar padrões para melhorar o trânsito, como aumentar ou diminuir o tempo de um semáforo, ou colocar sinalizações para fluxos alternativos.

Outra utilidade é na detecção de risco e fraude (um banco pode criar seu padrão de perfil de cliente, e ficar em alerta quando se foge da regra desenhada), além da análise de dados por lojas ou e-commerce. É possível saber por que o cliente compra um determinado produto, o que chamou a sua atenção, e qual o perfil desse comprador. A organização desses dados para fazer uma investigação coerente é a medida primordial no uso da ferramenta. O cuidado e a atenção na hora de inserir os dados melhoram a qualidade da análise. As informações devem estar completas, nunca pela metade.

É preciso que as empresas comecem a se atentar para a importância de uma verificação completa do mercado, possível com o uso de Big Data. Para se tornar mais competitivo, atrair e reter clientes, é necessário conhecê-los. Para quem quiser saber mais sobre os conceitos de Big Data, uma boa saída é aproveitar informações gratuitas que muitos fabricantes de soluções tecnológicas oferecem, como a IBM. No site www.bigdatauniversity.com há uma série de materiais, além de cursos online gratuitos sobre a tecnologia.

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Autor: Ruy Nishimura é diretor técnico da eWave do Brasil, multinacional provedora de soluções de TI. Sobre a eWave: A eWave do Brasil é uma empresa provedora de soluções de Tecnologia da Informação, especialista em desenvolvimento, implantação e integração de sistemas. Parte da multinacional israelense The eWave Group, atua desde 2006 e possui escritórios em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O rol de clientes da eWave já soma mais de 100 das principais empresas do Brasil, com nomes de peso de diversos segmentos de mercado.
Fonte: Literato Comunicação e Conteúdo - www.literatocomunicacao.com.br
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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Entender de finanças pessoais pode ser a saída em época de crise

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Conhecimento financeiro é fundamental não só para quem já atua na área de administração ou economia, mas também para qualquer pessoa ou profissional que atua em áreas distintas, como engenheiros, advogados, médicos e farmacêuticos.

Observando o perfil dos alunos através de cursos de especialização ministrados em todo o Brasil, é surpreendente a quantidade de alunos que apresenta pouco conhecimento básico sobre finanças. A grande maioria não conhece aspectos básicos sobre juros compostos, taxa de juros básica da economia, produtos financeiros de renda fixa e variável, planejamento financeiro, como investir, entre outros. O mais espantoso é que são profissionais com ótima formação, muitos com mais de dez anos de experiência profissional em sua área de atuação, mas que infelizmente não possuem conhecimentos básicos para tomar boas decisões financeiras, o que acaba prejudicando a segurança financeira e a realização dos planos de longo prazo.

Para agravar este cenário, dados recentes divulgados pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) na Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor - PNEIC (2015) mostram que 60% das famílias brasileiras estão endividadas, o que prejudica muito a formação de poupança para investimento. Ou seja, a maioria da população provavelmente não tem conhecimento sobre o quanto pode ser prejudicial para a saúde financeira o endividamento constante, principalmente no cenário atual, com elevação nas taxas de juros, recessão econômica e desemprego em alta. Poucos possuem uma poupança para emergências e os poucos que têm investem em produtos com baixo retorno no cenário atual, como a poupança, cuja rentabilidade está inferior ao rendimento líquido oferecido pelas aplicações de renda fixa.

Existem evidências de que mesmo pessoas com boa formação acadêmica acabam tomando decisões financeiras ruins. Primeiramente, não fazem um orçamento familiar mensal, ou seja, não têm noção sobre qual é a real situação das suas despesas fixas e variáveis, se suas receitas são suficientes e se conseguem obter uma sobra de caixa mensal para poupar. Em segundo lugar, a desorganização financeira leva a uma falta de recursos no curto prazo, o que determina uma necessidade de caixa para financiar o fechamento das contas mensais, levando as famílias a utilizar o limite do cheque especial, rotativo do cartão de crédito (com juros chegando a incríveis 12% ao mês) ou até mesmo contraindo empréstimos com financeiras. Esta prática acaba dificultando ainda mais o equilíbrio das contas, pois os juros compostos em níveis elevados fazem com que as dívidas cresçam a uma velocidade ainda maior, de forma exponencial.

Além disso, em função da falta de conhecimento financeiro, disciplina e tempo para acompanhamento, muitos profissionais acabam decidindo investir em produtos financeiros com baixa relação risco X retorno. Por conveniência ou até mesmo por orientação do gerente do banco, acabam deixando valores elevados aplicados na poupança, comprando títulos de capitalização ou até mesmo investindo em fundos de investimento com altas taxas de administração, cuja rentabilidade líquida (descontando o imposto de renda) chega a ser inferior à poupança.

Considerando o atual cenário de alta nos índices de inflação, com uma variação acumulada de 8,17% nos últimos doze meses (IPCA - Abril/2015), os investidores em poupança não conseguem nem corrigir seu dinheiro contra a desvalorização da moeda, pois recebem um rendimento anual de 6% ao ano. Para ilustrar o impacto desta falta de cuidado financeiro, um investidor que deixar R$ 100.000 (cem mil reais) aplicados na poupança pelos próximos dez anos, terá deixado de ganhar o mesmo valor de R$ 100 mil se investisse o mesmo valor em renda fixa, considerando como hipótese a manutenção do cenário atual das taxas de juros e uma tributação de 15% sobre o rendimento.

Um estudo recente realizado pela ANBIMA (2015) mostrou que existem muitos jovens com planos para o futuro, mas que não conhecem os caminhos para utilizar o dinheiro a favor de seus sonhos. A falta de controle no orçamento é a principal dificuldade para que se tornem investidores, além do fato de acharem muito difícil decidir entre as inúmeras opções que existem no mercado. A pesquisa também revelou que a maioria é bastante conservadora (94%) e que possuem poucos recursos para investir, de forma semelhante ao perfil médio dos brasileiros, incluindo os profissionais que não são da área financeira.

Neste sentido, é necessário que os profissionais que não atuam na área financeira adquiram um mínimo de conhecimento para que possam tomar melhores decisões financeiras, que podem impactar decisivamente no bem-estar e na segurança financeira futura da sua família, beneficiando inclusive a sua carreira profissional, pois os problemas financeiros diminuem a produtividade do trabalhador e aumentam os custos das empresas. Outro benefício deste processo de aprendizado é a geração de um maior nível de poupança pela população, que possibilitaria um aumento no investimento privado na economia, financiando projetos para o desenvolvimento de longo prazo e reduzindo a dependência do governo para fomentar o crescimento do país.

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Autor: Otávio Sant’Anna é Mestre em Finanças, professor da disciplina “Avaliações Econômicas e Análises de Investimentos” nos cursos de especialização do Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG), www.ipog.edu.br
Fonte: Assessoria de Imprensa IPOG - www.ipog.edu.br
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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Insatisfeito no trabalho? Abrir um negócio próprio pode ser a solução

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Não é raro encontrar na sua roda de amigos pessoas que se sentem infelizes no trabalho. Segundo dados levantados por uma pesquisa realizada pelo instituto Isma (International Stress Management Association), 72% das pessoas estão insatisfeitas com a ocupação. Dessas, 89% estão relacionados com a falta de reconhecimento, 78% com excesso de tarefas e 63% com problemas de relacionamento. Mas, o que fazer em uma situação dessas? Abrir seu próprio negócio pode ser a solução.

Porém, é preciso cautela antes de jogar tudo para o alto e se aventurar na abertura de uma empresa. Muitas vezes, as dificuldades em seu ambiente de trabalho podem ser resolvidas facilmente, com uma boa e sincera conversa com os superiores e lideranças. Em alguns casos, uma simples troca de setor ou uma reunião de alinhamento podem mudar, completamente, o clima do local. A falta de diálogo é um dos principais problemas nas corporações e pode gerar consequências graves nos trabalhadores, como estresse, ansiedade e depressão.

Agora, se o seu caso for mais complicado, arriscar-se no mundo dos empreendedores pode ser uma boa opção. Com experiência de causa, afirmo que não há nada mais empolgante do que planejar a abertura do seu próprio negócio. Está ali, nas suas mãos, todos os seus sonhos e expectativas.

Mas, como tudo na vida, abrir uma empresa requer planejamento e disciplina. Infelizmente, segundo dados do Sebrae, cerca de 30% dos novos empreendimentos decretam falência antes dos primeiros dois anos de vida. Neste ano, com a crise econômica, a situação está ainda pior. De janeiro a abril, o número de falências decretadas, de acordo com a Boa Vista SCPC, cresceu 30,8% em relação ao mesmo período de 2014. Na comparação entre os meses de abril, o número quase dobrou: houve alta de 98%. Isso acontece, normalmente, porque há falhas em um ou mais pontos do plano de negócios.

Por estes e outros motivos, o formato de franquias, que nasceu nos Estados Unidos, vem crescendo a um ritmo acelerado aqui no Brasil. Conforme números divulgados pela ABF - Associação Brasileira de Franchising, a atividade de franchising é responsável por 2,1% do Produto Interno Bruto, com faturamento anual de mais de 75 bilhões de reais. Somente no primeiro trimestre deste ano, o setor cresceu 9,2%.

Um dos pontos que mais atraem novos empreendedores para as franquias é o modelo de gestão já preestabelecido e a transmissão de know how da franqueadora para os franqueados. Isso porque a marca já é conhecida no mercado e as chances de o negócio dar errado são muito menores. Existem hoje diversas marcas franqueadoras, dos mais diversos segmentos. Basta você pesquisar e escolher a que mais se encaixa no seu perfil.

Agora, engana-se quem pensa que abrir uma franquia é algo muito caro, com investimentos fora da realidade da maioria dos brasileiros. Na Encontre Sua Viagem, por exemplo, há modelos de franquias de agência de turismo com taxas a partir de R$ 3 mil e mensalidades de R$ 175, para o modelo home-office. E é possível atingir um faturamento que varia de R$ 5 mil a R$ 100 mil por mês. Também há outros modelos maiores, como quiosque e loja física, com investimentos e rendimentos mais significativos.

Depois disso tudo que expliquei e no mundo globalizado em que vivemos, com tantas opções de negócios e segmentos de mercado, não dá pra ficar estagnado, vendo as coisas acontecerem e insatisfeito com o seu cargo, função ou empresa. Tome decisões, planeje sua vida! Seja feliz trabalhando e ganhando dinheiro com algo que goste.

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Autor: Henrique Mol é especialista em turismo e sócio-fundador da Encontre Sua Viagem, franquia de turismo.
Sobre a Encontre Sua Viagem: www.encontresuaviagem.com.br 
A Encontre Sua Viagem é uma rede de franquia, ligada ao grupo American Tour, que visa facilitar a busca por passagens nacionais e internacionais, hotéis, pacotes de viagens, locação de veículos, seguro viagem e até cruzeiros. Por meio de um sistema bastante simples, o cliente consegue visualizar as melhores opções para sua viagem em apenas três cliques. A franquia custa a partir de R$ 3 mil no modelo home-office.
Fonte e foto: InformaMídia Comunicação - www.informamidia.com.br
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terça-feira, 30 de junho de 2015

Como ficaram suas metas no primeiro semestre?

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Dentro de poucos dias chegaremos ao segundo semestre de 2015. Esse é o momento ideal para analisarmos em quais aspectos avançamos nos meses que passaram. É verdade que no início do ano fazemos um planejamento bem estruturado, com todas as metas e sonhos, principalmente relacionados à área profissional. Entretanto, com o passar do tempo e diante de situações inesperadas, os planos costumam perder a força ou a direção, tornando-se desatualizados. Essa é a hora de avaliar o que já conseguiu colocar em prática e o que falta para que suas ideias possam, finalmente, serem transformadas em realidade.

Dedique algum tempo para revisar suas metas de acordo com seu plano de ação e resultados alcançados até o momento. Fazer os ajustes de rota é um passo muito importante, pois obstáculos, imprevistos e variáveis não calculadas e que fogem do nosso controle podem aparecer no percurso, por isso, estar atento e ser flexível na hora de absorver esses pontos permite não desistir da realização da meta, mas sim fazer as correções adequadas para chegar aonde você quer.

É importante também considerar nesse meio do ano dois fatores que podem comprometer a realização dos objetivos: o cansaço e a diminuição da motivação.

Em relação ao cansaço, permita verificar se está sobrecarregado e se não é o caso de fazer algumas escolhas e estabelecer prioridades. Procure questionar o que você realmente está disposto a realizar. A sobrecarga é, na verdade, a razão de muitas pessoas perderem a energia e não atingirem os resultados.

A motivação é o combustível para conduzir as ações de um estado atual a um estado desejado. Se a motivação, o “por que” de estar criando as metas é algo suficientemente forte, o “como” – realização - nunca será um problema.

A definição e conquista dos propósitos e metas são de primordial importância na vida do ser humano, pois estão intimamente ligados à sua autoestima, confiança e ao sentimento de autoeficácia.

Devemos, portanto, sermos justos, estabelecendo objetivos entusiasmantes (mas não além da capacidade humana), pois definir as metas a serem alcançadas é equivalente a dar sentido e significado a própria vida. Afinal, quem é que não tem sonhos?

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Autor: Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos, Eduardo também é escritor e autor de importantes livros como Transforme seus Sonhos em Vida, da Editora Gente, sua publicação mais recente. www.edushin.com.br.
Fonte: Grupo Image - www.gpimage.com.br
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Organização das empresas para enfrentar a crise é tema de curso em São Paulo

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Em momento de crescimento econômico a gestão interna das empresas não é tão fundamental como em momentos de crise. Para enfrentar melhor o atual momento econômico vivido no mercado interno, a ADEMPE - Associação dos Empresários da Pequena e Média Empresa do Brasil, realiza no período de 13 a 15 de julho o curso "Como Organizar e Dirigir Uma Empresa".

O curso é ministrado pelo professor Antonio Carlos Souza Ramos, que participa do Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor, através da entidade na qual ele preside (ADEMPE) e que tem como objetivo auxiliar os empresários de pequeno, médio e grande porte a melhorar a administração e saúde financeira de seus negócios, controlando situações que fazem parte do cotidiano de uma corporação.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO

· Diagnóstico da realidade da Empresa.

· PLASEM – Plano de Saneamento Empresarial - 21 Recursos Gerenciais administrados simultaneamente.

· Foco Estratégico.

· Sociedade e Sócios.

· Produto – Âncora da empresa.

· Diretoria e as Empresas Internas.

· Zona de Conforto – a crise pode estar dentro da empresa e não no mercado.

· Infraestrutura e fluxo da documentação.

· Controle Fiscal.

· Como evitar desperdício de tempo e dinheiro - O custo dos “Custos invisíveis ou irrecuperáveis”.

· Necessidades dos clientes.

· Relacionamentos, Recursos Humanos e Convivência.

· Como fazer um Plano Personalizado de Marketing – utilizando recursos do próprio mercado.

· Como fazer um plano de ação administrativo.

· Marketing – salvando um departamento de vendas.

· Prospecções Futuras.

· Porque o fluxo de caixa é o oxigênio que controla a vida da empresa.

· O potencial oculto nas ritualizações de tarefas.

· Ferramentas acessórias.

· Jurídico.

· Qualificação do Capital humano.

SERVIÇO

DATA e HORÁRIO

1ª aula – 13 de julho de 2015........................das 19h00 às 23h00 (segunda-feira)

2ª aula – 14 de julho de 2015........................das 19h00 às 23h00 (terça-feira)

3ª aula – 15 de julho de 2015........................das 19h00 às 23h00 (quarta-feira)

LOCAL: CASA DE EVENTOS SÃO PAULO

(Rua Conde de Irajá, 131 - Vila Mariana - São Paulo-SP)

MATRÍCULAS: (11) 2607-4912

SITE: www.planobtreinamentos.com.br

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Fonte e Imagens: Vervi Assessoria de Imprensa - www.grupovervi.com.br
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Franquia de intercâmbio supera expectativa de crescimento em 180%

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Durante o período de um ano, a franquia Global Study ampliou sua rede muito acima do esperado

Criada em 2007, com o objetivo de democratizar o intercâmbio no país, a Global Study iniciou a implantação do seu modelo de franquias no ano de 2013. De lá para cá, a rede só tem motivos para comemorar. Mesmo com todos os indícios de recessão na economia brasileira, a franquia de intercâmbio praticamente duplicou sua expectativa de crescimento, saltando de uma para nove unidades franqueadas em menos de um ano.

De acordo com a Pesquisa de Desempenho Trimestral do Franchising, divulgado recentemente pela ABF - Associação Brasileira de Franchising, o faturamento do ramo de franchising aumentou em 9,2% no primeiro trimestre deste ano. Já em relação ao mercado de intercâmbio, só em 2014 mais de 230 mil estudantes foram para o exterior, de acordo com dados da Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta). Elementos esses que tem contribuído significativamente para a expansão da rede.

Expansão - Flávio Imamura, fundador da franquia Global Study, comenta ao que atribui o sucesso da marca. "Oferecemos aos nossos franqueados uma gestão diferenciada, que possibilita uma boa margem de lucro. Aos estudantes, oferecemos vantagens como o parcelamento da viagem em até 24 vezes. Tudo isso faz parte do nosso objetivo estratégico de levar o intercâmbio a quem achava que não teria condições para realizar esse sonho”, afirma.

Segundo o diretor financeiro da rede, Marco Antônio, quando o modelo de franchising foi aplicado, a pretensão era conquistar cinco novas unidades no primeiro ano de atuação no setor. No entanto, a marca conta atualmente com nove unidades, superando a expectativa em 180%. A rede já possui lojas nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Campinas, Rio de Janeiro, Salvador e Curitiba, e ainda pretende ampliar sua atuação pelo país. A meta é atrair mais 50 investidores até 2020.

Diferencial competitivo - Além do crescimento no número de franqueados, a Global Study também tem obtido sucesso no faturamento. No mês de março, por exemplo, 70% de suas unidades bateram recordes de vendas e faturamento, enquanto outros 20% fecharam o mês dentro da meta esperada. Segundo Imamura, muitos alunos veem na crise uma ameaça e ficam com medo de não atender as expectativas do mercado de trabalho. Nessa hora, buscam se aperfeiçoar e o intercâmbio surge como uma grande oportunidade. “Nós vendemos para as pessoas uma chance de adquirir novas experiências e conquistar diferenciais competitivos. Esse é um mercado que tem chances de crescer até mesmo na crise”, explica o empresário.

Para manter o crescimento por todo o ano de 2015, a Global Study tem investido em treinamentos e compartilhamento de informações sobre o mercado e o cenário econômico atual. “Existe uma equação para que uma franquia seja rentável e lucrativa. Cerca de 70% da responsabilidade é do franqueado, que vai administrar a loja. Os 30% restante competem à franqueadora, que deve ter um bom sistema de padronização e, logicamente, uma marca forte. Juntos, o sucesso é uma mera consequência”, finaliza Imamura.

 
Sobre a Global Study
:
www.globalstudy.com.br
A Global Study tem como missão democratizar o acesso ao intercâmbio, oferecendo vários destinos com pacotes que incluem passagem aérea, acomodação, escola e às vezes até um emprego no país de destino. Com operação desde 2007, a rede possui parceria com as melhores escolas dos países mais procurados, entre eles EUA, Canadá, Inglaterra e Irlanda. A franquia custa entre R$ 80 e R$ 100 mil.

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Fonte: InformaMídia Comunicação - www.informamidia.com.br
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