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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Seis em dez já compraram e se arrependeram

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64% dos consumidores já se arrependeram por compras que não precisavam, revela Meu Bolso Feliz

Pesquisa do portal Meu Bolso Feliz e do SPC Brasil também mostra que 60,1% dos brasileiros fazem compras por impulso, mas "somente quando estão podendo"


Um detalhamento de uma pesquisa encomendada pelo portal Meu Bolso Feliz e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) para analisar a relação que o brasileiro tem com as finanças pessoais mostra que seis em cada dez consumidores (64,2%) já se arrependeram por ter comprado coisas que não precisavam. Para realizar o estudo os pesquisadores ouviram 656 consumidores de todas as capitais brasileiras.

Na avaliação dos especialistas do SPC Brasil, o fato de as pessoas comprarem itens e se arrependerem depois revela que aquela compra provavelmente foi motivada por impulsos psicológicos de comprar imediatamente, ou seja, involuntária, feita sem pensar e que não foram planejadas e calculadas dentro do orçamento pessoal.

"O ato de comprar pode provocar uma sensação de bem estar, euforia e relaxamento, o que induz os consumidores a agir por impulso em busca desse tipo de recompensa e prazer imediato. Além disso, o bombardeio publicitário e as facilidades do parcelamento dão a impressão de que essas compras não vão abalar o próprio orçamento", explica o educador financeiro do portal Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli.

A pesquisa mostra ainda que o brasileiro declara ser um comprador impulsivo, mas apenas quando está podendo, ou seja, quando está com dinheiro no bolso. 55,7% do total de entrevistados negam que fazem compras por impulso quando querem comprar muito alguma coisa, mas se estão podendo a situação é diferente: seis em cada dez consumidores (60,1%) afirmam que só fazem compras impulsivas, "quando o orçamento permite".

De modo geral, o estudo mostra que 14,7% dos consumidores gastam mais do que o planejado para exibir estilo ou para mostrar a própria personalidade. Além disso, 22,9% parcelam as compras -- mesmo quando o valor é muito alto -- para poder comprar ainda mais.

Na avaliação de José Vignoli, as compras impulsivas podem funcionar como uma válvula de escape para sentimentos como ansiedade e insegurança com a própria identidade. "É tanto que duas em cada dez pessoas [22,8%] entrevistadas concordam que vale a pena fazer uma dívida para comprar uma roupa que as façam sentir especiais e 21% dos ouvidos fazem gastos não planejados somente para se sentirem valorizados", explica. Mas por outro lado, comprar por impulso -- mesmo quando se está com dinheiro -- revela, segundo o especialista, gastos desnecessários, falta de planejamento e desperdício de dinheiro do consumidor, que poderia ser utilizado em itens realmente necessários.

"Aquele dinheiro que está sobrando e que foi usado para comprar algo que talvez o consumidor nunca use pode ser poupado e aplicado para ser usado em uma situação de emergência financeira ou para realizar um sonho a longo prazo", explica.

O orientador convida os impulsivos a fazerem um exercício mental:"pensem 'eu não vou me proibir de comprar, afinal, eu posso, mas não vai ser agora'. Na maioria das vezes, a vontade passa e depois dá até preguiça de voltar para comprar", aconselha.

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Fonte: Assessoria de Comunicação CNDL | SPC Brasil
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Como otimizar o Inbound Marketing em pequenas empresas

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O conceito de Inbound Marketing envolve criação e compartilhamento de conteúdo relevante ao seu público alvo. O objetivo é sempre atrair as pessoas certas para seu site, blog, mídias sociais. Convertê-los em leads (contatos) e depois em clientes. Em seguida, mantê-los engajados e fiéis, para que comprem outros produtos e serviços e principalmente para que atuem como fãs e promotores da sua marca.

Todas as empresas vendem produtos ou serviços para clientes que têm dúvidas. Mas muitas vezes o cliente sente que precisa de um consultor para ajudá-lo a se decidir, já que cada site ou vendedor comunica que sua empresa é a melhor, gerando mais dúvida. Implantar o Inbound Marketing na pequena empresa é atuar como consultor, de graça, para o cliente-alvo, construindo uma relação de confiança. Uma vantagem da pequena empresa é estar mais perto do cliente final no dia a dia. E fica mais fácil usar este conhecimento para desenvolver conteúdo relevante para o futuro cliente. Assim você se torna referência no assunto com um investimento realmente muito baixo. Para tanto é preciso planejar e executar pelo menos uma ação de cada um dos quatro blocos que compõem o Inbound: Atração, Conversão, Fechamento e Encantamento.

Atração:

a) Blog - manter um blog atualizado com temas relevantes para seu cliente. Quais são as dores do seu cliente? (pain points) Quais são suas dúvidas? O que ele está procurando saber na internet, com relação ao seu segmento, produto ou serviço? É sobre isso que você deve escrever no blog. Não é sobre sua empresa.

b) Mídias Sociais - todos sabem da importância de manter a marca presente nas mídias sociais, e já mantêm. O mais difícil agora é adequar o que se quer comunicar ao conteúdo que seja de interesse do cliente. Por exemplo, se você tem uma academia, seu público alvo deve ser composto de pessoas que se interessam por saúde, bem estar, aparência, performance. Escrever sobre isso é muito mais importante que falar só da sua academia.

c) SEO - o seu site deve conter respostas a estes temas mais procurados por seu consumidor na internet. O SEO é fundamental para ligar o que você escreve no site ao conteúdo que as pessoas procuram no Google, por exemplo.

Conversão:

a) CTA (Call to Action) - Você pode escrever um ebook sobre um tema importante para seu cliente, ou fazer um webinar, entre outras coisas. Colocar um banner no seu site, divulgar em todos os canais o evento ou livro digital. Para ter acesso ao conteúdo, o consumidor tem de clicar em um banner.

b) Landing Page - Esse banner direciona para uma página que explica um pouco mais o conteúdo ao qual o consumidor terá acesso (sempre gratuito). Essa página é chamada de landing page.

c) Formulário - Para o download ou agendamento do webinar, é preciso preencher nome, email, telefone (captação de leads)

d) Follow up de contato - ter alguém monitorando as ações de cada lead: ele baixou o ebook? Qual ebook? Se inscreveu para qual webinar? Acompanhar a interação de cada contato nos permite conhecer o produto de interesse. Isso facilita enormemente a venda.

Fechamento:

A pessoa baixou o ebook e não comprou seu produto ou serviço? Mantenha contato através de envio de conteúdo útil. Se conseguir utilizar uma plataforma inteligente de inbound marketing, como Hubspot ou outras, você pode até saber sobre que tipo de conteúdo ele se interessa, e explorar isso. Assim que ele puder pagar ou precisar do seu produto, você será a primeira marca que ele se lembrará. É fundamental que você integre o Marketing à área de Vendas e ao CRM de sua empresa.

Encantamento:

O cliente comprou? Agora é engajá-lo, fidelizá-lo, e encantá-lo não apenas para mantê-lo, mas também para conseguir o almejado upselling (quando o cliente é influenciado a comprar um pouco a mais do mesmo produto que estava comprando, para obter alguma vantagem) ou o cross selling (quando o cliente é influenciado a comprar um outro produto para acompanhar o que estava comprando) .

Qualquer resultado de qualquer ação pode ser otimizado se fizermos algo que é relativamente simples, mas requer disciplina: planejamento, execução, análise do que foi planejado e como está sendo executado, além de ajustes no que foi planejado, com incorporação de novas ações.

A Companhia de Idiomas optou por contratar uma empresa de Marketing Digital. Ela já tinha várias ações, mas todas um tanto desalinhadas. Envolveu a equipe, e seguiu todas as orientações nos quatro blocos mencionados. "Já sabíamos que buscar targets no Google e ligar para tentar vender os serviços era uma estratégia de baixo retorno e alto custo. Enviar mailmarketing era de baixo custo, mas baixo retorno. Então, resolvemos pesquisar para encontrar uma forma de destacar a marca. Todo o processo de reflexão sobre que clientes queremos, o que eles pensam, e do que eles precisam, nos ajudou a atualizar a nossa comunicação, repensar os canais, a frequência de contato e, principalmente, a mensagem dessa comunicação"- comenta Rosangela. Hoje a Companhia de idiomas usa uma plataforma para integrar todas as ações de marketing digital, para que seja possível medi-las, ajustá-las e aprimorá-las periodicamente. "Ações isoladas só frustram, porque o esforço é enorme e os resultados são praticamente inexistentes", finaliza Rosangela sobre sua experiência.

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Autora: Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e Professora de Estratégia na Pós-Graduação da FGV. Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Atualmente é aluna de Pós-MBA da FIA.
Fonte: Ecco Press - www.eccopress.com.br 
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

7 dicas para tornar assembleias de condomínios mais atrativas, calmas e produtivas

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Apesar de fundamentais na gestão de um condomínio, as assembleias até hoje são mal vistas. Quando não são tediosas, indo até tarde da noite, terminam em discussão e até mesmo agressões físicas entre vizinhos. De acordo com Daphnis Citti de Lauro, sócio da CITTI Assessoria Imobiliária, os maiores problemas são a falta de objetividade e o tempo de duração dessas reuniões.

“As pessoas conversam entre si, discutem, falam todas ao mesmo tempo e até abordam coisas que nada têm a ver com o que está sendo tratado. Com isso, as assembleias se alongam, os participantes se cansam e vão se retirando pouco a pouco, com o firme propósito de não participarem da próxima”, afirma o especialista.

Segundo Daphnis, é possível, com algumas atitudes, tornar esses encontros mais atrativos, tranquilos e produtivos. “O ideal é que a assembleia tenha no máximo uma hora e meia, com a pauta sendo seguida à risca. Isso tornará o ambiente agradável e construtivo, facilitando a tomada de decisões.”

Confira 7 dicas do especialistas:

1) Elaborar uma pauta curta: É melhor realizar mais assembleias durante o ano com, no máximo, três itens, do que uma anual com nove ou dez. Elas serão mais rápidas, não cansarão, e propiciarão maior objetividade e melhores resultados.

2) Não incluir assuntos gerais (sempre que possível): Pedidos, sugestões ou queixas podem ser feitas pessoalmente, por e-mail ou telefonema. Não é preciso esperar a assembleia para reclamar do hall do andar que está sujo, do vaso cuja planta está morrendo, do porteiro noturno que dorme, etc.

3) Não permitir debate das decisões da última assembleia: Em muitas ocasiões, os condôminos pensam ser possível rediscutir os assuntos da assembleia passada, quando na verdade é feita uma leitura apenas da redação que se ratifica ou altera. Isso acontece quando certo trecho não refletiu exatamente o que foi dito ou decidido ou, ainda, algo foi omitido. Alguns insatisfeitos com as decisões do encontro anterior aproveitam-se deste item para tentar alterá-las, o que não é possível nem deve ser permitido.

4) Distribuir a previsão orçamentária com antecedência: Desta forma, os condôminos poderão ler detalhadamente e decidir com maior propriedade, evitando perda de tempo. O síndico e a administradora encontram muita dificuldade em fazer com que os condôminos entendam o objetivo da previsão, que é definir pela manutenção ou aumento do valor da taxa condominial. Isso baseado em números das despesas e receitas. O problema é que muitas vezes os condôminos, nas assembleias, não entendem o objetivo da previsão orçamentária, fazem críticas pontuais aos valores constantes da previsão e desviando o foco. A discussão sobre medidas para diminuir as despesas não é a finalidade desse item.

5) Locar uma sala fora do condomínio para realização da assembleia: Em geral, as reuniões são realizadas no salão de festas. Estes espaços, além de terem eco, o que causam incômodo especialmente a moradores de andares próximos, geram um clima informal demais, incentivando mais a conversa do que a discussão e decisão de assuntos importantes. Existem muitas salas com preço razoável para locação, com cadeiras, mesa, equipamento de projeção e que tornam a reunião mais profissional.

6) Definir o tempo: Preferencialmente, incluir nas convocações o tempo para exposição do assunto e para os debates. Cinco minutos por pessoa é suficiente. É lógico que não será respeitado, mas ajudará o presidente da assembleia a colocar os assuntos logo em votação.

7) Escolher presidente um condômino que seja objetivo: Ele precisará controlar o andamento dos trabalhos de forma a não deixar que as discussões fiquem intermináveis. E que, após debates, coloque logo o assunto em votação.

Sobre Daphnis Citti de Lauro

É advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e especialista em Direito Imobiliário, principalmente na área de condomínios e locações. É autor do livro “Condomínios: Conheça seus problemas”, sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro (desde 1976) e da CITTI Assessoria Imobiliária, com mais de 20 anos de atividades, que atua como síndica terceirizada.

Sobre a Citti Assessoria Imobiliária

Inaugurada em 19 de outubro de 1989, a CITTI inicialmente administrava somente locações. Posteriormente, para atender pedidos de seus clientes, passou a administrar também condomínios residenciais, comerciais e mistos, além de loteamentos. Hoje, atua como síndica terceirizada. www.cittiimobiliaria.com.br

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Fonte: RZT Comunicação - www.rztcomunicacao.com.br
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terça-feira, 16 de setembro de 2014

A arte de influenciar pessoas

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A literatura corporativa está repleta de livros que prometem revelar as “técnicas ocultas” utilizadas pelos grandes líderes para influenciar e mobilizar pessoas.

O psicólogo norte-americano Howard Gardner, um dos renomados pesquisadores da Universidade de Harvard, elaborou, ao longo de uma década, uma espécie de raio-x dos cérebros mais influentes da história. Focalizando da primeira ministra britânica Margaret Thatcher ao superCEO Jack Welch, ele analisou como essas personalidades “mudaram a cabeça” de outros indivíduos. O resultado da pesquisa deu origem ao livro Changing Minds – The Art and Science of Changing Our Own and Other People’s Minds (na tradução literal, Mudando Ideias – A Arte e Ciência de Mudar as Ideias Próprias e de Outras Pessoas). A obra comprova que, ao contrário do que se imaginava, a ciência da persuasão vai muito além dos exercícios de oratória ou das nuances da linguagem corporal.

Acreditava-se até então que influenciar pessoas era uma habilidade comportamental e não intelectual. Uma pesquisa bastante conhecida na área de Programação Neurolinguística, por exemplo, pregava que apenas 7% da comunicação interpessoal ocorre através das palavras. A entonação da voz responderia por 38% da mensagem, enquanto a postura corporal e as expressões do rosto transmitiriam nada menos do que 55% das informações captadas pelo cérebro humano.

Diziam que o cantor é mais importante do que a canção. Da mesma forma, quem fala é mais importante do que aquilo que está sendo falado. No entanto, descobriu-se que os líderes mais influentes do mundo expõem suas ideias de uma forma racional e sistemática – e com uma estrutura de argumentação envolvente. Resumindo, as palavras têm muito mais importância no discurso persuasivo do que se pensava.

Na verdade, a mente processa e arquiva informações de diversas formas. Cada ideia que temos é representada ou por uma imagem, ou por um som ou por outros tipos de signos mentais. Para mudar uma pessoa, ou suas opiniões, é necessário, portanto, remodelar essas roupagens que a mente dá a cada ideia. E isso pode ser feito de várias maneiras, inclusive conversando.

Não que a neurolinguística esteja ultrapassada, mas a pesquisa ajudou a desvendar, de quebra, por que algumas pessoas conseguem mover multidões com o dom da palavra. Hoje, provocar mudanças é uma habilidade obrigatória para qualquer líder. Na atual dinâmica da economia global, as empresas são obrigadas a estarem sempre em compasso de transição.

O problema é que raramente as pessoas estão preparadas para mudar na velocidade que o mundo dos negócios exige. Pelo contrário, por natureza, a mente humana prefere as mordomias da estabilidade às incertezas da mudança. Os indivíduos geralmente criam uma fixação pelos hábitos e comportamentos que se mostraram eficazes no passado.

A tendência à acomodação é uma verdadeira dor de cabeça para os gestores que tentam implantar novos paradigmas em suas empresas. Sem a devida preparação, dificilmente eles conseguem contornar as resistências e levar seus projetos adiante. Influenciar pessoas está cada vez mais difícil.

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Autor: Claiton Fernandez é palestrante, consultor e educador. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz". Site: www.claitonfernandez.com.br . Doutorando e mestre em Administração, MBA com ênfase em Gestão Empresarial, pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e especialista em Business and Management for International Professionals pela UCI/Califórnia/EUA, Claiton Fernandez acumula experiências de sucesso como executivo de negócios, consultor e educador. É considerado na atualidade pelo mercado corporativo e esportivo um dos palestrantes top do Brasil. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz", é também escritor de artigos com publicação nacional e internacional. Site: www.claitonfernandez.com.br .
Fonte: RZT Comunicação - www.rztcomunicacao.com.br
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Pequeno empresário tira férias?

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Ninguém é insubstituível, mas realmente se o dono de um negócio é centralizador, se não confia na equipe, se acha mais fácil fazer a ensinar alguém, e se esquece de capacitar outro enquanto faz, fica difícil substituí-lo em uma eventualidade ou nas férias.

Dependendo da lucratividade da empresa, não é fácil ter no time profissionais qualificados em todas as áreas. Seria simples dizer que a empresa não pode depender de uma única pessoa, pois o risco é muito grande para o negócio - e não estamos falando só de férias, mas qualquer fato que impeça alguém de trabalhar. Por isso, capacitar profissionais para serem sucessores é sempre o caminho mais seguro. Para tanto é preciso delegar. E delegar significa ensinar, acompanhar o outro realizando a tarefa, conferir por um tempo, dar feedback, concluir que já é possível delegar e aí, confiar. Uma doença repentina ou um imprevisto na família pode desestruturar a empresa, se não houver ninguém capacitado a assumir minimamente.

"Já vi empresas que quebraram porque o dono ficou doente. Ou sócios estressados porque não descansam, trabalham dia e noite, dizendo que ninguém é capaz de fazer o que eles fazem. Mas na verdade, em alguns casos, eles nem tentaram capacitar alguém para saber se seus colaboradores são incapazes mesmo", comenta Rosangela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas e especialista em gestão empresarial. Quando começou a atuar com empreendedora em sua empresa, Rosangela e a sócia, Lígia Crispino revezavam nas férias. Depois começaram a preparar seus sucessores. "Hoje, se quisermos, podemos até tirar férias juntas, desde que nossos sucessores estejam na empresa. E como resolvemos tirar em períodos diferentes, a empresa tem sempre uma sócia e um sucessor em períodos de férias. Assim, processos e decisões continuam normalmente", explica a empresária.

Mas há empresários que simplesmente não desligam, mesmo em férias. Eles querem saber como estão as coisas na empresa, todos os dias. São assim, e se os privarmos de informações, ao invés de descansarem, ficam mais tensos. Há empresários que saem de férias, mas separam alguns minutos do dia para verificar e-mails e mensagens, certificando-se de que está tudo em ordem.

Não há regras! Desde que a empresa não seja prejudicada por causa das férias de alguém, e desde que o empresário também possa descansar. Quase tudo pode ser planejado. E podemos planejar até o que fazer/quem fazer, em caso de imprevisto. Uma vantagem de ter seu próprio negócio é poder estabelecer algumas regras. Como dono da empresa, você é também um formador de parte da cultura, do jeito da empresa realizar negócios, e pode interferir nisso.

E se o mercado é competitivo, o segmento é ágil e as respostas precisam mesmo ser na hora? Ou você capacita alguém para substituí-lo e descansa, ou você terá de definir pelo menos alguns horários para trabalhar, durante as férias. Se você não é centralizador ou se a empresa já tem um mínimo de estrutura, é possível que você não esteja mais na operação do negócio, ou seja, o relatório é elaborado por alguém e você só tem de tomar uma decisão com base nele - o que não é pouca coisa, mas dá para flexibilizar.

E também é possível se desligar totalmente. Desde que o momento da empresa seja favorável, ou desde que outras pessoas realizem as funções e saibam que devem entrar em contato caso seja necessário. Aí pode-se descansar e se divertir, sabendo que se houver necessidade você será acionado. Muitas vezes esta necessidade de ser insubstituível é só ego, ou impaciência de capacitar as pessoas aos poucos, até que estejam prontas.

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Fonte: Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e Professora de Estratégia na Pós-Graduação da FGV. Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Atualmente é aluna de Pós-MBA da FIA.
Enviado por: Ecco Press - www.eccopress.com.br
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Mentes brilhantes

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Para Galileu Galilei, a matemática era o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo. Já Pitágoras dizia que Deus não era matemático, mas a matemática era Deus. Disciplina que costuma causar arrepios em muitos estudantes do ensino fundamental e médio, a matemática ocupa um papel fundamental em nosso cotidiano, como já notavam esses e outros antigos sábios. Sem ela, como seriam construídos os edifícios, os automóveis e os computadores? De que forma se dariam as relações comerciais entre as pessoas? Até mesmo na música, a matemática tem grande influência.

Apesar de sua importância, o Brasil ainda ressente-se de um ensino mais adequado da matéria. Na maioria das pesquisas que apontam a matemática como a disciplina mais temida da escola, as causas estão ligadas às dificuldades didáticas do professor, que detém o conhecimento, mas que não sabe passá-lo de modo que cative os alunos. O resultado traz um impacto profundo, já que atualmente vivemos um apagão de engenheiros – carreira fundamental para o crescimento econômico e que tem a matemática como base. Enquanto a China forma 800 mil engenheiros por ano, o Brasil está na casa dos 40 mil. E muito disso deve-se a falta de interesse na carreira, pelos jovens “não gostarem” de matemática.

No entanto, a láurea recebida recentemente pelo brasileiro Arthur Ávila, premiado com na Medalha Fields – prêmio considerado o Nobel da matemática – demonstra que temos condições de melhorar a formação dos nossos jovens, já que talentos existem de sobra, bastando apenas lapidá-los.

Apesar da pouca idade, 35 anos, o príncipe das equações, como foi chamado por revistas especializadas, ficou famoso pela capacidade de resolver problemas envolvendo sistemas dinâmicos, o que lhe valeu a primeira homenagem desse tipo para um profissional da América Latina. Ele começou a ganhar gosto pela álgebra aos 13 anos, quando participou da Olimpíada Internacional de Matemática, concurso para alunos dos ensinos fundamental e médio.

Com a medalha recebida no Congresso Internacional de Matemática, na Coréia do Sul, é de se esperar que o exemplo sirva de inspiração para que mais e mais jovens se lancem, sem temor, ao campo da matemática, pois o país precisa de mentes brilhantes numa área tão importante para o nosso desenvolvimento social e econômico.

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Autor: Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.
Fonte: Assessoria de Comunicação - www.cieesp.org.br
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Blog oferece conteúdos exclusivos para alunos de idiomas e RHs

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Nutrir o relacionamento com o seu público alvo e clientes atuais com conteúdo realmente útil para eles é uma das estratégias da Companhia de Idiomas para conquistar o mercado com credibilidade

A empresa, que atua há mais de 20 anos no mercado de idiomas, oferece artigos e e-books gratuitos com dicas e conteúdos exclusivos direcionados para alunos - e também para profissionais de treinamento e desenvolvimento.

Recentemente, a Companhia de Idiomas disponibilizou em seu blog dois e-books para serem baixados:

"Socorro! Como aprendo inglês mais rápido?" mostra as vantagens e desvantagens da escola tradicional de inglês, do professor particular e das escolas independentes com cursos in company ou à distância.

Já no e-book "Como Implantar Programas de Idiomas", profissionais de T&D (Treinamento e Desenvolvimento/RH) recebem orientações sobre como obter sucesso com a implantação e gestão de um programa de idiomas eficaz nas empresas.

Rosangela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, comenta: "É um prazer contribuir com conteúdo relevante para o segmento de idiomas, tanto para pessoa física como para profissionais de RH que administram cursos em suas empresas. Uma vantagem de empresas como a nossa, que desenvolvem cursos personalizados, é estar mais perto do cliente final no dia a dia. Fica mais fácil usar esta experiência, transformando-a em conteúdo relevante para o cliente atual e também para o futuro cliente. "

Em alguns dias, será disponibilizado um terceiro e-book, também para profissionais de T&D. No blog também é possível ter acesso a diversos artigos interessantes como "Seu professor de inglês é bom mesmo?", "Como identificar quais funcionários são fluentes em inglês?" ou "Dicas para quem não tem tempo e nem dinheiro para aprender inglês". Saiba mais acessando blogcompanhiadeidiomas.com.br

Sobre a Companhia de Idiomas

Fundada em 1991, pelas sócias Lígia Velozo Crispino e Rosangela de Fátima Souza, a Companhia de Idiomas atua em três áreas de negócios: cursos in company e à distância, via Skype; tradução e consultoria. Oferece soluções personalizadas para empresas e profissionais com necessidades específicas de aprendizagem em sete idiomas: inglês, francês, alemão, espanhol, mandarim, russo e português. A empresa presta ainda assessoria a expatriados e cursos de imersão.

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Fonte: Ecco Press - www.eccopress.com.br
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