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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Você escuta direito? Ou só ouve bem?

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Você já deve ter ouvido falar em ruídos e barreiras da comunicação. Mas e você, tem escuta ativa, sabe ouvir as pessoas? Neste mês, minha proposta é que você se analise e compartilhe este teste com outras pessoas, para que elas também pensem sobre este assunto. Saber escutar é fundamental para você se diferenciar em sua carreira, qualquer que seja ela: de médico a professor, de executivo a engenheiro. Habilidade obrigatória caso seja um líder ou queira ser. Elaborei um Teste de Escuta Ativa, com base na teoria e minha experiência de empresária. Faça o teste e confira sua pontuação. Espero que seja útil para sua auto análise.

Quando me comunico verbalmente com alguém
Sempre
(3 pontos)
Quase sempre
(2 pontos)
Às vezes
(1 ponto)
Nunca
(0)
Observo a linguagem não-verbal do interlocutor: tom de voz, movimento do corpo, olhar e todos os sinais. Percebo quando a pessoa está triste, quando fica feliz porque algo deu errado, quando fica apavorada quando erra – tudo sem precisar de palavras para perceber.




Quando ouço alguém, sei que primeiramente devo qualificar o que a pessoa está dizendo, fazendo perguntas, demonstrando interesse pelo que ela está falando e não contando as minhas estórias ou estórias de pessoas que eu conheço.




Observo a minha linguagem não-verbal: se estou falando com a pessoa sem virar meu corpo para ela, sem olhá-la, se estou atento ao celular/tela do computador, ou com a cabeça baixa. Quero demonstrar, através dos meus gestos, que me interesso pela pessoa.




Sei que cada pessoa é movida por algo: status, poder, dinheiro, ser amado, segurança, família, uma causa, realizar a tarefa etc. Consigo identificar no discurso de alguém suas principais necessidades e motivações, e compreendo que elas moldam o jeito de ver, falar e fazer coisas.




Sei quais são meus preconceitos. Sei que costumo odiar nos outros o que odeio em mim, então tento mudar este sentimento. Sei que costumo odiar nos outros o que amo em mim, então tento entender que as pessoas são diferentes e que isso é ótimo. Trabalho diariamente para eliminar meus preconceitos, crenças e verdades cristalizadas.




Quando percebo que alguém quer desabafar, sei que devo repetir um pouco do que ela está falando, para que ela se ouça. Exemplo: Ela: “Nunca ninguém me ajuda”. Você: “Você está dizendo que nunca mesmo? Ninguém mesmo? De vez em quando alguém ajuda? O João não ajuda você?” Sem crítica, só fazendo com que a pessoa retire o exagero, fruto do cansaço físico e emocional.




Reconheço que meus sentimentos podem contaminar a minha percepção sobre as pessoas. Entendo que se sou competitivo ou se tenho inveja, sou mais crítico com quem é excelente (por medo de ser superado) . Se estou inseguro, intensifico a crítica a quem tem baixa performance, só para me sentir melhor.





SOMA DOS PONTOS




TOTAL








Resultados: 
21 pontos – sua escuta ativa é excelente. Parabéns!  Ajude outras pessoas a desenvolverem esta competência
17 a 20 pontos = você tem ótima escuta ativa, apenas desenvolva os comportamentos cuja pontuação foi abaixo de 3, para internalizá-los
13 a 16 pontos = você tem boa escuta ativa, verifique os comportamentos que precisa desenvolver e incorpore-os
09 a 12 pontos = você tem escuta ativa razoável,  pois há comportamentos que precisam ser mudados por você – já sabe quais são? Anote-os e monitore-se diariamente
05 a 08 pontos = sua escuta ativa é insatisfatória. Provavelmente está muito auto-centrado, quer contar sua estória ou julga demais. Busque as causas e mude.  Verifique todos os comportamentos com pontuação baixa e faça seu plano de ação individual
Abaixo de 05 pontos = talvez nunca deva ter ouvido falar sobre este tema. A partir de hoje, coloque a lista de comportamentos ao seu lado e exercite muito: em casa, no trabalho e com os amigos.


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Autora: Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, Business English na Philadelphia, USA.Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e aluna do Pós-MBA da FIA. Professora de Estratégia e Gestão de Pessoas na Pós Graduação de ADM/ FGV.Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Colunista do portal da Catho Carreira & Sucesso.
Fonte: EccoPress - www.eccopress.com.br
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O poder da literatura clássica nos negócios e carreiras

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Como em tempos tão modernos uma obra clássica, escrita há vários séculos, pode ajudar nos negócios ou na carreira? Na verdade, o momento atual tem como característica o consumo voraz de tecnologia de gestão de pessoas assim também como a autoajuda para executivos. Mas especialmente o aumento da produtividade pela satisfação dos colaboradores, ou seja, embora possa ser paradoxal, empregados motivados podem render mais no trabalho que os pressionados.

Este momento histórico das obras clássicas redescobertas pelas aplicabilidades na administração do 3º Milênio começa com um livro datado do início do século XVI: O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. Embora de leitura difícil, as entrelinhas do livro revelam centenas de lições preciosas aos leitores mais pacientes e atentos, pois mesmo com quase quinhentos anos, a sua aplicabilidade em gestão é inegável. “Seja sempre justo com os seus colaboradores”, ensina o escritor florentino, pois “um homem esquecerá antes aquele que lhe tirou o pai do que aquele que lhe cometeu uma injustiça”. Aliás, o “injusto e o despótico podem até conseguir fortuna, mas nunca a glória”.

Já no final do século XVI, René Descartes, com o seu Discurso do Método, fixa as bases da administração moderna: “análise, enumeração, evidência e síntese”.

Na mesma linha, já no século XVII, surge Baltazar Gracián com um livro de conselhos, escrito em 1647, especialmente voltado para o comportamento no mundo empresarial: como tratar subordinados, pares e superiores. O mundo é um ambiente hostil e enganoso, onde as aparências prevalecem, mas não se sustentam sobre as virtudes e a verdade. São primordiais para vencer neste ambiente “conhecer e aplicar um conjunto de sutilezas morais”, explicava Nietzsche sobre Gracián.

E, finalmente, há cerca de dez anos, já no século XXI, ressurge um livro escrito cinco séculos antes de Cristo, a chamada análise SWOT . Para que o leitor tenha uma noção da sua importância na administração moderna, a análise SWOT1 é um instrumento simples, capaz de produzir resultados surpreendentes na área empresarial. Sua técnica é atribuída ao professor Albert Humphrey da Universidade Stanford (EUA). Apesar de ser um tanto controversa e creditada a vários professores, essa ferramenta domina a cultura da moderna gestão administrativa. Todavia, aqueles mais aficionados pela leitura de Sun Tzu, o escritor chinês mais conhecido por sua obra A Arte da Guerra (500 a.c.), poderão encontrar em suas páginas as seguintes palavras: "concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças.

As obras clássicas são essenciais ao desenvolvimento da administração moderna. Conhecê-las proporcionam cultura histórica e tecnologia de gestão; aprender com gênios que viveram experiências do passado nos proporciona ensinamentos de ação, os quais, se devidamente contextualizados e pensados, podem ser de valia para melhorar a produtividade e o resultado, não apenas da empresa, mas do executivo também.

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Autor: Luis Roberto Antonik (Ph.D.), professor e executivo de empresas. Graduado em Geografia, Ciências Econômicas e Administração e autor de vários livros nas áreas de Finanças, Matemática Comercial e Filosofia, entre eles: O príncipe revisitado: Maquiavel e o mundo empresarial, Análise Financeira: Uma visão gerencial; Matemática Financeira - Instrumentos Financeiros Para a Tomada de Decisão etc.
Fonte: Iara Filardi Assessoria de Imprensa - www.iarafilardi.com
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Conheça sete franquias que buscam fortalecer a expansão em 2015

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Opções agradam para diferentes perfis, gostos, bolsos e ambições

Apesar das previsões de um cenário econômico instável em 2015, especialistas acreditam que o franchising continuará crescendo acima do PIB no próximo ano. Isso porque um balanço recente divulgado pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) apontou um crescimento de 5,4% no primeiro semestre de 2014 – comparado ao mesmo período de 2013 –, mesmo sendo um ano com eventos que influenciaram nas decisões de investidores e consumidores, como Copa do Mundo e eleições presidenciais.

De acordo com Paulo Cesar Mauro, diretor-presidente da Global Franchise, uma das principais consultorias de franchising do Brasil, as perspectivas do segmento são estimuladas pela constante entrada de empreendedores no mercado. “Com o aumento da renda da população, muitas pessoas têm aproveitado o dinheiro extra para investir em um negócio próprio. Por oferecer menos riscos, o sistema de franquias é o mais procurado pelos novos investidores”, comenta.

Segundo Mauro, entre as diversas opções disponíveis no mercado, alguns segmentos prometem se destacar no próximo ano, como por exemplo, o de Serviços. “As franquias desse ramo atraem os investidores, pois reúnem dois itens atrativos: o baixo investimento e a possibilidade de atuar como ‘home based’”, explica. Esse é o caso da Master House Manutenções e Reformas, marca que ingressou no franchising no segundo semestre de 2014 e já conta com centenas de interessados no negócio, que exige investimento a partir de R$ 12 mil.

Para o especialistas, as franquias de Beleza & Estética também prometem continuar crescendo em 2015, especialmente aquelas que apostam em alguns nichos específicos. A Lunablu é um bom exemplo. No mercado desde 2009, a rede de salões e marca de produtos voltados para o tratamento de cabelos crespos, ondulados e cacheados aderiu ao sistema de franquias também em 2014 e figura como uma das opções mais viáveis para os investidores que desejam fazer parte das estimativas de sucesso do segmento. Com foco nas classes B e C, o negócio proporciona uma alta rentabilidade aos parceiros: média de faturamento mensal na casa dos R$ 90 mil.

Outros ramos que devem continuar em franca expansão são Educação e Turismo. Com 11 anos de experiência no mercado de intercâmbios, a 2be Study Group, eleita em 2014 como a segunda melhor rede de agências do segmento no mundo (Premier Agency Business Awards), figura entre as principais opções. A marca conta com duas opções de negócios: Micro e Básica e requer investimento a partir de R$ 50 mil.

Para Mauro, a área de Alimentação, que sempre figura com um das mais expressivas do franchising brasileiro, deverá manter seu crescimento no próximo ano. “Esse segmento é constantemente estimulado pelo consumo da população brasileira, que chega a gastar 30% da renda com alimentação fora do lar”, comenta.

Entre as diversas opções, aquelas que apresentam um conceito diferenciado chamam a atenção de quem deseja apostar em um modelo de negócio criativo. Prova disso é o sucesso alcançado pela Pão To Go em pouco mais de um ano em atividade. A marca tem um conceito simples e inovador: uma padaria no modelo drive-thru, que comercializa cerca de 130 produtos, com investimento inicial de R$ 190 mil, proporcionando faturamento médio mensal superior a R$ 45 mil. Outra marca que aposta na inovação, a ObentôMania, rede especializada em bentôs – refeição individual servida em bandeja especifica, com repartições, uma espécie de marmita japonesa – também promete se destacar no mercado. A marca iniciou expansão por franquias em 2014 e oferece opções de modelos a partir de R$ 180 mil.

Ainda no ramo de Alimentação, algumas vertentes têm apresentado bons resultados – acima de 10% de crescimento ao ano –, que deverão crescer ainda mais em 2015, como marcas de snacks e café. De acordo com o diretor da Global Franchise, as franquias desse segmento atraem os empreendedores por não exigirem conhecimento prévio sobre o mercado. “As redes desse setor costumam enviar os produtos e demais itens comercializados já prontos, o que facilita a administração do negócio, um atrativo a mais para quem deseja abrir o próprio negócio”, ressalta. Presente no mercado há mais de 20 anos e com forte presença na Região Sul do país, a Bella Gula é opção para os investidores que desejam apostar no segmento, mas querem um modelo de negócio diferenciado . O conceito da rede une produtos artesanais de alta qualidade e um relacionamento próximo entre a marca e os franqueados. Em média, as lojas da rede tem faturamento mensal de R$ 100 mil.

O aumento do consumo de vinhos por parte dos brasileiros e a baixa concorrência fazem do nicho um novo e interessante negócio para o setor de franquias. “O perfil de consumo no país tem mudado e, com isso, novos produtos tem caído no gosto da população, como o vinho. Hoje, o brasileiro consome em média 1,9 litro do produto por ano – e crescendo a cada ano –, por isso, muitas importadoras começaram a ganhar espaço”, explica o especialista. Exemplo disso é a Vinho & Ponto, que tem tudo para ser um sucesso em 2015, pois acaba de anunciar a formatação da marca para ser expandida por franquias. Cada unidade é comercializada por um total de R$ 136 mil, com prazo de retorno em 12 meses.

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Fonte: Trivia Comunicação - www.triviacomunicacao.com.br
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Dicas para melhorar o SAC via e-mail

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Quantos são os clientes que entram em contato com as empresas via e-mail e recebem uma mensagem automática do tipo: "Sua mensagem foi direcionada para o setor responsável e em breve retornaremos"? Um tanto quanto frustrante solicitar ajuda para resolver uma questão e ser deixado na fila de espera por uma resposta. Não se esqueça de que uma resposta genérica ao recebimento da mensagem de um cliente não satisfaz ninguém e nem soluciona nada. Isso significa consumidor insatisfeito e, pior, SAC ineficiente!

O SAC via e-mail não pode ser visto como um canal de comunicação menos importante apenas porque o cliente não exigie a resposta de imediato, como ocorre no atendimento via telefone ou chat online. Apesar do e-mail ser uma forma menos rápida de resposta, o cliente continua aguardando a solução.

Oferecer essa opção de contato é importante para complementar o SAC, mas é preciso conhecer as regras básicas para melhorar o atendimento por e-mail e não deixar os clientes na mão. Confira!

Gerenciamento automatizado da caixa de entrada

Para melhorar o fluxo de respostas aos clientes é preciso contar com um sistema de gerenciamento de e-mails. Esse sistema deverá ser capaz de organizar tanto mensagens recebidas quanto enviadas, categorizando-as por temas. Assim, os funcionários do seu SAC serão capazes de responder dúvidas mais rapidamente, além de, se for o caso, repassar as mensagens para o setor certo.

Utilize respostas padronizadas de maneira adequada

É possível usar a padronização de respostas para mensagens de dúvidas desde que você não use uma resposta genérica, mas sim uma que seja mais adequada às palavras-chave do e-mail recebido. A partir da categorização dos temas dos e-mails, você direciona as mensagens de solução condizentes com a dúvida ou o problema apresentado. Mas saiba que nem sempre isso é possível, portanto, tenha funcionários bem treinados para que eles possuam conhecimento sobre os temas e consigam formular respostas claras, sem erros de gramática.

Outra vantagem das respostas padronizadas está no fato de que a utilização delas desafoga a sua equipe de atendimento. Dessa forma, sobra tempo para que os funcionários se concentrem em responder os e-mails mais complexos, que não podem ser direcionados para a central de perguntas frequentes do site ou para o auto atendimento.

Priorize os e-mail mais urgentes

Como é possível saber qual a mensagem deve ser respondida com prioridade? Mais uma vez, o caso será solucionado com intervenção da tecnologia! Com um gerenciador de e-mails é possível identificar o humor de quem escreveu a mensagem. Quanto mais nervoso e insatisfeito o cliente parecer, mais rapidamente ele deve ser respondido. Afinal, na internet é muito fácil para um consumidor descontente colocar a boca no trombone e falar mal dos seus serviços e do seu atendimento.

Descubra quais são os problemas frequentes

A ferramenta de gerenciamento de e-mails permite que você contabilize as dúvidas que mais aparecem, os problemas mais corriqueiros, as falhas comuns no seu site. Você pode, ainda, saber como sua equipe do SAC atende aos clientes. Tendo esses números e informações, estará apto a melhorar os processos apontados pela base de clientes e, assim, minimizar as reclamações e dúvidas sobre cada ponto em questão.

Melhorar o SAC via e-mail significa ter uma equipe eficiente e bem treinada, além de contar com os serviços que só podem ser feitos por um sistema de gerenciamento. Através dessas dicas, as respostas via e-mail irão auxiliar os clientes e garantir a credibilidade da sua empresa!

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Autor: Equipe NeoAssist - Uma das principais empresas de desenvolvimento de ferramentas para atendimento ao cliente. www.neoassist.com.br
Fonte: nbpress.com
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A importância da espiritualidade nas empresas

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Cada vez mais as empresas estão descobrindo que é necessário despertar o melhor das pessoas, estimulando sua espiritualidade e investindo na sua felicidade.

No conceito de "terceira inteligência" o ser humano tem a faculdade de sobrepor à razão e à emoção uma essência espiritual, dando propósito às suas ações, e um sentido de direção focado no respeito e no bem-estar próprio e dos outros. É uma inspiração, algo que transcende os aspectos racionais e emocionais.

A ideia central da espiritualidade em grande parte das empresas ainda é de certa forma rejeitada, porque entende-se que está diretamente ligada à práticas religiosas, podendo ocasionar influências negativas e gerar conflitos internos. No entanto, a prática da espiritualidade assume um papel diferenciado: promover o bem estar no ambiente de trabalho e realização pessoal.

Urge entender as diferenças entre religiosidade e espiritualidade: enquanto a religiosidade refere-se à nossa escolha, à aproximação com o Deus que escolhemos dentro de nossa formação e crença, a espiritualidade é nossa conduta no caminho do bem e da prosperidade com ética, um estado de consciência que é capaz de se relacionar com “algo ou alguém superior”, auxiliando uns aos outros, independentemente da crença.

Estudos mostram que não há possibilidade das empresas colherem expressivos resultados se não estiverem alinhadas profundamente com seus propósitos. "Se qualquer organização quiser sobreviver, terá que promover radicais transformações em si que não se referem à estrutura, mas sim aos valores, essencialmente, aos valores do coração e da alma", diz Judith Neal, Ph.D. da Universidade de New Haven/EUA.

Se as empresas quiserem aderir a esta tendência espiritual, a transformação nos valores da alma e do coração é inevitável. Na verdade, os gestores e líderes precisam perceber a necessidade de se adequar a essa nova perspectiva organizacional.

Quando poderíamos imaginar que empresas, executivos e gestores pudessem buscar ajuda em atividades tão diferenciadas, dentre as quais a espiritualidade? Que um dia existiriam tantos debates e pudessem ser realizados congressos e fóruns com a presença deste tema?

São tantas as novidades neste sentido que os profissionais acabam ficando confusos – alguns não sabem no que acreditar, pois até mesmo estudiosos e astrólogos afirmam que a posição dos astros e dos planetas pode ser usada para tomar decisões profissionais. Dizem, ainda, que podemos escolher a melhor maneira de agir com nossos colegas de trabalho e superiores se soubermos seus signos. Pelo visto é hora da área de RH entrar em ação junto às suas empresas.

Os especialistas e consultores mais evoluídos já concordam com a inclusão da espiritualidade no desenvolvimento pleno das empresas. A natureza e o significado do trabalho estão passando por uma profunda evolução e a emergência da espiritualidade está ajudando a catalisar este momento.

Sabemos que o nervosismo, o medo, o stress e a depressão sempre fizeram parte do cotidiano dos profissionais e das empresas. E é neste momento que a espiritualidade surge como um processo de transformação íntima das emoções, da maneira de ser, de pensar e de agir dentro da ética e do bem, de forma consistente, impulsionando o ser humano a viver e a empresa a estabelecer metas que pretende alcançar.

Conclui-se que não é antigo e nem fora de moda falar de espiritualidade, pelo contrário, é uma questão de urgência, pois somente os aspectos técnicos e comportamentais são insuficientes para a empresa contar com profissionais competentes, capazes de inovar e desenvolver seu trabalho com mais felicidade e, consequentemente, auxiliar a promover a sustentabilidade (equilíbrio econômico/financeiro), objetivo maior de toda empresa.

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Autor: Claiton Fernandez é palestrante, consultor e educador. Doutorando e mestre em Administração, MBA com ênfase em Gestão Empresarial, pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e especialista em Business and Management for International Professionals pela UCI/Califórnia/EUA, Claiton Fernandez acumula experiências de sucesso como executivo de negócios, consultor e educador.
É considerado na atualidade pelo mercado corporativo e esportivo um dos palestrantes top do Brasil. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz", é também escritor de artigos com publicação nacional e internacional. Site: www.claitonfernandez.com.br
Fonte: RZT Comunicação
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Vença 4 medos que te impedem de ter um negócio de sucesso

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É difícil encontrar pessoas que consigam dizer que a vida delas é um grande sucesso. Sempre há queixas como “trabalho muito”, “não ganho o suficiente”, “não tenho tempo”, entre outras reclamações.

A verdade é que o sucesso está acenando para você, e cabe a você decidir se ele está dando tchau ou te chamando para perto.

A seguir, veja 4 medos que fazem você acreditar que o sucesso está dando tchau.

1- Falta de dinheiro

O que muitas pessoas fazem quando elas não têm dinheiro suficiente para atender às suas necessidades? As opções são muitas, mas estão aqui três exemplos:

- Compram com o cartão de crédito sem planejamento (podendo gerar dívidas perigosas)

- Pedem dinheiro emprestado (as dívidas perigosas continuam sendo uma ameaça)

- Se desesperam e lamentam

Poucos são os que juntam dinheiro e menos ainda são os que correm atrás de uma nova forma de fazer dinheiro.

A boa notícia é que você pode, sim, começar negócios do zero, e a internet é uma das melhores ferramentas para realizar esse sonho.

2- Falta de tempo

Novos projetos, como a criação de um produto, ou até mesmo algo simples como ir à academia, demandam tempo.

Se você reclama de falta de tempo, seja para investir mais energia na sua empresa ou para poder criar um negócio, é bem provável que o motivo seja a má administração do tempo.

A primeira coisa a fazer é estabelecer prioridades e identificar o que está fazendo você perder tempo.

A dica que eu dou é: veja como empreendedores de sucesso trabalham em equipe com o tempo deles.

Muitos acordam cedo, fazem exercícios, possuem horários específicos para atender chamadas…

Isso tudo é feito por conta de uma priorização das atividades. A dica especial é que você leia um livro chamado “Trabalhe 4 horas por seman”a. Vários empreendedores recomendam e dizem que esse livro mudou a vida deles.

3- Suas expectativas

Há quem desista depois de algum tempo por achar que suas expectativas não foram cumpridas. Conheço empreendedores que investiram em um projeto, fracassaram, foram para outro projeto e conseguiram o sucesso.

Desistir é confirmar uma derrota, enquanto persistir é dar uma chance para o sucesso. Pode ser clichê, mas é a verdade.

Para evitar que você tenha grandes frustações e perca tempo, que tal estabelecer metas de curto, médio e longo prazo?

Através delas você conseguirá medir o desempenho de seu projeto e será capaz de fazer mudanças caso perceba que há algo de errado com o andamento dele.

4- Equilíbrio entre sua vida profissional e pessoal

Equilíbrio é a chave, mas muitas pessoas não trabalham esse ponto. Na busca de construir algo de valor para sua família, elas acabam trabalhando demais e esquecem que a presença pode ser tão ou mais importante do uma vida financeira confortável.

O tempo que você dá para a sua família não é algo bom só para eles, é ótimo para você também.

Afundar a cabeça no trabalho pode causar estresse, seguido de falta de produtividade e criatividade.

Para que você tenha um tempo livre recorrente para a sua família e o lazer, não deixe de exercitar dois princípios já falados: criação de metas e definição de prioridades.

Todos os itens citados neste artigo parecem óbvios, mas o óbvio nem sempre é levado em consideração e é por isso que você deve sempre se lembrar de que é preciso dominar estes obstáculos para começar um negócio do zero ou expandir ainda mais os seus negócios.

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Autor: Alan Pakes, 36 anos, é Engenheiro de Computação, formado pela USP em 2002, e expert em empreendedorismo e marketing digital. Já fundou três companhias: a agência de intercâmbio Invista em Você, a empresa de tecnologia Atrians e a de marketing digital, Digital Summit. Com esta última, organizou o CONAED (Congresso Nacional de Empreendedorismo Digital), primeiro congresso online do Brasil.
Fonte: RZT Comunicação - www.rztcomunicacao.com.br
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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Trabalho temporário? Vale a pena mesmo ser efetivado? Seis pontos para pensar

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Consultamos a especialista Rosangela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas e ProfCerto, e professora de Estratégia e Gestão de Pessoas na pós graduação da FGV, que listou seis pontos para você refletir quando for contratado como temporário em qualquer empresa.

1) Você está gostando da empresa? Ela pertence a um segmento no qual você se interessa? Gosta da função que desempenha? Consegue identificar outras funções que gostaria de desempenhar nesta empresa?

2) Você tem talento natural para a função atual? Por exemplo, foi contratado como vendedor e adora vender? Aproveite então para ampliar explorar seus talentos e pontos fortes nesta oportunidade. Aperfeiçoe sua técnica. Talento natural, paixão pelo que faz e disciplina podem tornar você um profissional indispensável.

3) Neste trabalho temporário, seu chefe é um chato? Mais uma oportunidade. Entenda que lidar com pessoas difíceis é sempre uma grande escola. Você tenta de um jeito, ele reclama. Tenta de outro, ele reclama. Compreender como o outro funciona e se dar bem com todo tipo de gente leva tempo, especialmente porque no trabalho a questão não é só se dar bem com as pessoas. É conseguir resultados através de bons relacionamentos. Você deve, todos os dias, colocar como desafio este item, pois aprenderá muito, e pode aproveitar as lições no emprego da sua vida – ou até neste mesmo, se for efetivado.

4) Acha que não tem competência para esta função? Verifique se não é a ansiedade de ser perfeito,autoestima baixa (se você é daqueles que nunca se sente pronto), se falta disciplina para estudar (pegue os manuais, converse com pessoas que possam ajudar, destine tempo para seu treinamento, não espere que outros o treinem, corra atrás). Não dá para sempre achar que os desafios são difíceis demais e, por isso, você não vai nem tentar. Está com medo? Prepare-se e encare. Este tem de ser seu mantra.

5) A empresa é maravilhosa, a função excelente, as pessoas são incríveis, mas o salário não é bom. Reorganize-se financeiramente. É possível viver com um salário mínimo e ajustar o padrão de vida para ele (não é fácil, mas é possível). Assim como é possível ganhar R$ 15 mil por mês e achar que pode ter um helicóptero – e se endividar muito, porque não pode, na verdade. Planejamento financeiro ( gastar menos do que ganha) é fundamental e você nunca poderá deixar de fazer, independentemente do seu salário. Vale a pena permitir-se ficar nesta empresa para adquirir experiência, e depois ser promovido ou buscar uma outra oportunidade? Sim? Então dê o seu melhor, não importa o salário. O Neymar não jogava mais ou menosquando ganhava pouco. Ele deve ter mostrado seu talento a cada jogo para chegar aonde chegou. E você? Faz menos só porque não se sente reconhecido? Fica reclamando, mesmo que internamente, drenando a energia para o trabalho? Você tem de ser o cara que seu chefe vai convidar para compor a equipe dele, quando ele mudar de empresa e assumir a vice-presidência. Aí é você querer aceitar ou não.

6) Tudo lindo como no item cinco e até o salário é compatível com sua experiência. O problema é que este trabalho temporário é muito longe de sua casa. O tempo diário de deslocamento pode impedir você de realizar um projeto a curto prazo, que é sua graduação, pós ou curso de extensão. Nunca desista de estudar porque sua empresa fica longe de sua casa e não dá tempo. Nunca. Você está assim abrindo mão do futuro, pelo presente. Mude de escola, more com sua tia, saia mais cedo para não pegar trânsito e aproveite que chegou cedo para estudar. Dependendo da empresa e da função, negocie chegar mais cedo e sair mais cedo, evitando assim o trânsito e otimizando seu tempo ao atravessar a cidade, especialmente se morar em grandes centros urbanos. E depois de dar um jeito, se ainda for muito sacrificante, imponha-se um prazo: um ano para adquirir experiência e aproveitar as vantagens da empresa? Pode ser. Mas se você não conseguir identificar pelo menos 80% das vantagens do item cinco, busque algo mais perto, porque o tempo perdido no trânsito não volta – e sua saúde, estudo e família precisam justamente desse tempo.

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Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas (www.companhiadeidiomas.com.br) e do ProfCerto (www.profcerto.com.br). Graduada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, Business English na Philadelphia, USA. Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e aluna do Pós-MBA da FIA. Professora de Gestão de Pessoas e Estratégia no curso de Pós-Graduação ADM da Fundação Getulio Vargas.
Fonte: Ecco Press - www.eccopress.com.br
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