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quarta-feira, 23 de julho de 2014

A tecnologia a favor do idoso que mora sozinho

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Grave problema de saúde pública, as fraturas provocadas por quedas exigem rápido atendimento médico; empreendedor cria dispositivo que pode ajudar nesses casos

Imagine a seguinte cena. Um idoso cai em casa e fica à espera de socorro por quase dois dias. A situação ocorre, pois ele mora sozinho. A demora no atendimento, nesse caso, pode ser responsável pelo agravamento de um quadro que, normalmente, já é complicado. O problema da queda de idosos leva a três internações por hora em hospitais públicos. A mais preocupante das fraturas - a do fêmur - possui um índice de mortalidade de 20% em um ano. Nesse tipo de lesão, não há como se locomover para pedir ajuda. Nessa situação, um aviso sobre a queda poderia salvar vidas.

Consultor em tecnologia por quase 20 anos, Edilson Osorio Junior é também fundador e CEO da Daruni Healthcare, empresa focada no público de terceira idade. "Vendo que não existiam tecnologias para detecção automática de queda e notificação dos familiares, eu resolvi começar o desenvolvimento de um dispositivo", diz. A relevância de criar um alerta sobre queda dos idosos se justifica na medida em que atualmente 3,7 milhões deles moram sozinhos, segundo dados do IBGE (2012). Quanto mais longevo, maiores as chances de desenvolver fraturas mais graves.

"A fratura mais perigosa, a do fêmur, responde por 50% dos casos em idosos com mais de 75 anos", explica o geriatra do Instituto Longevità, Carlos André Uehara. A reincidência de quedas pode levar o idoso a evitar atividades por medo, o que, na opinião do médico, é extremamente prejudicial. "Isso é ruim, pois ele para de fazer as coisas, o que pode levar a atrofia da musculatura e até à depressão", afirma o médico.

Especialistas da área de geriatria já falam em uma epidemia de fraturas de idosos. Segundo dados do Ministério da Saúde, em cinco anos o número de fraturas por fragilidade em idosos aumentou cerca de 30%. Todos os anos um em cada três indivíduos com mais de 65 anos sofrem com quedas. O geriatra explica que a maior parte dessas quedas ocorre em casa e possui inúmeras causas: problemas de visão ou equilíbrio, doenças crônicas não controladas como pressão alta e diabetes ou degenerativa como osteoporose.

A importância de preservar a independência do idoso e evitar a necessidade de vigilância constante por parte dos familiares foi uma das motivações de Osorio. Apesar de ainda não estar no mercado, o dispositivo está pronto e funcional. O objetivo do empreendedor é viabilizar um produto que possa dar mais liberdade e privacidade, diminuir o tempo para o primeiro atendimento e aumentar as chances de não haver sequelas. "A ideia do dispositivo é também a de ajudar as famílias e os idosos a terem mais qualidade de vida", finaliza.

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Fonte: Ecco Press Comunicação Ltda.
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Bolware: os boletos estão seguros?

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Saiba como se defender do malware que ataca sistemas de boletos

Você já ouviu falar em fraudes envolvendo boletos? Os golpes vão desde estratégias simples, de envio de cobranças indevidas pelos Correios, até sistemas bastante elaborados envolvendo tecnologia e internet. O Bolware, um malware que ataca sistemas de boletos, é o mais recente esquema criminosos do tipo, descoberto por meio de uma ação conjunta das polícias do Brasil, Estados Unidos e Israel. O vírus infecta computadores, alterando dados de boletos no momento da impressão ou do pagamento online. A fraude tem deixado muitos empresários preocupados. A boa notícia, no entanto, é que há prevenção!

Apesar da ameaça do Bolware, seus boletos podem manter-se em perfeita segurança. Para isso, basta tomar algumas medidas simples. Confira as informações abaixo e entenda como agir!

Como o Bolware funciona?

Para começar, é essencial que você compreenda como o Bolware funciona. O vírus é enviado para os consumidores que utilizam o sistema Windows, por meio de mensagens suspeitas que solicitam uma ação, como um “clique aqui”, por exemplo. Se o internauta acionar o comando, a máquina será infectada.

No momento em que o cidadão for realizar o pagamento ou a impressão de um boleto, o malware troca as informações e apresenta a ele um documento muito semelhante, porém falso. Ao realizar o pagamento, o dinheiro vai para falsário. Isso significa prejuízo tanto para o consumidor, que ficará devendo, quanto para o empresário, que não receberá.

A geração dos boletos continua segura!

Os boletos estão seguros? Essa foi a questão que chamou sua atenção quando começou a ler o texto, certo? Saiba que a resposta para ela é “sim”! Fique tranquilo. O sistema de geração de boletos continua seguro e pode ser utilizado normalmente. Como você viu acima, o vírus compromete a máquina do usuário e não a emissão dos boletos em si. Para evitar prejuízos e garantir que seus clientes ficarão longe das fraudes, vale a pena alertá-los sobre o caso e solicitar que tomem medidas preventivas. Quer saber como? Confira as dicas abaixo!

Prevenção: a melhor arma contra fraudes

Informação é fundamental na luta contra os falsários! Alerte seus clientes sobre os procedimentos de segurança que os deixarão longe do Bolware. É mais simples do que você imagina! Veja!

Apenas o sistema Windows está vulnerável

Para começar, tenha em mente que o problema só afeta pessoas que usam navegadores como Internet Explorer, Firefox e Chrome, ou seja, apenas aquelas que pagam suas contas utilizando computadores do sistema Windows. O recomendado, portanto, é que nos próximos meses todos quitem os boletos utilizando os smartphones, o que é bem fácil. Aquelas pessoas que possuem máquina da MAC também podem utilizá-las normalmente!

Mensagens suspeitas devem ser descartadas sempre

O uso de smartphones ou computadores MAC, por si só, é uma medida que garante o combate seguro ao Bolware. Mas também não custa lembrar que há outras medidas de segurança importantes quando se trata de Internet. Manter o antivírus atualizado e apagar do computador, seja no e-mail e nas redes sociais, todas as mensagens vindas de destinatários desconhecidos também são ações fundamentais para evitar que os computadores acabem infectados. Faça uma faxina!

A Polícia Federal e o FBI estão trabalhando para colocar fim à quadrilha internacional que desenvolveu o Bolware. A indústria da tecnologia também deve conseguir em breve desenvolver um antivírus capaz de neutralizar a fraude. Até lá, no entanto, o melhor caminho é o bom senso!

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Autor: Diego Contezini, COO do http://asaas.com
Fonte e Imagem: Arbor Comunicação Integrada - www.arborcomunicacao.com.br
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Um encontro no céu, por Célio Pezza

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Naquele dia, num canto do céu, o Profeta do Islã olhava entristecido para o nosso mundo, sem entender os motivos de tantas loucuras, muitas delas em seu nome e sofria ao ver suas palavras perdidas nos ventos quentes dos desertos de sua terra. Por que não ouviram seus ensinamentos? Eles eram simples, fáceis de seguir, e os homens poderiam viver em paz.

Repentinamente, percebeu alguém ao seu lado; virou-se e viu seu irmão de fé, com a mesma expressão de dor, usando um manto branco manchado de sangue.

─ Assalamu Aleikum!(¹) - Eles não entenderam a minha mensagem, diz o Profeta.

─ Shalom Aleichém!(²) - Também a mim não entenderam, respondeu o Nazareno! Veja todo o mal que já causaram em meu nome! Desde as cruzadas até os dias de hoje, quantos já morreram pelo uso errado das minhas palavras. Os homens perderam a capacidade de ouvir e de entender. Nós fomos claros, demos exemplos e eles não nos ouviram. Infelizmente eles se perderam ao longo do caminho, Profeta.

Naquele instante olharam para baixo e viram a Faixa de Gaza, a Síria, a Ucrânia e muitas outras partes da Terra em chamas e repleta de mortos e mutilados. De um lado, os seguidores do Torá invadem a Palestina enquanto aguardam o Messias para uma Era de Paz. Do outro, os seguidores do Alcorão bombardeiam Israel enquanto alguns clamam por uma Jihad(³). Os dois lados perdem a conta dos seus mortos e feridos, e se esquecem de que nunca vai existir uma guerra santa, pois uma guerra não pode ser santa.

Lá embaixo, as luzes assassinas dos mísseis mostram toda loucura humana e são embaladas pelo som de todos os tipos de armas criadas por mentes doentias, como uma sinfonia triunfal da morte contra a espécie humana.

─ E o que sugere Nazareno? Tentaremos mais uma vez, quem sabe de outra forma?

─ Você sabe a resposta, Profeta. Você sabe que existem muitos deles que ainda têm esperança, que acreditam em nós e num mundo melhor. Não podemos decepcioná-los.

─ Eu sei, Nazareno! Por estes, faremos tudo de novo quantas vezes forem necessárias. Um dia eles encontrarão uma forma de viver em paz. 

─ Assim seja, Profeta!

Neste momento, um avião civil da Malásia é abatido nos céus da Ucrânia e cai como uma imensa bola de fogo com seus 298 passageiros. Na terra, muitos viram aquele brilho incomum sem saber ao certo o que era.

─ Allah, o Misericordioso! Bendito seja! O nascente e o poente Te pertencem e notamos a Tua presença! 

─ Falaram alguns fiéis que olhavam para o céu naquela hora.

─ O Messias verdadeiro está chegando, profetizaram outros!

(1) - Assalamu Aleikum! Que a paz esteja contigo! (saudação árabe)
(2) - Shalom Aleichém! A paz esteja convosco! (saudação hebraica)
(3) – Jihad – conceito islâmico que pode ser entendido como uma luta interna para se buscar e conquistar a paz em Deus. Ao contrário do que muitos pensam, não significa “guerra santa”, nome dado pelos europeus às lutas religiosas na Idade Média.

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Autor: Célio Pezza é colunista, escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida e o seu mais recente A Nova Terra - Recomeço. Saiba mais em www.facebook.com/celio.pezza. O escritor Célio Pezza, 63 anos, iniciou a carreira de escritor em 1999, movido pela vontade de levar as pessoas a repensarem o modelo de vida atual dos seres humanos. Seus livros misturam realidade e suspense, e Celio já tem 6 livros publicados, inclusive no exterior, e é colunista colaborador de dezenas de jornais e revistas por todo o país. Saiba mais em: www.facebook.com/celio.pezza
Fonte e Imagens: Ralcoh Comunicação - www.ralcoh.com.br
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Acre e Roraima lideram alta da inadimplência em junho, aponta SPC Brasil

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Média nacional foi de 4,39%. Região Norte teve crescimento acima da média: de 7,09%. Para
economistas, mercado em desaceleração confirma tendência de alta para os próximos meses


No mês de junho, Acre e de Roraima se destacaram como os estados em que houve a maior variação do número de consumidores inadimplentes. As altas foram de 10,58% e de 10,47%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do indicador mensal de inadimplência regional calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Dentre os cinco estados que registraram a maior variação de CPFs inadimplentes, dois são da região Norte - Acre (10,58%) e Roraima (10,47%) - e três da região Nordeste - Maranhão (9,40%), Sergipe (8,43%) e Ceará (8,13%). Na avaliação dos economistas do SPC Brasil, o resultado do indicador regional reforça a tendência de alta da inadimplência nacional - que em junho apresentou crescimento de 4,39% em relação a junho do ano passado - que deve se repetir ao longo do segundo semestre.

"Essa tendência tem forte relação com o cenário de enfraquecimento da atividade econômica brasileira, apertada pela elevação da taxa de juros, alta da inflação e pelo menor crescimento da massa salarial", explica a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Apesar de a pesquisa ter apontado crescimento de inadimplentes em todos os estados brasileiros, onze tiveram avanço menor do que a média nacional (4,39%): Piauí (0,95%), Espírito Santo (1,36%), Distrito Federal (2,45%), Alagoas (2,49%), Mato Grosso (2,81%), Rio de Janeiro (3,02%), Santa Catarina (3,89%), Pará (4,04), Mato Grosso do Sul (4,10%), Rondônia (4,11%) e Rio Grande do Sul (4,37%).

Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o fato de todas as unidades da federação apresentarem crescimento na quantidade de inadimplentes mostra que, independentemente das particularidades econômicas de cada região, a atividade do país como um todo está desacelerando em comparação com os anos anteriores. "O avanço da inadimplência não se deve apenas a fatores sazonais ou regionais. O detalhamento de junho do indicador mostra que o atual panorama macroeconômico tem impactado negativamente no atraso de pagamentos das dívidas no Brasil de uma forma generalizada", disse Pellizzaro Junior.

Número de dívidas em atraso

A quantidade total de dívidas em atraso no banco de dados ao qual o SPC Brasil tem acesso mostrou, em junho, aumento médio de 5,00% em relação ao mesmo mês de 2013. A variação ficou muito próxima à alta de 5,21% verificada no mês anterior.

Já a abertura regional do total de dívidas em atraso mostra que as taxas de crescimento anual referentes às regiões Nordeste (7,43%), Norte (7,09%) e Sul (5,06%) ficaram acima da média nacional (5,00%). As regiões Sudeste e Centro-Oeste tiveram avanços ligeiramente menores, de 4,33% e de 4,14%.
 
De acordo com os dados do SPC Brasil, apenas 11 das 27 unidades da federação apresentaram um crescimento da quantidade de dívidas menor na quantidade de dívidas menor do que a média nacional (5,00%): Amazonas (4,97%), Rio Grande do Sul (4,93%), São Paulo (4,93%), Alagoas (4,85%), Goiás (4,48%), Mato Grosso (4,35%), Santa Catarina (3,51%), Rio de Janeiro (3,22%), Distrito Federal (1,93%), Piauí (1,19%) e o Espírito Santo (0,06%).


O Acre, que em maio ocupava a segunda posição no ranking das maiores altas anuais, passou a liderar o avanço do total de dívidas em junho, mostrando crescimento de 16,36%. Em segundo e terceiro lugares aparecemos estados de Roraima e do Ceará, que ocupavam a primeira e a sexta posições, respectivamente, no mês anterior.

Metodologia

O novo indicador SPC Brasil e CNDL de inadimplência do consumidor tem abrangência nacional e calcula tanto o número de brasileiros inadimplentes quanto o de dívidas atrasadas.

Baixe o material completo por cada Estado da federação e a série histórica em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

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Fonte: In Press Oficina - www.inpressoficina.com.br 
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segunda-feira, 7 de julho de 2014

O que é um inventário, para que serve e quanto custa?

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Advogado especializado em Direito de Família esclarece as principais dúvidas

Quando uma pessoa morre todo o seu patrimônio (incluindo bens, direitos e dívidas) passa a ser transmitido imediatamente aos seus herdeiros. O advogado Danilo Montemurro, especializado em Direito de Família, explica que o inventário serve para formalizar a divisão e transferência dessa universalidade de bens aos herdeiros e pode ser judicial ou extrajudicial (feita em cartório, quando não há testamento, herdeiros menores ou incapazes e quanto todos estão de acordo).

Qualquer que seja o caso, Inventário Judicial ou Extrajudicial, haverá, obrigatoriamente, a presença de um advogado. Os honorários são arbitrados por cada profissional, mas não devem ser inferiores aos valores mínimos estabelecidos pela Subseção da OAB do estado em que o advogado atua. O arbitramento dos honorários depende do grau de complexidade que o caso exige, o patrimônio envolvido e, principalmente, se o Inventário será litigioso ou consensual. Evidentemente que para a atuação no Inventário litigioso, os honorários serão muito maiores que para a atuação no consensual. Costuma-se fixar os honorários entre 2% até 10% do patrimônio. Em São Paulo, por exemplo, é recomendado pela OAB o valor correspondente à 6% do valor do patrimônio envolvido.

O prazo para abrir um inventário é de 60 dias, de acordo com o artigo 983 do Código de Processo Civil. “Este prazo de 60 dias é para a abertura do inventário (caso judicial), ou para o envio da declaração do ITCMD (imposto devido quando há transmissão de patrimônio por morte ou por doação no caso extrajudicial) sob pena de multa. Vale lembrar que não é o juiz quem atribui o valor da multa, mas sim a própria Fazenda Estadual, a qual é obrigada por lei a cobrar a multa pelo atraso, além de juros e correção monetária”, ressalta o advogado Danilo Montemurro.

Quem estipula a multa é a Fazenda de cada Estado. Em São Paulo, por exemplo, a multa é de 10% sobre o valor do imposto, em caso de atraso maior que 60 dias e menor de 180 dias (artigo 21, II, Lei 10.705/2000) ou de 20% sobre o imposto em caso de atraso maior que 180 dias (artigo 21, I, Lei 10.705/2000).

Custas Processuais

Para que se tenha um ideia de quanto custará o inventário, vejamos o seguinte: caso o inventário seja judicial, por impossibilidade legal ou por escolha dos herdeiros, haverá as custas processuais, definidas por cada Estado da Federação.

Em processos de inventário, no Estado de São Paulo, por exemplo, as custas dependem do valor dos bens deixados por quem morreu, e são definidas pena Unidade Fiscal do Estado de São Paulo – UFESP (em 2014 cada UFESP = R$ 20,14).

Valor total dos bens
UFESPs
Custas (2014)
Até R$ 50 mil
10
R$ 201,40
De R$ 50.001,00 até R$ 500.000,00
100
R$ 2.014,00
De R$ 500.001,00 até R$ 2 milhões
300
R$ 6.042,00
De R$ 2.000.001,00 até R$ 5 milhões
1.000
R$ 20.140,00
Acima de R$ 5 milhões
3.000
R$ 60.420,00
Se não houver bens a partilhar
5
R$ 100,70

Já o inventário extrajudicial (aquele realizado em cartório) implica em despesa cobrada pelo cartório, relativo à escritura pública, e possui valor progressivo de acordo com o valor total dos bens que serão partilhados. 

O valor da escritura, no Estado de São Paulo, vai de R$ 172,50 até R$ 31.725,05, dependendo do valor total do patrimônio envolvido. Assim, a título meramente comparativo, segue tabela com os custos para a via judicial e em cartório:
Valor total dos bens
Emolumentos de Cartório
Custas Judiciais (2014)
R$ 50 mil
R$ 1.138,02
R$ 201,40
R$ 500.000,00
R$ 3.028,54
R$ 2.014,00
R$ 2 milhões
R$ 6.700,32
R$ 6.042,00
R$ 3 milhões
R$ 8.246,56
R$ 20.140,00
R$ 5 milhões
R$ 11.338,98
R$ 60.420,00
Se não houver bens a partilhar
R$ 179,36
R$ 100.70

“É importante ressaltar que, dependendo do valor do patrimônio deixado pelo falecido, pode parecer mais vantajoso, financeiramente, o inventário judicial e por outras vezes o extrajudicial. Contudo, sugiro que a escolha seja confiada ao advogado especializado de sua confiança, o qual, certamente, terá o melhor caminho segundo a análise de um sem número de especificidades de cada caso, de sorte que a tabela acima não é o único parâmetro para a escolha”, frisa Danilo Montemurro.

Confira orientações na hora de fazer um inventário:

1º Passo: Eleição de um advogado

Não há dúvidas que o procedimento de inventário amigável é, de longe, o procedimento mais adequado qualquer que seja o caso, é também o mais barato, o mais rápido e o menos desgastante emocionalmente. A contratação de um advogado é obrigatória e indispensável, sem nenhuma exceção e seja qual for o procedimento, judicial ou extrajudicial.

Portanto, o primeiro passo é reunir-se com todos os herdeiros para, da forma mais amigável possível, eleger o advogado que representará a família no procedimento de inventário. Não discuta sobre divisão de bens, ou sobre como e quem pagará as custas e impostos, ou com quem ficará tal imóvel, sem a participação do advogado, deixe para fazer isso com a presença e o auxilio do profissional.

2º Passo: Apurar a existência de Testamento

O segundo passo é apurar a existência ou não de testamento, independente se for judicial ou extrajudicial o inventário, e isso pode ser facilmente obtido, por meio da certidão negativa de testamento.

3º Passo: Apuração do patrimônio

O terceiro passo é, juntamente com o advogado, apurar-se os bens, os direitos e as dívidas, deixados pelo falecido. Com isso, verificar-se-á a necessidade de providências preliminares, como levantar documentos (matrículas de imóveis, documentos de carros, contratos de financiamento, documentos pessoais dos herdeiros, etc.), avaliar bens (obras de artes, veículos etc), regularizar documentos (escrituras de imóveis p. ex.)

4º Passo: Eleição da via procedimental (inventário judicial ou extrajudicial).

Conhecendo a existência ou não de testamento e sabendo o acervo patrimonial e a situação de cada bem, direito e obrigação, será possível eleger qual o melhor (ou obrigatório) procedimento para o inventário, se judicial ou extrajudicial.

Com certeza a via extrajudicial, feita em cartório, é a mais rápida, mas não é a menos burocrática, pelo contrário, fazer o inventário em cartório é mais burocrático do que aquele feito judicialmente, contudo este fato é menos importante do que a celeridade para o término do procedimento, de maneira que a via extrajudicial é a mais interessante.

Contudo, algumas vezes ela não é permitida (quando há testamento, menores ou quando os herdeiros discordam) ou, em outras vezes, não é viável, como quando há a necessidade de providências preliminares e urgentes ou quanto o acervo não é de todo conhecido ou quando há bens que necessitam regularização ou quando os herdeiros não reúnem recursos suficientes para pagar os impostos de uma só vez.

5º Passo: Escolha do cartório

A escolha do cartório que será utilizado para lavrar a escritura de inventário (no caso da via extrajudicial) acaba sendo a menor das preocupações, pois os preços são iguais em todos os cartórios e o resultado será o mesmo, seja onde for.

Normalmente o advogado indica um cartório, uma vez que ele já está acostumado a lidar com a rotina e os profissionais daquele tabelionato. Ou, ainda, o cartório é escolhido em função da proximidade com a residência da maioria dos herdeiros.

6º Passo: Escolha do inventariante

No caso do inventário extrajudicial, a escolha do inventariante é irrelevante, uma vez que o mesmo não terá atribuições significativas. No caso do inventário judicial, o inventariante representará o espólio em juízo e perante terceiros, recebendo um encargo mais significativo.

Normalmente é eleito o cônjuge sobrevivente ou o filho mais velho, mas não há regras, o importante é que ele tenha disponibilidade e condições físicas para, eventualmente, ir ao fórum e falar com o advogado, que sempre reportará os acontecimentos ao inventariante, tornando-se porta-voz da família.

7º Passo: Negociar as dívidas

As dívidas do falecido devem ser inventariadas, contudo, é recomendável que o advogado, juntamente com o inventariante eleito, negociem com os credores como e quanto serão pagas antes de abrir o inventário, para que tais dívidas e a forma que elas serão pagas sejam levadas prontas ao processo de inventário. Também mostrará aos credores idoneidade dos herdeiros, facilitando assim acordos vantajosos.

8º Passo: Decidir sobre a divisão dos bens

Esta é a parte mais importante e delicada, como será a divisão dos bens entre os herdeiros. O advogado certamente será responsável por coordenar estas discussões e evitar as brigas. Também será responsável pela estratégia sucessória, a qual engloba, inclusive, eventual Planejamento Sucessório.

Com isso será possível apurar-se os valores que serão despendidos com impostos (ITCMD e ITBI), fazer as divisões de tais valores entre os herdeiros e, por fim, elaborar o Plano de Partilha, que será apresentado ao juiz (ou ao escrivão).

9º Passo: Pagamento dos Impostos

Após a homologação da partilha (judicial) ou a elaboração da minuta de escritura, deve-se declarar o ITCMD pelo site da Secretaria da Fazenda do seu Estado, o qual emitirá uma guia de pagamento do imposto para cada herdeiro.

A declaração contém a indicação dos bens, seus respectivos valores e o plano de partilha e deve ser elaborada pelo advogado e assinada pelo inventariante e estará sujeita à conferência pela procuradoria da fazenda.

O imposto é calculado sobre o valor de mercado de cada bem (em caso de imóvel é o valor para a base de cálculo do IPTU e pode ser obtido no carnê do imposto), em percentuais estabelecidos por cada Estado, no máximo de 8% do valor total dos bens (no Estado de São Paulo o percentual é de 4%).

Há, ainda, hipóteses de incidência do ITBI, quando um herdeiro fica com uma parte maior do patrimônio, entende-se que ocorreu aí compra e venda, incidindo o referido imposto.

10º Passo: Concordância da Procuradoria da Fazenda

Declarado o ITCMD e recolhido o imposto, a Procuradoria da Fazenda irá emitir autorização para a partilha ou para a lavratura da escritura, autorizando o seu prosseguimento.

11º Passo: Emissão do Formal de Partilha ou Escritura Pública

Após, será emitido o Formal de Partilha, no caso de inventário judicial ou Escritura Pública no caso de inventário extrajudicial e o inventário terá se encerrado. Com tais documentos, as partes poderão providenciar os necessários registros nas matrículas dos imóveis, passando-as para seus nomes, como também receberem os valores em dinheiro que existirem e a posse em demais bens móveis que fizerem jus.

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Autor: Danilo Montemurro é advogado, sócio do escritório Berthe e Montemurro Advogados, especializado em Direito de Família e Sucessões, pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC de SP e mestrando pela Faculdade Autônoma de Direito
Fonte: Alice Castanheira - Assessoria de COmunicação e Marketing Jurídico
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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Guia de finanças para pequenos empreendedores

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Para crescer, é necessário focar na gestão da empresa, não apenas no fornecimento de produtos e serviços e na busca por clientes

Pequenos empreendedores, muitas vezes, podem se sentir à deriva quando o assunto é finanças. Por medo, desconhecimento ou ambos, a verdade é que, para crescer, é necessário focar na gestão da empresa, não apenas no fornecimento de produtos e serviços e na busca por clientes. Se as finanças internas não vão bem, a empresa não consegue investir para crescer.

Para ajudá-lo, fizemos um guia com dicas importantes sobre o gerenciamento de pequenos empreendimentos. Leia, aprenda e use sem moderação para prosperar e liderar o mercado.

Alfabetização Financeira

É através dos conhecimentos que podemos construir bases sólidas para fazer o que quisermos de nossas vidas, minimizando as chances de fracasso. Assim, não basta que o empreendedor saiba que ele tem que gerar lucros, ele precisa saber todo o gerenciamento necessário para alcançar os resultados positivos.

Nesse sentido, ainda é importante conhecer bem os conceitos como fluxo de caixa, livro caixa, as siglas dos impostos, estoque, logística, gestão e outros. Ainda, é fundamental saber interpretá-los. Portanto, vá em busca de livros, palestras, cursos para empreendedores, converse com quem já está no mercado para adquirir essa bagagem.

Separe as contas pessoais e empresarias

Essa ideia é primordial! Lembre-se que não é porque você é um pequeno empresário que pode usar apenas uma conta para movimentação financeira! Defina previamente qual será o capital de giro, em quanto serão os investimentos no próprio negócio e qual será o seu pro labore. Dessa forma, você terá o dinheiro que a empresa precisa no início, representado por investimentos iniciais, e o que você precisa para viver.

Faça seu orçamento pessoal e jamais pense em cobrir despesas domésticas, emergenciais ou de lazer com o dinheiro da sua empresa. Você não sabe como poderá recuperá-lo e ele pode fazer falta sim. Da mesma forma, não retire dinheiro da poupança pessoal, por exemplo, para cobrir custos empresariais. Isso descontrola a gestão dela!

Gaste no que for realmente importante

Se já conta com espaço físico e alguns funcionários, além dos salários, precisa pagar contas de luz, água, manutenção de alguns itens, fazer compras e outros. Assim, incentive que sua equipe fique de olho para evitar o desperdício! Fechar bem as torneiras, usar o papel toalha de forma consciente, tomar o café em canecas em vez do copo descartável, não deixar lâmpadas e ventiladores ligados em salas vazias são algumas ações básicas, mas que se somadas fazem grande diferença no caixa

Tenha um contador

Mesmo que seu regime de impostos seja o Simples Nacional, por exemplo, você não deve fazer essa escolha sozinho e nem se sobrecarregar com os assuntos relativos a isso. Escolha uma boa empresa de contabilidade a trabalhe sempre junto a esse profissional.

Use tecnologias que otimizam a gestão

Mesmo que os cálculos pareçam fáceis para você, tomar nota deles e integrá-los não é tão simples. Para isso, folhas e tabelas de Excel são obsoletas e podem deixá-lo confuso. Assim, use um sistema online de gestão empresarial para anotar todas as movimentações financeiras. Além de armazenar com seguranças os dados da empresa, ele é atualizado em tempo real e ajuda você a emitir notas fiscais.

Viu como as finanças não são assustadoras? Tudo o que o pequeno empreendedor precisa é conhecer sobre o assunto e se organizar.

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Autor: Diego Contezini, CEO da Asaas.
Fonte: Arbor Comunicação Integrada - www.arborcomunicacao.com.br
Foto: Divulgação
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SMS como alternativa para PMEs

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No Brasil as micros, pequenas e médias empresas representam 99% do total nacional. Elas são responsáveis por cerca de 57 milhões de empregos – 60% dos postos de trabalho brasileiros – e compões 20% do PIB (Produto Interno Bruto). Apesar desses grandes números, a capacidade delas em investir em ações de marketing com seus clientes ainda é tímida.

O motivo? Custos altos. Colocar anúncios em televisão, rádio, revista ou outdoor são opções caras, principalmente nas grandes cidades. Porém, manter um bom relacionamento com seu cliente, mesmo quando ele está fora da sua empresa é essencial para mantê-lo fiel e sempre presente.

Para auxiliar nessa tarefa há ferramentas tão ou mais eficazes do que uma publicidade tradicional e com um custo bem mais acessível. Uma alternativa abrangente a 100% dos consumidores é o envio de SMS marketing que em muitos casos, mostra um retorno de mais de três vezes sobre o investimento.

Utilizando tecnologia simples de telefonia móvel, sem estar atrelada a aplicativos ou aparelhos sofisticados, o SMS é eficaz com todos os perfis de público, independentemente do serviço ou produto oferecido.

Embora seja um recurso muito utilizado entre os usuários da telefonia móvel, o SMS ainda é pouco explorado pelas empresas, até mesmo pelos varejistas que podem aproveitar essa comunicação de infinitas formas. Vale ressaltar que mesmo com a baixa frequência de empresas que investem no SMS como canal de marketing, os consumidores estão abertos a aceitar esse novo modelo de comunicação, especialmente quando há vantagens para os consumidores

Entretanto, para as ações terem resultados positivos é primordial que essa comunicação seja feita de maneira profissional, sempre respeitando o desejo do cliente em receber ou não esses informativos. Para isso, há empresas no mercado com

know-how para orientar a melhor forma de fazer essa interação. Afinal, o SMS é lido por mais de 90% dos consumidores que o recebe em menos de três minutos.

Pesquisa recente realizada pela Quanti, a pedido da Zenvia, constatou que dos 70% dos entrevistados que revelaram ter recebido algum conteúdo de marketing por SMS, metade deles (52%) gostou da informação. Cupons de desconto e alertas de promoções são os dois principais tipos de conteúdo que os consumidores gostariam de receber por SMS, com, respectivamente, 65% e 62% das respostas. Promoção no modelo leve 3 e pague 2 (42%), convites para eventos (37%) e informações de lançamentos de produtos e coleções estão na sequência (29%)*. Porém os conteúdos enviados atualmente não atendem a esta ordem de importância: apenas 15% revelaram ter recebido cupons de desconto, por exemplo.

Esses últimos dados demonstram claramente que mesmo as empresas que investem nessa ferramenta, ainda desconhecem as ofertas que realmente despertam o interesse dos seus consumidores.

O levantamento evidencia, ainda, que os consumidores estão abertos a receber ofertas por SMS, mas querem conteúdos relevantes e de acordo com o seu perfil. Para isso, as marcas precisam também fazer uma triagem e oferecer a oferta certa para cada público, ou seja, precisam estruturar ações que façam sentido para os seus consumidores em potencial.

Mas nada disso é efetivo, se o consumidor se sentir incomodado em receber o SMS. Por isso, outro ponto importante ao usar o SMS como marketing é possibilitar aos clientes o poder de escolha em receber ou não determinados conteúdos. Para eles mais importante do que autorizar o envio das mensagens por SMS é ter a possibilidade de parar de receber quando quiserem.

Não há dúvidas de que o SMS é um excelente canal de marketing, especialmente para quem tem um orçamento tão restrito. Eficaz, direto e com excelente custo-benefício essa é uma ferramenta que tem tudo para se tornar a favorita das pequenas e médias empresas brasileiras. Para a fórmula dar certo, o segredo é respeitar o cliente e oferecer conteúdo atraente e relevante.

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Autor: Victor Knewitz é sócio-fundador da Zenvia.
Fonte: inpresspni.net
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