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terça-feira, 1 de abril de 2014

Motivação: os cinco desejos fundamentais do ser humano

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O que motiva uma pessoa a agir? Voce sabe estimular uma pessoa a agir? O que mais estimula uma pessoa a agir? Sem uma resposta correta para estes questionamentos não conseguimos tomar as medidas necessárias para motivar os filhos nem as pessoas no ambiente corporativo.

Se a necessidade for física podemos estimular por meios materiais. Por exemplo, oferecendo comida, roupa, dinheiro, etc. Tem uma limitação. Exemplo: estimular uma criança oferecendo balas doces, depois de certa quantidade, repetição não faz efeito. Os estímulos irão diminuir à medida que as necessidades forem sendo satisfeitas.

Se no plano físico a questão é complicada, as necessidades emocionais são muito mais complexas e não podem ser estimuladas materialmente. Uma carência emocional dificilmente pode ser recompensada materialmente e se for será por muito pouco tempo. A necessidade “não física” requer o remédio do estímulo “não material”.

Anos atrás li o livro Educação da Vida do Prof  Massaharu Taniguchi que trata da educação infantil. As crianças excetuando as que vivem na zona da pobreza não sentem as necessidades fisiológicas. Desta forma o objetivo do livro é extrair o potencial de uma criança por meio de estímulos “não físicos”, por meio de palavras.

Diz no seu livro: “O ser humano possui cinco desejos fundamentais: ser reconhecido, amado, elogiado, livre e útil. Quando esses desejos são satisfeitos, o homem encontra a razão de viver”. As crianças e os adultos têm arraigado no seu íntimo estes cinco desejos e querem ser reconhecidos, amados, elogiados e respeitados.

Afirma o Prof. Taniguchi: “Todos possuem no íntimo o desejo de serem reconhecidos, principalmente pelas pessoas que amam e respeitam. No íntimo queremos ser reconhecidos pelos pais, professores e superiores. Aquele que é líder deve levar em conta a existência desses desejos em cada um de seus subordinados”.

Mesmo pessoas famosas com cabelos grisalhos ficam cheias de alegria quando recebem medalhas. Nas crianças o desejo de ser reconhecido é ainda maior. Se perguntar responderá: “Quero ser elogiado pelos meus pais ou professor”. O elogio faz sentir-se amado, ser alguém e consequentemente passa a dedicar mais aos estudos.

Uma criança mesmo muito pequena quer fazer alguma coisa para ser útil. É comum querer ajudar a mãe na cozinha. Se nessa hora a mãe falar: “Saia daí, vai para lá” como estivesse dizendo: “Está me atrapalhando”, o desejo da criança é despedaçada. O desejo de ajudar a mãe não se concretiza, gera a insatisfação, tristeza e revolta.

Mesmo que a manifestação da criança seja um estorvo, a mãe deve agradecer e demonstrar contentamento dizendo: “Você é muito prestativa. Ajude-me a fazer isso”, e diz para fazer outra coisa que não faça-a atrapalhar. É muito importante não desestimular o desejo de ser útil. Deve estimular por meio de elogio e contentamento.

O desejo de amar é o sentimento de se unir, ligar ao outro. É o “desejo de não ser rejeitado”, de “ser alguém” de fazer parte do grupo. O inverso, o ódio é brigar, afastar, rejeitar e ignorar o outro. Estudamos ou trabalhamos com satisfação quando estamos unidos. Fazer parte do grupo é a forma de se sentir amado, “de ser alguém”.

Quando estava no primário e minha mãe dizia: “Massaharu, estude”. Perdia a vontade de estudar. Quando uma mãe diz: “Estude, estude” como que amarrando, sente-se preso e se rebela. O ser humano tem a necessidade de ser livre. Os pais e líderes devem considerar este desejo íntimo do ser humano antes de fazer as cobranças.

A fórmula para desenvolver a capacidade é amar, reconhecer, elogiar, confiar e deixar livre. Repreender pensando: “Quero que melhore”. A intenção é boa, mas não traz benefício porque para justificar a repreensão aponta os pontos negativos. Educar é fazer exteriorizar a parte boa da criança. A forma de extrair a parte boa é elogiar os pontos positivos, fazê-la sentir amada e respeitada.

Os desejos íntimos tanto de uma criança ou de um adulto são iguais. Temos a necessidade de ser amado, reconhecido (ser alguém), sentir útil. A única forma de percebermos é sendo reconhecido por meios de elogios ou vendo o contentamento. Melhor ainda se for reconhecimento formal com cerimônia de entrega de prêmio.

Os líderes e gestores de empresas devem demonstrar o amor, reconhecimento por meio de elogio, confiar e deixar livre para extrair a capacidade dos seus subordinados. A força motivadora está no poder da palavra que utiliza. A forma mais eficiente de motivar uma pessoa é o elogio e o reconhecimento. É a ignição necessária para motivar uma pessoa a agir de forma a expressar a plenitude do potencial máximo.

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Autor: Orlando Oda é administrador de empresas, mestrado em administração financeira pela FGV e presidente do Grupo AfixCode.
Sobre o Grupo AfixCode: www.afixcode.com.br
Fonte: InformaMídia Comunicação - www.informamidia.com.br
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VitrinaPRO: Nova plataforma promete aumentar participação de PMEs no mercado de ecommerce do Brasil

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Voltado para lojistas, micro e pequenos empreendedores, VitrinaPro chega ao mercado como solução para democratizar o comércio eletrônico no país

Competir com os grandes players do ecommerce não é tarefa fácil para micro e pequenos empreendedores, que hoje enfrentam o desafio de se inserirem e aumentarem sua participação no mercado. Uma vez conectados no mundo virtual, tanto os grandes como os pequenos, podem ter chances similares de fazer uma boa oferta de produtos e serviços aos seus consumidores.

Segundo dados do Nosso Planeta Mobile, hoje existem mais de 70 milhões de usuários de smartphones no país, sendo que, desse total,aproximadamente 1/3 já compram produtos e serviços pelo celular.

Números bastante expressivos que motivaram os sócios Saulo Marti, Marcelo Reis, Dalmo Picharki, Ricardo Pedroni e Antônio Sanseverino a lançar no mercado o VitrinaPRO. Oriunda do shopping virtual de moda Vitrina, a nova plataforma permite aos usuários criar sua própria loja online e aplicativos para Android e iPhone por um preço acessível e através de simples passos que não duram mais do que cinco minutos.

“Nossa proposta é democratizar o comércio digital. De acordo com nossas pesquisas de mercado, o custo/hora de um programador é bem variável, podendo ir de R$ 30,00/h a R$150,00/h, dependendo da especialidade, o que torna muito caro o desenvolvimento de sites e aplicativos. O VitrinaPRO garante uma página web profissional com apps nativos (disponíveis na AppStore e Play Store) e todo o controle do servidor é realizado por nós, o que faz com quequalquer um agora possa ter sua própria loja virtual e aplicativos por um preço muito acessível e sem necessidade alguma de conhecimentos técnicos de programação ou design. Sem dúvida é a chance que todos esperavam para terem seus próprios aplicativos para vender seusprodutos”, explica Saulo Marti, CEO e Cofounder do Vitrina, plataforma de origem do novo aplicativo.

Hoje, apesar de já demonstradas as vantagens de se inserir no comércio eletrônico e mobile,como a velocidade de exposição, o aumento da capilaridade de atuação e a redução de custos,muitos MPEs ainda não estão “experimentando” o ambiente virtual e não conhecem as ferramentas que permitem explorar o ecommerce em sua plenitude, usando como estratégia importante para os seus negócios.

O VitrinaPRO vem para mudar essa realidade e permitir que esse setor tenha uma participação cada vez maior nesse cenário. A ferramenta é voltada especialmente para vendedores que desejam ter um contato mais próximo com seus clientes, possibilitando que os produtos fiquem disponíveis 24hrs pelo celular e pelo computador. Isso não apenas aumenta a probabilidade de venda, mas permite que lojistas, pequenos e médios empreendedores se insiram no crescente mundo do comércio digital do Brasil.

Através do painel de controle, o lojista pode acompanhar as vendas, receber informações de potenciais compradores, mandar mensagens direto na tela do celular de seus clientes e gerenciar suas plataformas de maneira simples e intuitiva. As compras são finalizadas dentro da própria loja virtual, e os pagamento são concluído através de cartão de crédito e contas PayPal ou PagSeguro, funcionalidade ainda insipiente em sites de micro e pequenos empreendedores que já estão nesse mercado, de acordo com o “Estudo de tendências de uso de internet nas pequenas e médias empresas da América Latina”, que ressaltou que apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permite atualmente as transações online.

A nova plataforma vem para mostrar que hoje, com pouco investimento, já é possível que pequenos empreendedores e lojistas possam pegar a crescente onda do ecommerce no Brasil, aumentando sua participação e competindo de igual para igual com os gigantes do mercado do mundo inteiro.

Para mais informações acesse o site www.vitrinapro.com.br

Serviço - Planos

+ Android– R$79/mês
Versão web + 1 aplicativo Android

Exclusivo Smartphones– R$89/mês
Versão exclusiva para mobile– Android + iPhone

Solução Completa– R$99/mês
Versão Web + 2 aplicativos (Android eiPhone)

*Todos os planos possuem quantidade ilimitada de produtos, layout editável, banner para destaques ou promoções e painel de controle.

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Fonte: Ação & Comunicação - www.acaocomunicacao.com.br



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quarta-feira, 26 de março de 2014

Nas entrelinhas do Marco Civil da Internet

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A Câmara dos Deputados aprovou na noite dessa terça-feira, dia 25, o novo Marco Civil da Internet brasileira. Debatido desde o início de 2011 e turbinado ano passado por conta do "Caso Snodew", a legislação agora passa a ser debatida no Senado para posterior sanção da Presidência da República. Embora do ponto de vista legal represente um avanço no sentido de assegurar direitos do internauta - haja vista consagrar um princípio básico da internet - na neutralidade do ponto de vista prático, pouca coisa mudará.

O conceito de neutralidade traduz-se pela igualdade dos usuários no qual tange aos conteúdos acessados. Recentemente debatido nos Estados Unidos, tal assunto foi parar na justiça no início do ano quando a Netflix, empresa que vende conteúdos de filmes a baixo custo, pagou mais a uma provedora de acesso à internet (Verizon) para priorizar a entrega de seus vídeos e filmes. Para melhor contextualizar, filmes são os arquivos mais "pesados" que trafegam na internet, e por isso, os que são mais difíceis de trafegar e que exigem maior largura de banda.

Considerando que banda é custo para as operadoras e por isso pode ser cobrada, pagando mais quem usar mais, a Justiça norte americana determinou que é licito a Netflix pagar mais à operadora. Na mesma decisão, a Justiça americana determinou que o FCC (Federal Communication Comission) é competente para incentivar a competição entre operadoras e deve arbitrar a questão com vistas a defesa dos direitos do consumidor. O assunto ainda está se desenrolando lá, e em razão disso, Tim Berners-Lee, um dos criadores da internet, festejou a disposição do governo brasileiro por ser o primeiro Estado no mundo a regular o assunto e criar uma lei específica.

Boas intenções à parte, o que muda na vida dos brasileiros? Muito pouco. Em termos práticos, a internet vai ficar mais barata? Não. Continuará existindo vários tipos de pacotes que vão definir a qualidade que o consumidor terá. Se a lei for sancionada como está pode impedir que no futuro seja cobra pelo acesso por tipo de conteúdo, fato que sem dúvida representa um avanço. Em verdade, como agora os provedores serão obrigados a armazenar informações do acesso de cada computador, pode ser que fique até mais caro, pois terão que se equipar para isso e provavelmente transferirão esse custo. E quanto à qualidade, melhorará? Isso independe de lei, mas sim da postura das autoridades brasileiras em face das operadoras.

E a espionagem, vai acabar? Não. A espionagem, uma das profissões mais antigas do mundo, continuará existindo, pois ela ocorre em grande escala nas empresas PTT (Pontos de Troca de Tráfego) nas mídias sociais, e em grandes corporações privadas norte-americanas denunciadas por Snodew. De fato, Obama vai continuar ouvindo quem bem entender. Já em pequena escala, a espionagem continuará ocorrendo nos grampos oficiais (ou não), que continuarão submetidos a ordem judicial para serem válidos, aliás, como sempre foi. Mais do mesmo.

E quanto aos conteúdos? O responsável pela publicação, não o provedor, fica integralmente responsável pelo conteúdo, devendo ser retirado após ordem judicial, exceto conteúdos ligados a pedofilia e outros de natureza sexual, que devem ser removidos imediatamente.

De um modo geral, a lei dá um passo no sentido de garantir direitos já consagrados pela Constituição Federal Brasileira no ambiente digital. Para seu sucesso, resta-nos torcer para que as autoridades brasileiras a usem em benefício do consumidor, fiscalizando de perto as operadoras e provedores de acesso de modo a evitar o aumento nas tarifas cobradas ao povo brasileiro.

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Autor: Dane Avanzi é advogado, empresário do setor de engenharia civil, elétrica e de telecomunicações. É diretor superintendente do Instituto Avanzi, ONG de defesa dos direitos do consumidor de telecomunicações e vice-presidente da Aerbras - Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil. Sobre o Grupo Avanzi: www.grupoavanzi.com.br
Fonte: InformaMídia Comunicação - www.informamidia.com.br
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Bom texto publicitário + Neuromarketing = case de sucesso

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Ao longo dos anos a humanidade acompanhou o desenvolvimento tecnológico e foi testemunha da criação de itens e mais itens de bens de consumo que facilitam o cotidiano da sociedade contemporânea. Entre eles o automóvel, o telefone, o computador, o caixa eletrônico e, mais atualmente, seus pares, como o carro flex, o smartphone, o ultrabook, e o internet banking, apenas para citar alguns exemplos corriqueiros.

Claro que a velha lei da oferta e da procura continua a mesma de décadas atrás e, se temos novas opções no mercado e compradores prontos para abrir a carteira, temos também muita concorrência! Em virtude da excessiva quantidade de mensagens publicitárias que faz parte do dia-a-dia dos consumidores, não basta mais criar campanhas de marketing com a ideia de entregar ao público o que ele quer. Agora é necessário entregar a ele o que ele quer, mas da forma como ele pensa.

De acordo com o Neuromarketing, a maior parte das decisões de compra é tomada no nível subconsciente de nossa mente. Portanto, se quisermos que o nosso consumidor nos escolha, é preciso falar diretamente com a área da mente responsável pela tomada de decisões: o cérebro reptiliano.

É aí que entram em cena as técnicas de redação publicitária (alimentadas pelas inúmeras possibilidades que a Língua Portuguesa põe à disposição) casadas com os resultados que as pesquisas neurológicas trouxeram à tona. Se o marketing tem a árdua missão de convencer o público-alvo a escolher a marca Y em detrimento da Z, porque não utilizar as características cerebrais de nossos consumidores, apontadas pelo Neuromarketing, como base para o desenvolvimento das mensagens publicitárias?

Textos em circuito fechado, associação semântica, coesão textual, linguagem diferenciada para cada target, apelos call-to-action, discurso deliberativo, entre tantas outras técnicas de redação podem (e devem!) ser utilizadas na hora de criar peças publicitárias. Indiferente se as mensagens sejam apenas textuais, como é o caso das campanhas de links patrocinados, ou se sejam fruto do casamento entre um bom texto e uma imagem atrativa.

Essas aplicações ajudam a ativar os neurônios espelhos e os marcadores somáticos dos interlocutores; amplificam o resultado do uso de inimigos, adotado pela publicidade já há muitas décadas; promovem o poder da dopamina, o chamado hormônio do prazer que nos faz querer repetir as atitudes que nos proporcionam experiências positivas (inclusive o uso de produtos e/ou serviços), além de enriquecer as campanhas com o marketing sensorial, que coloca os sentidos humanos em alerta, acelerando as decisões de compra.

Se antigamente as máximas do marketing indicavam que uma boa campanha era aquela que vendia os desejos afirmados pelos consumidores, atualmente as peças que podem se tornar um case de sucesso são aquelas direcionadas exclusivamente à mente dos interlocutores e que ficam armazenadas em seu subconsciente, para que sirvam como um voto de minerva na hora de escolher qual produto colocar no carrinho.

Aos redatores e profissionais de criação, aproveitem as descobertas da Neurociência e, principalmente, do Neuromarketing para desenvolver mensagens publicitárias que se transformem em lembranças vivas na mente de seus consumidores e estejam presentes nos milissegundos que separam um produto do status de sonho de consumo para compra realizada.

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Autora: Lilian Gonçalves desenvolve campanhas de marketing digital e pesquisas sobre inteligência de mercado e comportamento do consumidor. Com o tema “Neuromarketing aplicado à redação publicitária”, será uma das palestrantes no Neurobusiness Expo Forum (www.neurobusinessexpoforum.com), a ser realizado em 16, 17 e 18 de maio, em São Paulo-SP.
Fonte: RZT Comunicação - www.rztcomunicacao.com.br
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terça-feira, 25 de março de 2014

Especialistas discutem o futuro da tributação no Brasil

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A Associação Brasileira de Direito Financeiro promove, de quarta a sexta-feira (26 a 28/3) o III Congresso Internacional de Direito Tributário do Rio de Janeiro, no Hotel Rio Othon, em Copacabana, com a participação dos mais renomados especialistas e autoridades do Judiciário, do Executivo e do Legislativo.

Com o tema central “Tributação, Internacionalização e Perspectivas”, o evento será aberto na quarta-feira, às 8h45, com exposições do tributarista e professor Sacha Calmon, diretor presidente da ABDF e sócio do escritório Sacha Calmon – Misabel Derzi Consultores e Advogados, e ainda, de Luis Inácio Adams (advogado geral da União), Andrés Valle (vice-presidente da IFA) e de Agostinho Toffoli Tavolaro (presidente honorário da ABDF/IFA Brasil).

O ministro Marco Aurélio de Mello, do Supremo Tribunal Federal, estará na sessão de encerramento do evento, na sexta-feira, às 17h30, que prevê uma conferência sobre o futuro do sistema tributário brasileiro e uma homenagem ao professor Condorcet Rezende.

O evento conta apoio da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil, da International Fiscal Association e da Associação Brasileira de Direito Tributário. A programação completa do congresso e as fichas de inscrições podem ser acessadas pelo site http://ifabrasil2014.com/.

Veja a programação:

III CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITO TRIBUTÁRIO DO RIO DE JANEIRO

Quarta-feira
8:00 - Chegada e recepção de material
8:45 - Conferência de abertura. Os 65 anos da ABDF. Histórico e contribuição para o Direito Tributário Brasileiro. Interpretação dinâmica e evolução do Direito Tributário na Jurisprudência do STF. Perspectiva internacional dos sistemas tributários para os próximos anos.
Luis Inácio Adams. Advogado Geral da União
Andrés Valle. Vice-Presidente da IFA
Sacha Calmon Navarro Coelho. Presidente da ABDF/IFA Brasil. Professor titular aposentado da UFRJ. Advogado
Agostinho Toffoli Tavolaro. Presidente Honorário da ABDF/IFA Brasil. Advogado
10:15 - Coffee break
10:45 - Sala I
Tratados para evitar a dupla tributação da renda. Aplicação da cláusula do artigo 7º dos tratados no caso de serviços prestados no Brasil e no exterior. Atual quadro jurisprudencial e Direito Comparado. Os comentários da OCDE e a sua influencia nos países não membros. O Parecer PGFN/CAT nº 2363/2013.
André Gomes de Oliveira. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Comitê Executivo da IFA. Advogado
Sergio André Rocha. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Professor da UERJ. Advogado
Alberto Xavier. Vice-Presidente da ABDF/IFA Brasil. Professor da PUC/RJ. Advogado
Presidente de Mesa
Breno Kingma. Diretor GDT. Advogado
10:45 - Sala II
Tributação dos lucros por coligadas e controladas no exterior. Cenário atual e futuro. A decisão do STF e a nova regulamentação, para pessoas jurídicas e físicas, e as emendas à MP 627/2013 A experiência internacional acerca da tributação de lucros do exterior.
Roberto Duque Estrada. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Advogado
André Martins de Andrade. Advogado
Heleno Torres. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Professor da USP
Agostinho do Nascimento Netto. Procurador Regional da Fazenda Nacional na 2ª Região
Presidente de Mesa
Gustavo Amaral. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Procurador do Estado do Rio de Janeiro
12:15 - Intervalo para almoço
14:30 -Sala I
A coisa julgada em matéria tributária. Efeitos prospectivos e modulação. Rescisória e revogação implícita da coisa julgada. A retroatividade tributária no Direito Comparado.
Luiz Gustavo Bichara. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Conselheiro da OAB. Advogado
Fábio Martins de Andrade. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Advogado
Igor Mauler Santiago. Diretor da ABDF/IFA Brasil e da ABRADT. Advogado
Leonardo Antonelli. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Advogado
Presidente de Mesa
Marta Neves. Coordenadora do IBET/SC. Advogada
14:30 - Sala II
Tributação da Renda e a normatização contábil (CPC x IFRS): Inconsistências e efeitos fiscais. Instrução Normativa 1.397/13, MP 627/2013 e sua regulamentação. A situação dos dividendos, dos juros sobre o capital próprio e do ágio.
Ana Claudia Akie Utumi. Diretora da ABDF/IFA Brasil e Membro do Comitê Científico da IFA. Advogada
Mary Elbe Queiroz. Conselheira da ABDF/IFA Brasil. Presidente do IPET. Advogada
Denise Lucena. Conselheira da ABDF/IFA Brasil. Professora da UFCE. Procuradora da Fazenda Nacional
Presidente de Mesa
Maria de Fátima Ribeiro. Professora da Universidade Federal de Londrina. Advogada
16:00 - Coffee break
16:30 - Sala I
Os desafios do planejamento tributário doméstico e internacional. As tendências construídas com a jurisprudência administrativa e judicial. A influência dos princípios e da prática estrangeira.
Demetrius Nicheli Macei. Professor da Unicuritiba. Advogado
Marco Aurélio Greco. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Professor da FGV/SP
Raquel Novais. Advogada
Presidente de Mesa
Carlos Adolfo Teixeira Duarte. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Advogado
16:30 - Sala II
A não cumulatividade do PIS e da COFINS. O conceito de insumo e a evolução jurisprudencial, em âmbito administrativo e judicial sobre o tema, considerando os diferentes segmentos da economia.
Karem Dias. Conselheira do CARF. Advogada
Gilberto Fraga. Advogado
Maurício Faro. Conselheiro da OAB e do CARF. Advogado
Presidente de Mesa
Lourdes Helena Moreira de Carvalho. Diretora da ABDF/IFA Brasil. Advogada
19:00 - Cocktail

Quinta-feira
8:45 - Sala I
Regimes aduaneiros especiais. Conceito e principais espécies: Drawback, Admissão temporária, Recof, Recopa, Reintegra.
Adilson Rodrigues Pires.
Vice-Presidente da ABDF/IFA Brasil.
Professor da UERJ. Advogado
Ernesto Trouw. Diretor do GDT. Advogado
Bianca Xavier. Professora do IBMEC/RJ. Advogada
Tom Pierre. Chefe do Serviço de Orientação Tributário da Inspetoria da Receita Federal do Rio de Janeiro (Seort-IRF-RJO). Professor da FGV. Management MBA em COMEX
Presidente de Mesa
Luís Felipe Krieger Bueno. Diretor do GDT. Advogado
8:45 - Sala II
Direito Penal Tributário. O fim do processo administrativo como questão de procedibilidade. Extinção da punibilidade e pagamento e parcelamento. A atual posição do STF. Natureza jurídica das multas fiscais. Limites e princípios impostos pelo Direito Penal.
Paulo Coimbra. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Professor da UFMG. Advogado
Alejandro Altamirano. Professor da Universidad Austral
Paulo Caliendo. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Professor da PUC/RS
Daniel Gudiño. Diretor do GDT
Presidente de Mesa
Daniel Marcelino. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Advogado
10:15 - Coffee break
10:45 - Sala I
Tributação da exploração e produção de petróleo e gás. O atual estágio do REPETRO. Creditamento do PIS/COFINS na fase de exploração. A consolidação e unificação das obrigações tributárias principais e acessória para o ICMS no upstream e downstream.
Gustavo Damazio de Noronha. Professor da PUC/RJ. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Advogado
Gustavo Brigagão. Professor da FGV/RJ. Secretário Geral da ABDF/IFA Brasil. Membro do General Council da IFA. Advogado
Ivan Tauil. Advogado
Fernando Scaff. Professor da USP. Advogado
Presidente de Mesa
Guido Rogério Macedo Silveira. Diretor Jurídico do SINDICOM. Advogado
10:45 - Sala II
A tributação das telecomunicações. Tributação das operações internacionais (roaming e dados). Superposição de incidências interventivas e de tributos sobre tributos. A alteração do Tratado de Melbourne e suas implicações na tributação internacional de Telecom.
Tácio Lacerda Gama. Professor da PUC/SP. Advogado
Fabio Fraga. Diretor do GDT. Advogado
Crisley Feitoza. Professora da PUC/RJ. Advogada
Presidente de Mesa
Gustavo Baptista Alves. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Advogado
12:15 - Intervalo para almoço
14:30 - Sala I
Preços de transferência. A atual normatização e compatibilização com os critérios internacionais OCDE e os tratados para evitar a dupla tributação de renda celebrados pelo Brasil. Preços de transferência sobre intangíveis e operações back-to-back. O novo método de cálculo para o setor de Commodities. Instrução Normativa 1.395/13.
Guillermo Teijeiro. Professor da Universidad Católica de Buenos Aires. Membro do Comitê Científico da IFA. Advogado
João Dacio Rolim. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Advogado
Julio Chamarelli de Cepeda. Advogado
Presidente de Mesa
Suzy Hoffman. Conselheira do CARF. Advogada
14:30 - Sala II
As regras brasileiras de subcapitalização: conceito e alcance, financiamento de empresas via capital e/ou dívida. Modalidades e garantias. Questões relevantes, parâmetros e perspectivas internacionais quanto aos princípios e normas que regem os aspectos fiscais da subcaptalização das empresas.
Dali Bouzoraa. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Tributarista. Ex-Diretor do IBFD
Linneu de Albuquerque Mello. Professor da FGV/RJ. Advogado
Renata Emery. Advogada
Presidente de Mesa
Leticia Mello. Advogada
16:00 - Coffee break
Sala I - Apresentação da WU University e Institute for Austrian and International Tax
16:30 - Sala I
Conflito de competências no ISS. Conceito de estabelecimento ante a LC 116 e atual posição jurisprudencial.
Eduardo Maneira. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Professor da UFRJ. Advogado
Ricardo Almeida. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Procurador do Município do Rio de Janeiro
Betina Trieger Grupenmacher. Conselheira da ABDF/IFA Brasil. Professora da UFPR
Gustavo Brigagão. Professor da FGV/RJ. Secretário Geral da ABDF/IFA Brasil. Membro do General Council da IFA. Advogado (Debatedor)
Presidente de Mesa
Daniel Dix. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Advogado
16:30 - Sala II
A MP 627, a Extinção do RTT e seus Principais Impactos na Tributação das Pessoas Jurídicas (Lucro real, presumido e arbitrado). Novo Conceito de Receita Bruta. Avaliação a Valor Justo, Reorganização Societária e Tributação Diferida. Vigência das Normas da MP 627 e Antecipação dos Distintos Regimes nela Previstos. Questões Polêmicas.
Silvio Ribeiro Teles. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Contador
Boris Lerner. Consultor
Roberto Haddad. Advogado
Ian Muniz. Advogado
Presidente de Mesa
Luiz Henrique Barros de Arruda. Conselheiro da ABDF/IFA Brasil. Advogado

Sexta-feira
8:45 - Sala I
O Sistema Tributário e a Federação Brasileira. A nova regulamentação do ICMS. A Resolução 13 e seus aspectos conflitivos. A divulgação do preço, conceito de similar nacional e lista CACEX. Os incentivos fiscais e os tratados do Mercosul e do GATT. Government takes e tributação. Os royalties do petróleo.
Paulo de Barros Carvalho. Professor da USP e PUC/SP. Vice-Presidente da ABDF/IFA Brasil. Presidente do IBET
Paulo Ayres Barreto. Professor da PUC/SP. Advogado
Raquel Preto. Presidente do IASP. Conselheira da ABDF/IFA Brasil. Advogada
Fabricio do Rozario Valle Dantas Leite. Procurador do Estado
Presidente de Mesa
Marcos André Vinhas Catão. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Comitê Científico da IFA. Professor da FGV/RJ. Advogado
8:45 - Sala II
A importação de serviços no âmbito federal. Tributação do IRRF, CIDE e PIS/COFINS. Critério para a incidência da CIDE-Tecnologia e sua respectiva base de cálculo. Serviços técnicos, administrativos e assemelhados. Aspectos relativos ao BACEN e INPI. Compatibilidade da CIDE com os tratados para evitar a dupla tributação da renda celebrados pelo Brasil. Compartilhamento de custos e seu regime tributário.
Gabriel Leonardos. Advogado
André Carvalho. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Advogado
Marcus Lívio Gomes. Professor da UERJ. Representante da ABDF/IFA Brasil junto ao ILADT. Juiz Federal
Presidente de Mesa
Antonio Carlos Florêncio de Abreu e Silva. Vice-Presidente da ABDF/IFA Brasil. Advogado
10:15 - Coffee break
10:45 - Sala I
A regulamentação do ICMS e a Guerra Fiscal. Aspectos críticos. Necessidade de mudança da deliberação pelo CONFAZ. Alíquotas internas e interestaduais. Critério jurídico e a divergência de interpretação da LC 87/96 no contencioso do ICMS nos Estados (tribunais e conselhos administrativos).
Ronaldo Redenschi. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Conselho de Contribuintes do Estado do Rio de Janeiro. Advogado
Sergio Pyrrho. Subprocurador Geral do Estado do Rio de Janeiro
Carlos Henrique Bechara. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Professor de Direito Tributário da PUC/RJ. Advogado
Palestrante e Presidente de Mesa
Bruno Lyra. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Young IFA Central Committee. Advogado
10:45 - Sala II
BEPS (Base Erosion Profit Shifting). Medidas Internacionais de Combate à Elisão Fiscal.
Alejandro Esteban Messineo. Professor da Universidad Austral
Alvaro Villegas. Professor da UPSA – Santa Cruz de la Sierra
Ana Claudia Akie Utumi. Diretora da ABDF/IFA Brasil e Membro do Comitê Científico da IFA. Advogada
Clemens Schindler. Advogado
Ricardo Escobar. Advogado
Marcos André Vinhas Catão. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Comitê Científico da IFA. Professor da FGV/RJ. Advogado (Debatedor)
André Gomes de Oliveira. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Comitê Executivo da IFA. Advogado (Debatedor)
12:15 - Intervalo para almoço
15:00 - Sala I
ICMS e IPI. Isenções, alíquota zero, bonificações e estorno de crédito. A atual posição jurisprudencial.
Sérgio Fontenelle. Advogado
Ricardo Lodi. Professor da UERJ. Presidente da SBDT. Advogado
Richard Edward Dotoli. Advogado
Presidente de Mesa
Jonathan Barros Vita. Conselheiro do CARF e do TIT/SP. Advogado
15:00 - Sala II
Serviços de comunicação. Exclusão de valores da base de cálculo do PIS/COFINS e ISS. As contribuições interventivas em setores regulados.
André Mendes Moreira. Professor da UFMG. Advogado
Leonardo Rzezinski. Advogado
Palestrante e Presidente de Mesa
Antonio Reinaldo Rabelo Filho. Mestre em Direito Tributário PUC/SP. Especialista em Direito Empresarial IBMEC/RJ. Diretor da Associação Brasileira de Estudos Tributários das Empresas de Telecomunicações – ABETEL. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Advogado.
16:30 - Coffee break
17:30 - SALA UNIFICADA
Conferência de encerramento. Homenagem ao Professor Condorcet Rezende
O futuro do sistema tributário brasileiro.
Marco Aurelio Mello. Ministro do STF
Sacha Calmon Navarro Coelho. Presidente da ABDF/IFA Brasil. Professor titular aposentado da UFRJ. Advogado
Condorcet Rezende. Presidente Honorário da ABDF/ IFA Brasil. Advogado
André Gomes de Oliveira. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Comitê Executivo da IFA. Advogado
Bruno Lyra. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Young IFA Central Committee. Advogado
Gustavo Brigagão. Professor da FGV/RJ. Secretário Geral da ABDF/IFA Brasil. Membro do General Council da IFA. Advogado
Marcos André Vinhas Catão. Diretor da ABDF/IFA Brasil. Membro do Comitê Científico da IFA. Professor da FGV/RJ. Advogado

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Fonte: Original 123 Comunicações - www.original123.com.br
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Os quatro vetores que geram valor e empurram a modernização da empresa

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Todos estão cansados de ouvir siglas e nomes esquisitos no terreno da administração de empresas. Todavia, o conceito mais recente, de tão revolucionário, pode surpreender positivamente os céticos por romper com modismos. Afinal, são muitas as grandes empresas em todo o mundo que passaram a implementar com notáveis progressos o Escritório de Transformação de Processos (BPTO, por suas siglas em inglês)

Com ele, as empresas líderes de setores como indústria, farmacêutico, consumo massivo e financeiras, entre outros, podem reinventar e melhorar seus processos de negócio e gerar diferencial valioso frente aos seus concorrentes.

Na América Latina, são poucas as empresas que adotaram o novo modelo, mas graças aos avanços tecnológicos hoje a região está em uma posição privilegiada para a rápida adoção de mudanças nos processos de negócios, muitas vezes em melhor forma do que os países desenvolvidos, que têm que conviver com soluções intermediárias que foram superadas pelo avanço tecnológico.

A administração dos processos de negócio é atualmente uma capacidade chave nas empresas. Os processos de negócio devem se atualizar, se tornar mais eficientes e evoluir constantemente para garantir o diferencial competitivo da empresa no mercado.

A BPTO se baseia em quatro pilares fundamentais:

1. Administração de Valor - orientado a identificar onde estão as áreas de geração de valor da companhia e, uma vez feita a análise, conseguir monitorar os resultados obtidos com a melhoria.

2. Administração de Processos de Negócio - focado num processo eficiente de análise, definição, implementação e controle de Processo. Abarca desde componentes de modelagem e documentação dos processos de negócio, até ferramentas sofisticadas de monitoração e medição de processos, assim como metodologias de análise e reengenharia.

3. Administração da Mudança das Pessoas - se analisam os componentes mais soft do negócio. Quando a nova forma de operar estiver definida – mediante os pilares anteriores– é necessário conseguir com que as pessoas adotem a mudança e estejam capacitadas para executá-la. Identificar quais são as possíveis resistências à mudança, interesses dos diferentes grupos de stakeholders, necessidades de treinamento, falta de conhecimento das iniciativas e atuar de acordo com o objetivo de acelerar o máximo possível a adoção dos novos processos.

4. Administração de Programas de Projetos - é vital para garantir que as iniciativas sugeridas sejam implementadas em tempo hábil. Isso requer planejamento adequado e ter metodologias que efetivamente gerenciem o portfólio de projetos que um Escritório de Transformação tem. É o pilar que garante que as iniciativas sejam implementadas de forma eficiente e em conformidade com os objetivos de transformação definidos.

É importante ressaltar que nem todos os Escritórios de Transformação são iguais. Suas funções, tamanho e complexidade variam de acordo com as necessidades das empresas. O que muitas vezes acontece é que os diferentes componentes deste escritório já existem em uma empresa, mas de forma isolada e em muitos departamentos diferentes. A melhor estratégia é reunir os quatro componentes numa área da empresa para melhorar a eficácia dos processos de transformação.

Além disso, as pessoas responsáveis por esses pilares devem compreender a estratégia de negócios da empresa, de modo que esteja sempre acompanhada de soluções de melhoria, tecnológica ou de processos, para implementar. Independentemente da estratégia de implementação, é fundamental que o Escritório de Transformação demonstre rapidamente sua contribuição de valor para a empresa. É através destes sucessos que o alcance cresce para se tornar o motor da evolução e melhoria contínua.

É fundamental para as empresas compreenderem como as tecnologias podem melhorar seus processos e como eles podem ser transformados em um diferencial de mercado. A revolução digital permite formas inovadoras de atingir o cliente e produzir bens e serviços, e o Escritório de Transformação desempenha um papel decisivo nesta inovação.

Por exemplo, hoje é possível processar milhões de registros em segundos através de soluções de processamento em memória, com o fenômeno do BigData. Existem vários processos que podem ser revolucionados, isto é, por esta solução rapidamente habilitá-lo nas soluções de cloudcomputing que automatizam os processos de RH até CRM para gerar comunidades internas ou externas através de soluções de Social Business, ou mobilizar os processos de negócio nos smartphones dos consumidores.

O Escritório de Transformação é a ponte que transforma estas novas oportunidades em valor para a empresa. A empresa conhece os processos de negócios atuais e suas áreas de oportunidade, e compreende as tecnologias existentes e suas possibilidades.

Após analisar o valor potencialmente gerado, tem a capacidade para implementar a transformação, tanto em processos como indivíduos. Em última análise, garante a execução da estratégia de negócios da organização e a prepara para se renovar constantemente de forma eficiente.

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Autor: Santiago De Urquiza - Vice-Presidente do Grupo ASSA para a Indústria de Bens de Consumo e Manufatura
Fonte: Consultoria Nacional de Comunicação
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Na contramão: A área de recursos humanos não deve ser estratégica

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Posso deixar muitos colegas de profissão atônitos. Calma, eu reforço e explico o conceito. Primeiro, vamos ao significado da palavra “estratégia”. Ela vem do grego stratègós e designava o comandante militar. Com tempo, assumiu o sentido de habilidades de gestão, com nuances de administração, liderança e oratória. Já segundo Henry Mintzberg, é a forma de pensar no futuro, integrada ao processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados.

Nas empresas, percebemos, hoje, que estratégia refere-se ao desafio de alinhar os planos da alta administração com o operacional para alcançar resultados consistentes com a missão e objetivos gerais da companhia. O RH deve pensar e entender o negócio e auxiliar a alcançar as metas e a visão da empresa. Para isso, tem de estar pautado por análises, indicadores, assertividade e visão sistêmica. Assim, o RH não deve ser detentor da estratégia ou ser estratégico, ele deve fazer parte da estrada que leva à concretização de objetivos.

Toda empresa ou instituição precisa de resultados. São os colaboradores que fazem a engrenagem funcionar e a gestão é primordial para isso. O que complica é que, muitas vezes, há gestores que não foram ou não estão preparados para atuar na condução de pessoas, mas são excelentes na técnica. Essa é uma questão deve ser trabalhada pelo próprio RH, como viabilizador e capacitador da gestão. E se uma empresa planeja expandir, é necessário que o RH também esteja alinhado com o business plan. Uma projeção de crescimento acelerado deve ser suportado por pessoas, tecnologias e processos.

Minha opinião sobre RH ser ou não estratégico não era tão taxativa, mas a experiência trouxe outra percepção. Há quatro anos, aceitei o desafio de transformar uma área de DP em um dos pilares de concretização da estratégia de uma empresa que tinha claramente o objetivo de ser referência em tamanho, faturamento e serviço.

Saímos de 250 a 2.050 colaboradores em quatro anos, tivemos crescimento anual de cerca de 130%, inauguramos operação em dois novos países e, no Brasil, passamos de duas para cinco plantas em dois anos. O RH não determinou essa estratégia, mas foi fundamental para saber os desafios e propor soluções.

Não há mistério. O RH não é estratégico, e sim um dos pilares que permite a concretização da estratégia. Detalhe sutil que faz toda a diferença. É a empresa quem dá voz ao RH e o envolve no planejamento, na construção das metas e objetivos.

Sempre me questiono como uma empresa pode se planejar ou construir seu caminho sem envolver quem cuida de pessoas. E longe de mim dar uma ênfase romântica a essa questão. A ideia aqui é assertividade e engajamento para o alcance de resultados sustentáveis. E como tudo tem seu “preço”, a contrapartida é respirar o negócio, ter o espirito desbravador, inovar e estar inserido. Tudo isso demanda esforços e uma dedicação diferenciada. Mas que garanto: valem a pena.

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Autora: Luciana Machado, head de Recursos Humanos da Netshoes
Fonte: RMA Comunicação - www.rmacomunicacao.com.br
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