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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

7 dicas para tornar assembleias de condomínios mais atrativas, calmas e produtivas

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Apesar de fundamentais na gestão de um condomínio, as assembleias até hoje são mal vistas. Quando não são tediosas, indo até tarde da noite, terminam em discussão e até mesmo agressões físicas entre vizinhos. De acordo com Daphnis Citti de Lauro, sócio da CITTI Assessoria Imobiliária, os maiores problemas são a falta de objetividade e o tempo de duração dessas reuniões.

“As pessoas conversam entre si, discutem, falam todas ao mesmo tempo e até abordam coisas que nada têm a ver com o que está sendo tratado. Com isso, as assembleias se alongam, os participantes se cansam e vão se retirando pouco a pouco, com o firme propósito de não participarem da próxima”, afirma o especialista.

Segundo Daphnis, é possível, com algumas atitudes, tornar esses encontros mais atrativos, tranquilos e produtivos. “O ideal é que a assembleia tenha no máximo uma hora e meia, com a pauta sendo seguida à risca. Isso tornará o ambiente agradável e construtivo, facilitando a tomada de decisões.”

Confira 7 dicas do especialistas:

1) Elaborar uma pauta curta: É melhor realizar mais assembleias durante o ano com, no máximo, três itens, do que uma anual com nove ou dez. Elas serão mais rápidas, não cansarão, e propiciarão maior objetividade e melhores resultados.

2) Não incluir assuntos gerais (sempre que possível): Pedidos, sugestões ou queixas podem ser feitas pessoalmente, por e-mail ou telefonema. Não é preciso esperar a assembleia para reclamar do hall do andar que está sujo, do vaso cuja planta está morrendo, do porteiro noturno que dorme, etc.

3) Não permitir debate das decisões da última assembleia: Em muitas ocasiões, os condôminos pensam ser possível rediscutir os assuntos da assembleia passada, quando na verdade é feita uma leitura apenas da redação que se ratifica ou altera. Isso acontece quando certo trecho não refletiu exatamente o que foi dito ou decidido ou, ainda, algo foi omitido. Alguns insatisfeitos com as decisões do encontro anterior aproveitam-se deste item para tentar alterá-las, o que não é possível nem deve ser permitido.

4) Distribuir a previsão orçamentária com antecedência: Desta forma, os condôminos poderão ler detalhadamente e decidir com maior propriedade, evitando perda de tempo. O síndico e a administradora encontram muita dificuldade em fazer com que os condôminos entendam o objetivo da previsão, que é definir pela manutenção ou aumento do valor da taxa condominial. Isso baseado em números das despesas e receitas. O problema é que muitas vezes os condôminos, nas assembleias, não entendem o objetivo da previsão orçamentária, fazem críticas pontuais aos valores constantes da previsão e desviando o foco. A discussão sobre medidas para diminuir as despesas não é a finalidade desse item.

5) Locar uma sala fora do condomínio para realização da assembleia: Em geral, as reuniões são realizadas no salão de festas. Estes espaços, além de terem eco, o que causam incômodo especialmente a moradores de andares próximos, geram um clima informal demais, incentivando mais a conversa do que a discussão e decisão de assuntos importantes. Existem muitas salas com preço razoável para locação, com cadeiras, mesa, equipamento de projeção e que tornam a reunião mais profissional.

6) Definir o tempo: Preferencialmente, incluir nas convocações o tempo para exposição do assunto e para os debates. Cinco minutos por pessoa é suficiente. É lógico que não será respeitado, mas ajudará o presidente da assembleia a colocar os assuntos logo em votação.

7) Escolher presidente um condômino que seja objetivo: Ele precisará controlar o andamento dos trabalhos de forma a não deixar que as discussões fiquem intermináveis. E que, após debates, coloque logo o assunto em votação.

Sobre Daphnis Citti de Lauro

É advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e especialista em Direito Imobiliário, principalmente na área de condomínios e locações. É autor do livro “Condomínios: Conheça seus problemas”, sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro (desde 1976) e da CITTI Assessoria Imobiliária, com mais de 20 anos de atividades, que atua como síndica terceirizada.

Sobre a Citti Assessoria Imobiliária

Inaugurada em 19 de outubro de 1989, a CITTI inicialmente administrava somente locações. Posteriormente, para atender pedidos de seus clientes, passou a administrar também condomínios residenciais, comerciais e mistos, além de loteamentos. Hoje, atua como síndica terceirizada. www.cittiimobiliaria.com.br

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Fonte: RZT Comunicação - www.rztcomunicacao.com.br
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terça-feira, 16 de setembro de 2014

A arte de influenciar pessoas

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A literatura corporativa está repleta de livros que prometem revelar as “técnicas ocultas” utilizadas pelos grandes líderes para influenciar e mobilizar pessoas.

O psicólogo norte-americano Howard Gardner, um dos renomados pesquisadores da Universidade de Harvard, elaborou, ao longo de uma década, uma espécie de raio-x dos cérebros mais influentes da história. Focalizando da primeira ministra britânica Margaret Thatcher ao superCEO Jack Welch, ele analisou como essas personalidades “mudaram a cabeça” de outros indivíduos. O resultado da pesquisa deu origem ao livro Changing Minds – The Art and Science of Changing Our Own and Other People’s Minds (na tradução literal, Mudando Ideias – A Arte e Ciência de Mudar as Ideias Próprias e de Outras Pessoas). A obra comprova que, ao contrário do que se imaginava, a ciência da persuasão vai muito além dos exercícios de oratória ou das nuances da linguagem corporal.

Acreditava-se até então que influenciar pessoas era uma habilidade comportamental e não intelectual. Uma pesquisa bastante conhecida na área de Programação Neurolinguística, por exemplo, pregava que apenas 7% da comunicação interpessoal ocorre através das palavras. A entonação da voz responderia por 38% da mensagem, enquanto a postura corporal e as expressões do rosto transmitiriam nada menos do que 55% das informações captadas pelo cérebro humano.

Diziam que o cantor é mais importante do que a canção. Da mesma forma, quem fala é mais importante do que aquilo que está sendo falado. No entanto, descobriu-se que os líderes mais influentes do mundo expõem suas ideias de uma forma racional e sistemática – e com uma estrutura de argumentação envolvente. Resumindo, as palavras têm muito mais importância no discurso persuasivo do que se pensava.

Na verdade, a mente processa e arquiva informações de diversas formas. Cada ideia que temos é representada ou por uma imagem, ou por um som ou por outros tipos de signos mentais. Para mudar uma pessoa, ou suas opiniões, é necessário, portanto, remodelar essas roupagens que a mente dá a cada ideia. E isso pode ser feito de várias maneiras, inclusive conversando.

Não que a neurolinguística esteja ultrapassada, mas a pesquisa ajudou a desvendar, de quebra, por que algumas pessoas conseguem mover multidões com o dom da palavra. Hoje, provocar mudanças é uma habilidade obrigatória para qualquer líder. Na atual dinâmica da economia global, as empresas são obrigadas a estarem sempre em compasso de transição.

O problema é que raramente as pessoas estão preparadas para mudar na velocidade que o mundo dos negócios exige. Pelo contrário, por natureza, a mente humana prefere as mordomias da estabilidade às incertezas da mudança. Os indivíduos geralmente criam uma fixação pelos hábitos e comportamentos que se mostraram eficazes no passado.

A tendência à acomodação é uma verdadeira dor de cabeça para os gestores que tentam implantar novos paradigmas em suas empresas. Sem a devida preparação, dificilmente eles conseguem contornar as resistências e levar seus projetos adiante. Influenciar pessoas está cada vez mais difícil.

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Autor: Claiton Fernandez é palestrante, consultor e educador. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz". Site: www.claitonfernandez.com.br . Doutorando e mestre em Administração, MBA com ênfase em Gestão Empresarial, pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e especialista em Business and Management for International Professionals pela UCI/Califórnia/EUA, Claiton Fernandez acumula experiências de sucesso como executivo de negócios, consultor e educador. É considerado na atualidade pelo mercado corporativo e esportivo um dos palestrantes top do Brasil. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz", é também escritor de artigos com publicação nacional e internacional. Site: www.claitonfernandez.com.br .
Fonte: RZT Comunicação - www.rztcomunicacao.com.br
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Pequeno empresário tira férias?

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Ninguém é insubstituível, mas realmente se o dono de um negócio é centralizador, se não confia na equipe, se acha mais fácil fazer a ensinar alguém, e se esquece de capacitar outro enquanto faz, fica difícil substituí-lo em uma eventualidade ou nas férias.

Dependendo da lucratividade da empresa, não é fácil ter no time profissionais qualificados em todas as áreas. Seria simples dizer que a empresa não pode depender de uma única pessoa, pois o risco é muito grande para o negócio - e não estamos falando só de férias, mas qualquer fato que impeça alguém de trabalhar. Por isso, capacitar profissionais para serem sucessores é sempre o caminho mais seguro. Para tanto é preciso delegar. E delegar significa ensinar, acompanhar o outro realizando a tarefa, conferir por um tempo, dar feedback, concluir que já é possível delegar e aí, confiar. Uma doença repentina ou um imprevisto na família pode desestruturar a empresa, se não houver ninguém capacitado a assumir minimamente.

"Já vi empresas que quebraram porque o dono ficou doente. Ou sócios estressados porque não descansam, trabalham dia e noite, dizendo que ninguém é capaz de fazer o que eles fazem. Mas na verdade, em alguns casos, eles nem tentaram capacitar alguém para saber se seus colaboradores são incapazes mesmo", comenta Rosangela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas e especialista em gestão empresarial. Quando começou a atuar com empreendedora em sua empresa, Rosangela e a sócia, Lígia Crispino revezavam nas férias. Depois começaram a preparar seus sucessores. "Hoje, se quisermos, podemos até tirar férias juntas, desde que nossos sucessores estejam na empresa. E como resolvemos tirar em períodos diferentes, a empresa tem sempre uma sócia e um sucessor em períodos de férias. Assim, processos e decisões continuam normalmente", explica a empresária.

Mas há empresários que simplesmente não desligam, mesmo em férias. Eles querem saber como estão as coisas na empresa, todos os dias. São assim, e se os privarmos de informações, ao invés de descansarem, ficam mais tensos. Há empresários que saem de férias, mas separam alguns minutos do dia para verificar e-mails e mensagens, certificando-se de que está tudo em ordem.

Não há regras! Desde que a empresa não seja prejudicada por causa das férias de alguém, e desde que o empresário também possa descansar. Quase tudo pode ser planejado. E podemos planejar até o que fazer/quem fazer, em caso de imprevisto. Uma vantagem de ter seu próprio negócio é poder estabelecer algumas regras. Como dono da empresa, você é também um formador de parte da cultura, do jeito da empresa realizar negócios, e pode interferir nisso.

E se o mercado é competitivo, o segmento é ágil e as respostas precisam mesmo ser na hora? Ou você capacita alguém para substituí-lo e descansa, ou você terá de definir pelo menos alguns horários para trabalhar, durante as férias. Se você não é centralizador ou se a empresa já tem um mínimo de estrutura, é possível que você não esteja mais na operação do negócio, ou seja, o relatório é elaborado por alguém e você só tem de tomar uma decisão com base nele - o que não é pouca coisa, mas dá para flexibilizar.

E também é possível se desligar totalmente. Desde que o momento da empresa seja favorável, ou desde que outras pessoas realizem as funções e saibam que devem entrar em contato caso seja necessário. Aí pode-se descansar e se divertir, sabendo que se houver necessidade você será acionado. Muitas vezes esta necessidade de ser insubstituível é só ego, ou impaciência de capacitar as pessoas aos poucos, até que estejam prontas.

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Fonte: Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e Professora de Estratégia na Pós-Graduação da FGV. Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Atualmente é aluna de Pós-MBA da FIA.
Enviado por: Ecco Press - www.eccopress.com.br
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Mentes brilhantes

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Para Galileu Galilei, a matemática era o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo. Já Pitágoras dizia que Deus não era matemático, mas a matemática era Deus. Disciplina que costuma causar arrepios em muitos estudantes do ensino fundamental e médio, a matemática ocupa um papel fundamental em nosso cotidiano, como já notavam esses e outros antigos sábios. Sem ela, como seriam construídos os edifícios, os automóveis e os computadores? De que forma se dariam as relações comerciais entre as pessoas? Até mesmo na música, a matemática tem grande influência.

Apesar de sua importância, o Brasil ainda ressente-se de um ensino mais adequado da matéria. Na maioria das pesquisas que apontam a matemática como a disciplina mais temida da escola, as causas estão ligadas às dificuldades didáticas do professor, que detém o conhecimento, mas que não sabe passá-lo de modo que cative os alunos. O resultado traz um impacto profundo, já que atualmente vivemos um apagão de engenheiros – carreira fundamental para o crescimento econômico e que tem a matemática como base. Enquanto a China forma 800 mil engenheiros por ano, o Brasil está na casa dos 40 mil. E muito disso deve-se a falta de interesse na carreira, pelos jovens “não gostarem” de matemática.

No entanto, a láurea recebida recentemente pelo brasileiro Arthur Ávila, premiado com na Medalha Fields – prêmio considerado o Nobel da matemática – demonstra que temos condições de melhorar a formação dos nossos jovens, já que talentos existem de sobra, bastando apenas lapidá-los.

Apesar da pouca idade, 35 anos, o príncipe das equações, como foi chamado por revistas especializadas, ficou famoso pela capacidade de resolver problemas envolvendo sistemas dinâmicos, o que lhe valeu a primeira homenagem desse tipo para um profissional da América Latina. Ele começou a ganhar gosto pela álgebra aos 13 anos, quando participou da Olimpíada Internacional de Matemática, concurso para alunos dos ensinos fundamental e médio.

Com a medalha recebida no Congresso Internacional de Matemática, na Coréia do Sul, é de se esperar que o exemplo sirva de inspiração para que mais e mais jovens se lancem, sem temor, ao campo da matemática, pois o país precisa de mentes brilhantes numa área tão importante para o nosso desenvolvimento social e econômico.

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Autor: Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.
Fonte: Assessoria de Comunicação - www.cieesp.org.br
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Blog oferece conteúdos exclusivos para alunos de idiomas e RHs

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Nutrir o relacionamento com o seu público alvo e clientes atuais com conteúdo realmente útil para eles é uma das estratégias da Companhia de Idiomas para conquistar o mercado com credibilidade

A empresa, que atua há mais de 20 anos no mercado de idiomas, oferece artigos e e-books gratuitos com dicas e conteúdos exclusivos direcionados para alunos - e também para profissionais de treinamento e desenvolvimento.

Recentemente, a Companhia de Idiomas disponibilizou em seu blog dois e-books para serem baixados:

"Socorro! Como aprendo inglês mais rápido?" mostra as vantagens e desvantagens da escola tradicional de inglês, do professor particular e das escolas independentes com cursos in company ou à distância.

Já no e-book "Como Implantar Programas de Idiomas", profissionais de T&D (Treinamento e Desenvolvimento/RH) recebem orientações sobre como obter sucesso com a implantação e gestão de um programa de idiomas eficaz nas empresas.

Rosangela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, comenta: "É um prazer contribuir com conteúdo relevante para o segmento de idiomas, tanto para pessoa física como para profissionais de RH que administram cursos em suas empresas. Uma vantagem de empresas como a nossa, que desenvolvem cursos personalizados, é estar mais perto do cliente final no dia a dia. Fica mais fácil usar esta experiência, transformando-a em conteúdo relevante para o cliente atual e também para o futuro cliente. "

Em alguns dias, será disponibilizado um terceiro e-book, também para profissionais de T&D. No blog também é possível ter acesso a diversos artigos interessantes como "Seu professor de inglês é bom mesmo?", "Como identificar quais funcionários são fluentes em inglês?" ou "Dicas para quem não tem tempo e nem dinheiro para aprender inglês". Saiba mais acessando blogcompanhiadeidiomas.com.br

Sobre a Companhia de Idiomas

Fundada em 1991, pelas sócias Lígia Velozo Crispino e Rosangela de Fátima Souza, a Companhia de Idiomas atua em três áreas de negócios: cursos in company e à distância, via Skype; tradução e consultoria. Oferece soluções personalizadas para empresas e profissionais com necessidades específicas de aprendizagem em sete idiomas: inglês, francês, alemão, espanhol, mandarim, russo e português. A empresa presta ainda assessoria a expatriados e cursos de imersão.

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Fonte: Ecco Press - www.eccopress.com.br
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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Os varejistas podem acompanhar a geração ‘selfie’?

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Os executivos do varejo geralmente falam sobre o marketing ‘one-to-one’ e a experiência personalizada do cliente. Eles monitoram o comportamento dos usuários, suas atividades online por smartphones, no carro e em qualquer meio usado para compras, com a disponibilidade do Big Data, que gera informações sobre cada consumidor. Deveria ser fácil para os varejistas sempre oferecer aos clientes ofertas tentadoras e relevantes.

Se esse é o caso, porque consumidores - incluindo eu - ainda recebem ofertas não relacionadas? Um exemplo disso é que as mensagens dos varejistas sempre incluem ‘apenas para você’, mas geralmente não ressoam, pois banners com anúncios, muitas vezes irrelevantes, aparecem nos celulares dos clientes para desviá-los do que realmente estão interessados. Como isso ocorre, tendo em vista o ‘brilho’ do big data que pode predizer todos os aspectos relacionados ao nosso comportamento de compra?

Possivelmente os varejistas têm algo a aprender com o fenômeno ‘selfie’, em que os consumidores geram as próprias Relações Púbicas e marcas pessoais, sem a ajuda de experts. Os consumidores poderiam se sentir melhor se pudessem dizer mais, em resposta aos disparos de anúncios que os marcam diretamente. Esse pode ser um potencial para fidelizar os clientes as suas lojas favoritas, se os varejistas derem mais vozes durante suas jornadas de compras.

A era de ’Small Data’, como as listas de compras e as preferências pessoais, o oposto ao Big Data de todos, chegará cedo. Usando Small Data, as empresas podem dispor do mesmo tempo para ouvir o que os consumidores esperam que elas ‘adivinhem’. Isso pode eliminar a necessidade de estratégias intrusivas de varejistas, incluindo o reconhecimento facial e a tecnologia de monitoramento que segue os passos dos clientes pelos corredores, empurrando ofertas de produtos eles podem não querer.

Small Data pode gerar bons resultados para os comerciantes e conquistar a aprovação dos clientes com a experiência de compra personalizada, que pode levar ao aumento de vendas e a fidelização ao varejista.

Para se conectar à geração ‘selfie’, ganhar o respeito e lealdade, comerciantes devem trabalhar em conjunto com seus parceiros de tecnologia para atingir o nível de experiência que o cliente espera. Considere as questões abaixo:

· Conectar a um portal de preferência padrão. Se os varejistas falarem aos consumidores o que eles querem, quando eles querem e quanto isso irá custar eles estarão mais propensos a gerar vendas.

· Deixar que os consumidores digam às marcas os anúncios de que eles não gostam, que não funcionam, e incluir um botão de ‘não curtir’.

· Servir ofertas de fidelidade sem cadastro. Seu app pode ser especial entre os mais de 2 milhões de apps de smartphones disponíveis, mas os consumidores usam regularmente poucos apps

· Ofertas e listas de compras devem coincidir, para planejamento atualizado com estoque disponível.

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Autor: Rick Chavie é o chefe de soluções da hybris. Ele é responsável por criar uma visão OmniCommerce e uma plataforma tecnológica que permite uma boa experiência para os clientes entre os pontos de contatos físicos e digitais para as empresas globais e médias em diversas verticais da indústria. Chavie exerceu a liderança em empresas como The Home Depot, C&A, SAP, Delloit, Accenture e NCR, e tem MBA na Harvard Business School e Bacharel na Universidade de St. Thomas, em St. Paul, Minnesota.
Fonte: BRSA - www.brsa.com.br  
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Você é resiliente na hora da crise?

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Crise é algo normal e democrático, atinge a vida profissional e pessoal de todos, em algum momento. O que difere é como ela é enfrentada, afinal, mudanças nem sempre são bem-vindas, pois podem significar alterações bruscas nos processos diários. E nem todos estão dispostos a passar por isso.

Mesmo assim, crises mais profundas exigem medidas mais eficazes para que realmente se solucione o problema. Muitos tentam ignorar o fato, achando que é algo temporário e que se resolverá sozinho ou, ainda mais extremo, desiste da luta. No caso de empresas, pode resultar na falência.

É pouco provável que a falência seja a saída ideal para uma crise e é nesse momento que entra em campo a resiliência, característica que se permite tomar decisões em momentos delicados, com assertividade e coragem de realizar ações que acarretem em mudanças bruscas, ou ainda, em busca por alternativas - incluindo até alternativas jamais pensadas.

Um bom caso de resiliência aplicada na gestão de crise ocorreu com a Estrela, empresa referência no setor de brinquedos e jogos. Na década de 90, o governo brasileiro passou a incentivar importações, afetando diretamente a Estrela e muitas outras companhias da época, em que a produção principal era nacional.

Carlos Tilkian, presidente da Estrela, sabia que não podia ficar parado e que algo precisava ser feito - e logo. Pensar fora da caixa e procurar por soluções que estavam próximas, sem o medo de grandes mudanças, foram as chaves para a empresa superar esse momento. O que foi feito: a importação, até então geradora da crise e vilã da história, passa a ser aliada, pois a empresa começou a importar tudo que era mais viável em comparação à produção nacional.

Esse foi um momento decisivo, mas não único. Ainda hoje, a Estrela - e todas as companhias de brinquedos e jogos - enfrentam o desafio do novo consumidor: antenado, conectado, verdadeiros nativos digitais e ávidos por tecnologia. O que fazer? Resiliência é novamente a palavra, uma vez que trazer elementos tecnológicos aos produtos já conhecidos vem garantindo a sobrevivência e até a liderança no mercado.

O caso Estrela é exemplo de como saber agir na hora da crise pode ser decisivo no futuro e até na sustentabilidade de uma empresa. Por isso, há décadas me dedico a auxiliar na superação de crises de diversas empresas, acreditando no poder do diálogo e na tomada de decisões assertivas.

São diversos pontos que precisam de atenção em uma gestão de crise e a tempestividade não pode ser um empecilho para o bom fluxo das ações. Tomar as decisões corretas e no momento oportuno com certeza farão as empresas passarem sem conturbações pelo ano de 2014, um ano excepcional de grandes eventos que impactaram e estão impactando diretamente na vida de todas as pessoas e empresas.

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Autor: Heli Gonçalves Moreira, fundador e sócio-diretor da HGM Consultores, é especialista em projetos de consultoria e treinamento nas áreas de Relações Trabalhistas e Sindicais, Programas de Gestão Participativa, Negociações Coletivas, entre outros. Além disso, é negociador patronal e perito em administração e solução de conflitos trabalhistas e estratégias empresariais para situações e mudanças de alta complexidade e impacto.
O A HGM Consultores é uma empresa especializada em gestão de pessoas, atuando há mais de 26 anos no mercado, com foco em soluções de problemas empresariais de alta complexidade e impacto. Localizada em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, a empresa tem como missão promover a paz nas relações no trabalho, atuando com excelência nas áreas de administração de conflitos individuais e coletivos, gestão participativa, estratégias e táticas de negociação, comunicação e marketing interno, entre outras.
O alto índice de fidelização de clientes comprova o sucesso do trabalho da HGM Consultores na construção da paz nas relações trabalhistas – sindicais, resultado do desenvolvimento de valores como relações respeitosas e harmoniosas no ambiente de trabalho; comunicação franca e transparente; e lideranças comprometidas e preparadas. Saiba mais em www.hgmconsultores.com.br
Fonte: Ralcoh Comunicação - www.ralcoh.com.br
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