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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Os varejistas podem acompanhar a geração ‘selfie’?

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Os executivos do varejo geralmente falam sobre o marketing ‘one-to-one’ e a experiência personalizada do cliente. Eles monitoram o comportamento dos usuários, suas atividades online por smartphones, no carro e em qualquer meio usado para compras, com a disponibilidade do Big Data, que gera informações sobre cada consumidor. Deveria ser fácil para os varejistas sempre oferecer aos clientes ofertas tentadoras e relevantes.

Se esse é o caso, porque consumidores - incluindo eu - ainda recebem ofertas não relacionadas? Um exemplo disso é que as mensagens dos varejistas sempre incluem ‘apenas para você’, mas geralmente não ressoam, pois banners com anúncios, muitas vezes irrelevantes, aparecem nos celulares dos clientes para desviá-los do que realmente estão interessados. Como isso ocorre, tendo em vista o ‘brilho’ do big data que pode predizer todos os aspectos relacionados ao nosso comportamento de compra?

Possivelmente os varejistas têm algo a aprender com o fenômeno ‘selfie’, em que os consumidores geram as próprias Relações Púbicas e marcas pessoais, sem a ajuda de experts. Os consumidores poderiam se sentir melhor se pudessem dizer mais, em resposta aos disparos de anúncios que os marcam diretamente. Esse pode ser um potencial para fidelizar os clientes as suas lojas favoritas, se os varejistas derem mais vozes durante suas jornadas de compras.

A era de ’Small Data’, como as listas de compras e as preferências pessoais, o oposto ao Big Data de todos, chegará cedo. Usando Small Data, as empresas podem dispor do mesmo tempo para ouvir o que os consumidores esperam que elas ‘adivinhem’. Isso pode eliminar a necessidade de estratégias intrusivas de varejistas, incluindo o reconhecimento facial e a tecnologia de monitoramento que segue os passos dos clientes pelos corredores, empurrando ofertas de produtos eles podem não querer.

Small Data pode gerar bons resultados para os comerciantes e conquistar a aprovação dos clientes com a experiência de compra personalizada, que pode levar ao aumento de vendas e a fidelização ao varejista.

Para se conectar à geração ‘selfie’, ganhar o respeito e lealdade, comerciantes devem trabalhar em conjunto com seus parceiros de tecnologia para atingir o nível de experiência que o cliente espera. Considere as questões abaixo:

· Conectar a um portal de preferência padrão. Se os varejistas falarem aos consumidores o que eles querem, quando eles querem e quanto isso irá custar eles estarão mais propensos a gerar vendas.

· Deixar que os consumidores digam às marcas os anúncios de que eles não gostam, que não funcionam, e incluir um botão de ‘não curtir’.

· Servir ofertas de fidelidade sem cadastro. Seu app pode ser especial entre os mais de 2 milhões de apps de smartphones disponíveis, mas os consumidores usam regularmente poucos apps

· Ofertas e listas de compras devem coincidir, para planejamento atualizado com estoque disponível.

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Autor: Rick Chavie é o chefe de soluções da hybris. Ele é responsável por criar uma visão OmniCommerce e uma plataforma tecnológica que permite uma boa experiência para os clientes entre os pontos de contatos físicos e digitais para as empresas globais e médias em diversas verticais da indústria. Chavie exerceu a liderança em empresas como The Home Depot, C&A, SAP, Delloit, Accenture e NCR, e tem MBA na Harvard Business School e Bacharel na Universidade de St. Thomas, em St. Paul, Minnesota.
Fonte: BRSA - www.brsa.com.br  
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Você é resiliente na hora da crise?

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Crise é algo normal e democrático, atinge a vida profissional e pessoal de todos, em algum momento. O que difere é como ela é enfrentada, afinal, mudanças nem sempre são bem-vindas, pois podem significar alterações bruscas nos processos diários. E nem todos estão dispostos a passar por isso.

Mesmo assim, crises mais profundas exigem medidas mais eficazes para que realmente se solucione o problema. Muitos tentam ignorar o fato, achando que é algo temporário e que se resolverá sozinho ou, ainda mais extremo, desiste da luta. No caso de empresas, pode resultar na falência.

É pouco provável que a falência seja a saída ideal para uma crise e é nesse momento que entra em campo a resiliência, característica que se permite tomar decisões em momentos delicados, com assertividade e coragem de realizar ações que acarretem em mudanças bruscas, ou ainda, em busca por alternativas - incluindo até alternativas jamais pensadas.

Um bom caso de resiliência aplicada na gestão de crise ocorreu com a Estrela, empresa referência no setor de brinquedos e jogos. Na década de 90, o governo brasileiro passou a incentivar importações, afetando diretamente a Estrela e muitas outras companhias da época, em que a produção principal era nacional.

Carlos Tilkian, presidente da Estrela, sabia que não podia ficar parado e que algo precisava ser feito - e logo. Pensar fora da caixa e procurar por soluções que estavam próximas, sem o medo de grandes mudanças, foram as chaves para a empresa superar esse momento. O que foi feito: a importação, até então geradora da crise e vilã da história, passa a ser aliada, pois a empresa começou a importar tudo que era mais viável em comparação à produção nacional.

Esse foi um momento decisivo, mas não único. Ainda hoje, a Estrela - e todas as companhias de brinquedos e jogos - enfrentam o desafio do novo consumidor: antenado, conectado, verdadeiros nativos digitais e ávidos por tecnologia. O que fazer? Resiliência é novamente a palavra, uma vez que trazer elementos tecnológicos aos produtos já conhecidos vem garantindo a sobrevivência e até a liderança no mercado.

O caso Estrela é exemplo de como saber agir na hora da crise pode ser decisivo no futuro e até na sustentabilidade de uma empresa. Por isso, há décadas me dedico a auxiliar na superação de crises de diversas empresas, acreditando no poder do diálogo e na tomada de decisões assertivas.

São diversos pontos que precisam de atenção em uma gestão de crise e a tempestividade não pode ser um empecilho para o bom fluxo das ações. Tomar as decisões corretas e no momento oportuno com certeza farão as empresas passarem sem conturbações pelo ano de 2014, um ano excepcional de grandes eventos que impactaram e estão impactando diretamente na vida de todas as pessoas e empresas.

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Autor: Heli Gonçalves Moreira, fundador e sócio-diretor da HGM Consultores, é especialista em projetos de consultoria e treinamento nas áreas de Relações Trabalhistas e Sindicais, Programas de Gestão Participativa, Negociações Coletivas, entre outros. Além disso, é negociador patronal e perito em administração e solução de conflitos trabalhistas e estratégias empresariais para situações e mudanças de alta complexidade e impacto.
O A HGM Consultores é uma empresa especializada em gestão de pessoas, atuando há mais de 26 anos no mercado, com foco em soluções de problemas empresariais de alta complexidade e impacto. Localizada em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, a empresa tem como missão promover a paz nas relações no trabalho, atuando com excelência nas áreas de administração de conflitos individuais e coletivos, gestão participativa, estratégias e táticas de negociação, comunicação e marketing interno, entre outras.
O alto índice de fidelização de clientes comprova o sucesso do trabalho da HGM Consultores na construção da paz nas relações trabalhistas – sindicais, resultado do desenvolvimento de valores como relações respeitosas e harmoniosas no ambiente de trabalho; comunicação franca e transparente; e lideranças comprometidas e preparadas. Saiba mais em www.hgmconsultores.com.br
Fonte: Ralcoh Comunicação - www.ralcoh.com.br
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Companhia de Idiomas e Casa do Saber organizam evento para profissionais de Recursos Humanos

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Encontro acontece dia 18 de agosto, das 19h às 21h30, na Casa do Saber. O objetivo é fornecer conteúdo gratuito para profissionais de RH assim como compartilhar conhecimentos e debater assuntos relevantes para a área de formação e gestão de pessoas no mundo corporativo

Casa do Saber e Companhia de Idiomas se unem para realizar um evento direcionado aos profissionais de RH. Com início às 19h, a programação inclui palestra com o professor Pedro Calabrez sobre “Comunicação no Mundo Corporativo” e apresentação do painel “Implantação de Programas de Idiomas”, com Lígia Crispino e Cláudia Ferrari, da Companhia de Idiomas.

O painel visa a orientar os profissionais de RH a estabelecer uma política de idiomas eficiente, bem como no monitoramento do investimento. Irá abordar ainda os principais pontos que norteiam a elaboração de uma política de treinamento.

A Casa do Saber é um centro de debates e disseminação do conhecimento, que oferece acesso à cultura de forma clara e envolvente, porém rigorosa e fiel às obras dos criadores.

Já a Companhia de Idiomas atua em duas áreas de negócios: cursos in company e à distância, via Skype; e consultoria. Oferece soluções personalizadas para empresas e profissionais com necessidades específicas de aprendizagem em sete idiomas: inglês, francês, alemão, espanhol, mandarim, russo e português. Fundada em 1991 pelas sócias Lígia Crispino e Rosangela Souza, a empresa presta ainda assessoria a expatriados e cursos de imersão.

O evento é gratuito e as vagas, limitadas. Os interessados devem enviar e-mail até 11 de agosto para roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

 
Programação:
19h às 20h 
Palestra com o professor Pedro Calabrez
Tema: “Comunicação no Mundo Corporativo”
20h às 20h15 
Coffee Break
20h15 às 21h30
Painel com profissionais de RH e as especialistas em programas corporativos de idiomas, Ligia Crispino e Cláudia Ferrari, da Companhia de Idiomas.
Tema: Como implantar, conduzir e medir resultados de programas de idiomas para funcionários

Serviço:
Encontro Companhia de Idiomas e Casa do Saber
Dia: 18 de agosto, segunda-feira
Hora: das 19h às 21h30
Local: Casa do Saber (R. Dr. Mário Ferraz, 414 - tel. 11 7307-8900) - Sala Azul
Gratuito. Vagas limitadas.
Inscrições: até 11 de agosto, pelo e-mail roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

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Fonte: Ecco Press - www.eccopress.com.br
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Transforme seus clientes em seguidores

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Pesquisando um imóvel comercial em São Paulo, encontrei uma imobiliária com diversas opções interessantes. Entrei em contato, a recepcionista atendeu com cordialidade e, ao ser transferido para o corretor, ouvi um “Bom dia, Sr. Alexandre...” em menos de cinco segundos. O corretor compreendeu as minhas necessidades, apresentou algumas opções e colocou-se à disposição para visitá-los comigo. No dia e horário agendado, compareceu pontualmente, bem vestido, com uma educação irreparável e ainda me brindou com uma análise muito precisa sobre o mercado imobiliário.

Ao me despedir do corretor, motivei-me a entrar no site da imobiliária e elogiar a sua atuação. Fiz o elogio, mas depois fiquei refletindo: “O que esse corretor fez de especial?”. Sinceramente, nada além das suas atribuições. Então, de onde veio a minha motivação para elogiá-lo? Do simples fato de que estamos vivendo em um país completamente precário em serviços e, quando encontramos alguém que faz o básico bem feito, nos encantamos. Triste isso, mas é a nossa realidade.

Ao passo em que vivemos essa precariedade de serviços, vivemos um “boom” de novos negócios espalhados pelo País e uma população economicamente ativa, querendo consumir. Ocorre que a oferta por produtos e serviços aumentou exponencialmente, ampliando as opções do consumidor. Quando vou a um shopping e quero comprar um tênis, por exemplo, tenho dezenas de possibilidades.

Então, onde está a escassez? Simples: com uma gama opções ao dispor do cliente, o número de pessoas que entrará na sua loja é menor. O volume de pedidos que a sua empresa receberá tem uma forte tendência a diminuir. Aqueles clientes fiéis passam a ser cada vez mais raros. Portanto, em meio a tantas opções, se um cliente optar pela sua empresa, agradeça!

A experiência do cliente

Guarde uma coisa que vou lhe dizer: para o cliente, produto ou serviço é tudo igual! Tênis é tênis em qualquer lugar; chocolate é chocolate; cabeleireiro é cabeleireiro; lavanderia é lavanderia. Começamos a diferenciar uma marca pela experiência que ela proporciona. E não estou falando da capacidade da empresa em investir em marketing e, sim, do seu investimento em relacionamento. O marketing atrai, o relacionamento conquista!

Mas entenda, a experiência do relacionamento vem depois da experiência de fazer o que é certo. Ou seja, jamais você se relacionará com o seu cliente se não entregar o básico muito bem feito. Se a sua empresa valoriza um bom atendimento, presta um serviço de qualidade, respeita os prazos acordados, enfim, faz bem feito o que tem que ser feito, então está na hora de investir em experiência de relacionamento. E, para isso, responda apenas uma pergunta: o que posso fazer a mais para valorizar a preferência do meu cliente?

Você somente conquistará seguidores se tiver o real desejo de ir além e reconhecer que, dentre tantas opções, o cliente escolheu você!

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Autor: Alexandre Prates é especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional. É também Master Coach, palestrante, sócio-fundador do ICA (Instituto de Coaching Aplicado) e sócio do Grupo Alquimia, consultoria especializada em franquias. Escreveu o livro "A Reinvenção do Profissional - Tendências Comportamentais do Profissional do Futuro" e é autor da metodologia de coaching "Inteligência Potencial".
Fonte: RZT Comunicação - www.rztcomunicacao.com.br
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Responsabilidade empresarial nos casos de assédio moral horizontal

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Conforme definição que consta no site do Ministério Público do Trabalho da 2ª Região (SP), “o assédio moral, que não tem necessariamente uma conotação sexual, pode se caracterizar através de condutas abusivas e reiteradas de origem externa ou interna à empresa ou instituição, que se manifestam em particular mediante comportamentos, palavras, atos intimidatórios, gestos, maneiras de organizar o trabalho ou escritos unilaterais, que tenham por objeto ou possam danificar a personalidade, a dignidade ou a integridade física ou psíquica de um trabalhador no desempenho de suas funções, colocando em perigo seu emprego ou criando um ambiente intimidatório, hostil, degradante ou ofensivo.”

Apesar de ainda não existir legislação tipificando o assédio moral, a doutrina e a jurisprudência já estabeleceram os seus conceitos e punições para os ofensores, incluindo as empresas.

Em relação à prática do assédio moral, os conceitos se amplificam e encontramos o assédio moral vertical descendente, praticado pelo empregador contra o empregado; o assédio moral vertical ascendente praticado pelos empregados contra o empregador e o assédio moral horizontal, cometido entre empregados do mesmo nível hierárquico.

Questiona-se se a empresa deverá ser responsabilizada pelo assédio moral praticado entre seus empregados.

A prática desta modalidade de assédio moral não é tão rara quanto se possa imaginar, vez que as relações entre empregados de uma mesma empresa podem ser tão conturbadas a ponto de causar problemas ao empregador, não apenas de tumultos e instabilidades no ambiente de trabalho, causando a baixa produtividade, mas sim culminarem em pleitos de indenização perante a Justiça do Trabalho.

Detectando a empresa qualquer forma de agressão psicológica entre os seus colaboradores, deverá de imediato se posicionar e fazer valer o seu poder diretivo e de comando de modo a coibir atitudes como estas.

E a jurisprudência tem enfatizado que para a configuração do assédio moral horizontal não basta a mera desavença de ordem pessoal entre os empregados, devendo estar presente a violência psicológica de grande intensidade e contínua, causando prejuízos de ordem psíquica ao assediado.

As decisões dos tribunais trabalhistas têm seguido o entendimento de que a inércia injustificável do empregador em determinar que o assediador se exima de imediato em continuar com as agressões, acarreta à empresa a obrigação de indenizar o assediado, que muitas vezes não tem meios de isoladamente conter o assédio.

E tais decisões judiciais também mencionam a responsabilidade que tem o empregador pela integridade psicológica e física dos seus empregados, que diante do assédio sofrido têm sua honra lesada, causando na maioria das vezes um desequilíbrio emocional que pode vir a acarretar sérios problemas de saúde.

Acaso o empregador, após tomar ciência do assédio cometido, manter-se inerte, a justa causa reverte-se ao empregador, ensejando motivos para uma rescisão indireta do contrato de trabalho, de iniciativa do empregado assediado, além de ter o dever de repará-lo pelo dano moral sofrido.

E aqui vale destacar trecho de recente julgado do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região de relatoria do Ilustre Desembargador Francisco de Assis Carvalho e Silva: “Afinal, a ninguém é dado tratar o semelhante de maneira grosseira, com gritos, palavrões, xingamentos, nem mesmo a pretexto de exigir produção maior no trabalho ou melhoria na feitura de algum trabalho realizado. Aceitar tal prática é anuir com a degradação das relações humanas, especialmente no ambiente do trabalho. Lembro que o assédio ocorre, na relação de emprego, não apenas de forma ascendente ou descendente, mas igualmente de modo horizontal.” (TRT-13ª R. - RO 71100-92.2012.5.13.0006 - DJe 19.04.2013 - p. 17)

Torna-se cada vez mais comum as empresas estabeleceram regras de tratamento entre os seus colaboradores, bem como punição aos infratores, cumprindo seu dever de manter um meio ambiente de trabalho saudável e equilibrado, o que impacta de forma positiva na produção.

Fixar estas regras e estabelecer um canal de comunicação com a área de Recursos Humanos, por exemplo, para que sejam recebidas denúncias sobre qualquer tipo de assédio ocorrido entre seus empregados, é uma forte evidência de que o empregador está se preocupando com o assunto e que adotará medidas punitivas em face dos agressores.

E a adoção pela empresa desta política de relacionamento, poderá ser comprovada em defesa da empresa perante a Justiça do Trabalho nas demandas requerendo indenização decorrente de assédio moral praticado pelos seus empregados em face de outros colegas de trabalho.

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Autora: Marcia Bello, especialista em relações do trabalho do Sevilha, Arruda Advogados
Fonte: AZ | Brasil Assessoria & Comunicação
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O que é Marketing de Conteúdo?

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Se você não tem uma estratégia de conteúdo, não está fazendo Marketing. Essa é uma afirmação que cada dia mais passa a fazer parte do dia-a-dia das empresas de pequeno, médio e grande porte.

Marketing de conteúdo é uma mistura de atividades que envolvem a criação e a distribuição de conteúdo educativo, útil, relevante e valioso (do ponto de vista do prospect ou cliente, sempre) para atrair, converter e engajar um público-alvo bem definido. Além do engajamento, óbvio, o objetivo principal é fazer com que os clientes mantenham-se interessados na oferta e acabem, de uma forma ou de outra, comprando da empresa que se utiliza da estratégia.

Basicamente, o Marketing de Conteúdo é a arte de se comunicar com clientes e prospects sem querer vender no ato. É o Marketing de não interrupção. Ao invés de falar de produtos ou serviços, a empresa entrega informação que educa o seu comprador. A essência dessa estratégia de conteúdo é a crença de que se as empresas, entregarem informações relevantes e de valor para os compradores, eles acabam realizando a compra e efetivando negócios com fidelização e lealdade.

Marketing de Conteúdo está sendo usado por algumas das maiores organizações do mundo, e é também desenvolvido e executado por empresas de pequeno porte e microempresas. Por quê? Porque funciona!

Dizem os especialistas que os consumidores não aceitam mais a abordagem do Marketing tradicional. Eles controlam o processo de comunicação, podendo pesquisar na web as informações que lhes interessam, sem clicar em banners ou botões (tornando-os irrelevantes). O Marketing tradicional está se tornando cada vez menos eficaz.

Um bom Marketing de Conteúdo faz uma pessoa parar…ler…pensar… e se comportar de forma diferente.

De acordo com o Roper Public Affairs, 80% dos tomadores de decisão preferem obter informações sobre a empresa em uma série de artigos ao invés de uma propaganda; 70% dizem que Marketing de conteúdo faz com que se sintam mais perto da empresa patrocinadora, enquanto que 60% dizem que o conteúdo da empresa ajuda a tomar melhores decisões de produto.

Hoje em dia o prospect só quer fazer contato com um vendedor quando se sentir suficientemente maduro para tomar uma decisão de compra. Portanto, a conclusão é a necessidade de se criar conexões, disponibilizando informações alinhadas de acordo com as fases do ciclo de compra dos prospects. Dessa forma, as empresas manterão os prospects engajados, podendo desenvolver e executar mensagens de vendas necessárias – e até mesmo solicitadas pelos clientes.

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Autor: Max Ribeiro é administrador de empresas com especialização em marketing e diretor da 2getmarketing2go, empresa especializada em geração de demanda.
Fonte: Vervi Assessoria de Imprensa - www.grupovervi.com.br
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quarta-feira, 23 de julho de 2014

A tecnologia a favor do idoso que mora sozinho

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Grave problema de saúde pública, as fraturas provocadas por quedas exigem rápido atendimento médico; empreendedor cria dispositivo que pode ajudar nesses casos

Imagine a seguinte cena. Um idoso cai em casa e fica à espera de socorro por quase dois dias. A situação ocorre, pois ele mora sozinho. A demora no atendimento, nesse caso, pode ser responsável pelo agravamento de um quadro que, normalmente, já é complicado. O problema da queda de idosos leva a três internações por hora em hospitais públicos. A mais preocupante das fraturas - a do fêmur - possui um índice de mortalidade de 20% em um ano. Nesse tipo de lesão, não há como se locomover para pedir ajuda. Nessa situação, um aviso sobre a queda poderia salvar vidas.

Consultor em tecnologia por quase 20 anos, Edilson Osorio Junior é também fundador e CEO da Daruni Healthcare, empresa focada no público de terceira idade. "Vendo que não existiam tecnologias para detecção automática de queda e notificação dos familiares, eu resolvi começar o desenvolvimento de um dispositivo", diz. A relevância de criar um alerta sobre queda dos idosos se justifica na medida em que atualmente 3,7 milhões deles moram sozinhos, segundo dados do IBGE (2012). Quanto mais longevo, maiores as chances de desenvolver fraturas mais graves.

"A fratura mais perigosa, a do fêmur, responde por 50% dos casos em idosos com mais de 75 anos", explica o geriatra do Instituto Longevità, Carlos André Uehara. A reincidência de quedas pode levar o idoso a evitar atividades por medo, o que, na opinião do médico, é extremamente prejudicial. "Isso é ruim, pois ele para de fazer as coisas, o que pode levar a atrofia da musculatura e até à depressão", afirma o médico.

Especialistas da área de geriatria já falam em uma epidemia de fraturas de idosos. Segundo dados do Ministério da Saúde, em cinco anos o número de fraturas por fragilidade em idosos aumentou cerca de 30%. Todos os anos um em cada três indivíduos com mais de 65 anos sofrem com quedas. O geriatra explica que a maior parte dessas quedas ocorre em casa e possui inúmeras causas: problemas de visão ou equilíbrio, doenças crônicas não controladas como pressão alta e diabetes ou degenerativa como osteoporose.

A importância de preservar a independência do idoso e evitar a necessidade de vigilância constante por parte dos familiares foi uma das motivações de Osorio. Apesar de ainda não estar no mercado, o dispositivo está pronto e funcional. O objetivo do empreendedor é viabilizar um produto que possa dar mais liberdade e privacidade, diminuir o tempo para o primeiro atendimento e aumentar as chances de não haver sequelas. "A ideia do dispositivo é também a de ajudar as famílias e os idosos a terem mais qualidade de vida", finaliza.

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Fonte: Ecco Press Comunicação Ltda.
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