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sexta-feira, 27 de março de 2015

Em fevereiro, o montante de crédito imobiliário foi de R$ 6,45 bilhões

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Financiamentos Imobiliários (Valores)

Em fevereiro de 2015, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis somou R$ 6,45 bilhões, caindo quase 27% em relação a fevereiro de 2014. Comparado a janeiro, o recuo foi de 29,4%. Há várias explicações para o fato, como o menor número de dias úteis devido ao Carnaval, a desaceleração da atividade imobiliária decorrente do menor dinamismo da economia doméstica e a tendência de evolução lenta do crédito registrada pelo Banco Central. Ainda assim, em valores nominais, registrou-se o segundo melhor mês do crédito imobiliário entre os meses de fevereiro da série histórica iniciada em 1995.

No primeiro bimestre, foram destinados R$ 15,6 bilhões para a aquisição e construção de imóveis, resultado 8,2% inferior ao de igual período do ano passado.

Nos últimos 12 meses, até fevereiro, o montante destinado à aquisição e construção de imóveis foi de R$ 111,5 bilhões, resultado 1,9% inferior ao apurado nos 12 meses anteriores.

Financiamentos Imobiliários (Unidades)

Em termos de quantidade, foram financiadas aquisições e construções de 28,9 mil imóveis em fevereiro, registrando recuo de 37,7% em relação a fevereiro do ano passado. Esse resultado foi o quinto melhor entre os meses de fevereiro na série histórica.

No bimestre, os financiamentos imobiliários contemplaram 72,6 mil imóveis, 15,9% menos do que no primeiro bimestre de 2014.

Tomando um período mais dilatado, nos últimos 12 meses – entre março do ano passado e fevereiro deste ano – foram financiados 524,6 mil imóveis, resultado 4,8% inferior ao registrado nos 12 meses anteriores.

Poupança SBPE (Captação líquida)

As cadernetas de poupança dos agentes financeiros do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) registraram saídas líquidas de R$ 4,87 bilhões em fevereiro.

A elevação da inflação e a alta dos juros básicos (Selic) têm como efeito imediato a redução da renda disponível da população que, em outros momentos, tem uma parte alocada para as aplicações nas cadernetas.

Nota-se que a elevação da taxa Selic também provoca redução da competitividade da poupança em relação aos demais ativos financeiros. Além do mais, ao contrário do que ocorreu em 2014, o feriado de Carnaval, em fevereiro, contribuiu para elevar os gastos do poupador tradicional.

No primeiro bimestre, a captação líquida das cadernetas foi negativa em R$ 9,3 bilhões.

Poupança SBPE (Saldo)

Apesar de uma conjuntura econômica desfavorável, com inflação e juros em alta, o volume total de recursos aplicados na caderneta registrou elevação de 9% comparativamente ao saldo de fevereiro do ano passado, encerrando o mês em R$ 518,7 bilhões.

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Fonte: Assessoria de Imprensa Abecip - www.abecip.org.br
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Idosos: Confiram quais os melhores direcionamentos para quem busca vaga de emprego após se aposentar

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Veja dicas sobre qual o melhor viés para se adotar

A aposentadoria muitas vezes é encarada como sinal de sedentarismo, solidão e mau humor. No entanto, muitos idosos estão mudando essa triste realidade. A prova disso é a crescente procura de empregos que se adequem a terceira idade.

O problema é que nem sempre as portas de emprego se abrem ou o trabalho que é oferecido não condiz com a profissionalização do idoso e neste momento, é preciso refletir em qual será o próximo passo.

Para quem tem o objetivo de abrir seu próprio negócio, é importante ressaltar que não basta apenas ter o espírito de bom empreendedor. É necessário estar por dentro do mercado, verificar quais são as documentações concisas, analisar a concorrência, conhecer clientes e fornecedores, sentir o que a localidade realmente precisa naquele momento. O ideal, também, é participar de palestras e cursos.

No entanto, para quem busca uma vaga nas grandes empresas é preciso está antenado com os tipos de perfis exigidos e que se encaixam com a idade do trabalhador.

Conforme o Dr.Willi Fernandes, advogado da APABESP – Associação Paulista dos Beneficiários e Previdência existem algumas especialidades que podem ajudar os idosos na busca pelo emprego. Por exemplo, se o idoso desejar voltar para a empresa em que trabalhou antes de se aposentar, é preciso conversar com o antigo chefe e verificar se existe a possibilidade de voltar a ser funcionário. Caso ele exite, lhe dê a opção de começar como trabalhador temporário ou autônomo.

“Verificar qual o ramo que deseja atuar, também, é uma boa opção para filtrar quais serão as empresas que deverá procurar. Além disso, é importante sempre se mostrar interessado e disposto a aprender. Caso o ambiente seja em sua maioria de pessoas mais novas, não é preciso ter receio, sempre haverá a troca de experiências” disse.

Contudo, não se deve esquecer que já estará na sua condição de aposentado e, a idade não permite se atolar de atividades. É preciso ter em mente que poderá colocar em cheque a liberdade que demorou tantos anos para conquistar. Por isso, de antemão deve ser feito um planejamento para poder dividir o tempo e realizar os sonhos que, muitas vezes, foram adiados ao longo da vida.

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Fonte: IpQuality Comunicação
Imagem: IpQuality Comunicação
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Liderando no futuro

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Mudou tudo. De novo. Começamos comprando aparelhos e apps, e nos juntamos em redes. Agora nos comunicamos com muitos ao mesmo tempo, e quase não usamos mais o telefone. Ficou diferente a forma de nos relacionarmos com as pessoas, com os afazeres do dia a dia e com a gente mesmo.

Nas empresas, sentimos também esta diferença. Nós, gestores, temos agora de fazer uma escolha:

a) Continuar com os princípios tradicionais, que nortearam as empresas até agora, seguindo as teorias de Weber, McGregor, Drucker e Mintzberg

b) Migrar para princípios alternativos, que parecem mais alinhados com as pessoas e suas transformações

c) Eleger e implementar algumas pequenas mudanças, que convivam com os princípios tradicionais – e torcer por um resultado sensacional – mas sabemos que pode gerar uma grande confusão.

Motivação, Inovação, Informação, Liderança. Quatro pontos – de centenas - que merecem nossa reflexão:

Motivação

Como era…
Motivadores extrínsecos: as pessoas corriam atrás de dinheiro, status, carreira, segurança. Um profissional poderia ficar infeliz em uma empresa por 30 anos, se tivesse um alto salário.

Como está…
Os motivadores intrínsecos estão assumindo maior importância: 
- Tenho orgulho do que faço?
- Estou me sentindo bem aqui?
- Tenho explorado meus talentos nesta empresa?
- Compartilhamos os mesmos valores?
- Me sinto querido pelos colegas?
Estas perguntas começam a ser consideradas relevantes.

Inovação

Como era…
Investimentos altos em pesquisa, para lançamento de novos produtos

Como está…
- As organizações já começam a dar importância para plataformas de crowdsourcing, como Innocentive, ou para o conceito de Colaboração para a Inovação.
- Não falamos de Inovação do produto ou serviço apenas, mas principalmente na FORMA como vamos gerir a cadeia de valor, os processos, as pessoas. Estará no jeito que trabalhamos.
- Já foram identificados alguns dos assassinos da inovação: excesso de processos, gente poderosa que não acolhe o novo, expectativas de curto prazo dos acionistas - para mencionar apenas três.

Informação

Como era…
Difícil acesso à informação, big data limitado e desatualizado
Como está…
-Excesso de informação, incapacidade de identificar conteúdo correto e boas fontes
-Paralisia e incompetência para a análise, diante de tanta informação
-Especialistas de um dia – com fácil acesso, todos nos sentimos especialistas, até em doenças raras, só porque lemos qualquer coisa na internet. Não somos.

Liderança

Como era…
- Funcionários acostumados com o microgerenciamento (monitoramento de detalhes)
- Falta de informação
- Pouco feedback e elogio
- Objetivos obscuros (desde que a função fosse clara)

Como está…
Funcionários querendo:
- um trabalho recompensador
- um claro senso de direção
- espaço para fazer as coisas do seu próprio jeito
- suporte quando necessário
- reconhecimento e elogio

Propósito com Lucro começa a ser uma frase mais comum. Não é Lucro com Marketing de Causa. Estou falando de gente que está nas organizações e realmente tem um propósito que vai além do lucro, sem excluí-lo.

Você pode nem ter percebido algumas dessas mudanças. Mas elas estão acontecendo, na cabeça e coração de pessoas. Pessoas que assumirão cargos de liderança. Se você não for um deles, repense sua forma de enxergar o mundo. Ou se aposente rapidinho!

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Autora: Rosangela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, tradutora-intérprete, Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e aluna do Pós-MBA da FIA. Professora de Estratégia, Técnicas de Comunicação e Gestão de Pessoas na Pós Graduação de ADM/ FGV. Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Ela está à disposição para matérias, entrevistas, esclarecimentos de dúvidas ou uma breve conversa.
Fonte: Ecco Press - www.eccopress.com.br
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sexta-feira, 20 de março de 2015

A realidade agora é virtual

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Imagine um gerente de contas de um grande provedor de serviços de Internet. Em mais um dia de trabalho, ele pega o telefone, liga para o CEO de uma promissora startup e após uma produtiva conversa, fica com a tarefa de prover um serviço de acesso internet de alta velocidade.

Depois de algumas idas e vindas com o CEO, ele entende que a empresa necessita mais do que somente a Internet básica para seus 100 funcionários - também precisa de comunicações unificadas, folha de pagamento e gestão de estoques baseada em nuvem, além de streaming de vídeo com qualidade garantida para conferências e treinamentos mais efetivos. O gerente de contas monta então uma proposta e a envia para o CEO. Gostando do que lê, o CEO dá ao gerente de contas o pedido.

"Então, estaremos prontos em cerca de três meses?" pergunta o CEO.

"Não", disse o vendedor, "já está tudo instalado e funcionando!”.

Este, exatamente este, pode ser o futuro do negócio dos provedores de serviço: serviços personalizados programados sob demanda, com apenas alguns cliques de mouse, sem envio de técnicos ou instalações físicas demoradas e custosas.

Por anos, os provedores de serviços veem seu modelo de negócio desafiado ao gastar milhões reforçando sua infraestrutura física de rede para suportar, por exemplo, a crescente demanda por banda de conteúdos over-the-top (OTT) de empresas como Netflix, Facebook e Amazon. Os provedores é que fazem o investimento, mas grande parte da receita vai para as OTT.

Além disso, pode-se dizer que a agilidade na implementação de novos serviços rede não atende a necessidade atual dos negócios. Hoje em dia, é impraticável esperar 60 dias ou mais para executar o piloto de um novo serviço, por exemplo. Com as OTTs batendo a porta das operadoras, algo tem que mudar e a possibilidade de experimentar novos serviços com agilidade pode ajudar os provedores de serviço a mudar esse panorama, melhorando suas receitas.

Entrando na nova era com a virtualização.

A infraestrutura pode ser implantada de forma flexível quando e onde for necessária com flexibilidade para ser escalada, de acordo com as mais variadas demandas. Ao invés de gastar tempo com testes e qualificação de novos equipamentos e com treinamento em várias plataformas e sistemas operacionais, a virtualização permite que os provedores, de forma transparente e acessível, implantem novos serviços capazes de gerar receitas, tais como os de segurança virtual ou serviços gerenciados na nuvem - tudo isso em minutos, não mais em meses.

"Alguns dos maiores desafios enfrentados pelos provedores de serviço de rede atualmente são que, tanto recursos quanto a capacidade de planejamento são estáticos, os intervalos de instalação são de meses contra dias ou horas, e a rede não é suficientemente flexível para implantar novos serviços rapidamente para responder às exigências do mercado em constante mudança”. Este é o comentário de Nav Chander, gerente de pesquisa da IDC, da divisão Mundial de Telecom. "Os provedores de serviços que utilizarem a virtualização para maior escalabilidade, automação e rapidez na oferta de novos serviços terão mais flexibilidade para entrar em novos mercados, aumentar a satisfação do cliente e lucratividade".

Com a virtualização surge a possibilidade de o provedor dimensionar sua rede de forma dinâmica, mais ajustada à demanda e de forma mais rápida. E qual a vantagem disso? A vantagem está na possibilidade de ativar novos serviços de forma rápida e com menores custos iniciais. Abrem-se as portas para experimentar novos serviços e para a inovação, com mais segurança para operar e menos incertezas para investir.

Adicionalmente, as necessidades de conectividade não são iguais para todos os clientes. Desta forma, atividades rotineiras de manutenção ou implementação de serviços para um cliente podem significar tempo de indisponibilidade de rede para todos os clientes que compartilhem o mesmo elemento de rede da operadora. Com roteadores virtuais, já disponíveis no mercado, os prestadores de serviços podem, simplesmente, utilizar instâncias distintas para cada cliente através máquinas virtuais em um servidor x86, permitindo total independência entre eles.

Veja este cenário: um provedor de serviços acaba de ganhar um projeto para fornecer Internet e serviços para uma grande empresa, com cobertura nacional. Sua atual infraestrutura cobre 75% das instalações da corporação, mas ainda há um problema para ser resolvido. No modelo tradicional, seria necessário adquirir um ou mais roteadores além de novas instalações para fornecer os 25% de serviços necessários e considerando ainda um excedente de capacidade para atender prontamente um eventual aumento da demanda desta corporação. No modelo virtual, o provedor pode utilizar um modelo em nuvem, permitindo atender a demanda inicial e ainda endereçar crescimentos futuros de forma ágil. Da mesma forma, caso a demanda não aumente os investimentos em roteadores virtuais ainda podem ser redirecionados facilmente para outros fins, minimizando o impacto da capacidade ociosa em elementos de rede.

Apesar da nova era da virtualização ser cada vez mais uma realidade, os roteadores físicos seguem sendo necessários e igualmente importantes. Cada mercado tem suas peculiaridades e algumas situações exigem roteamento totalmente físico, enquanto outras encontram no modelo virtual a melhor solução. Há ainda a possibilidade de uma solução híbrida em que roteadores físicos e virtuais convivem e operam totalmente integrados utilizando um sistema operacional comum. A partir de agora, os provedores de serviços passam a ter máxima flexibilidade para usar a ferramenta certa para cada projeto.

A virtualização é a chave para elevar os negócios dos provedores de serviço a um novo patamar de excelência, ao permitir responder as demandas de mercado em uma fração dos custos e tempo tradicionais. E, como um bônus, alguns desses equipamentos cabem em um pen drive!

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Autor: Gabriel Taboada é Engenheiro de Sistemas da Juniper Networks Brasil
Sobre a Juniper Networks: Juniper Networks (NYSE: JNPR) oferece inovação em roteamento, switching e segurança. Do núcleo da rede até dispositivos de consumo, a Juniper Networks fornece o software, o silício e os sistemas que transformam a experiência e a economia da rede. Mais informações podem ser encontradas no site da Juniper Networks (www.juniper.net/), ou ao se conecte com a Juniper no Twitter e Facebook.
Fonte: Dot News Comunicação - www.dotnews.com.br
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quinta-feira, 19 de março de 2015

Aspectos Legais da Contratação de Profissionais com Deficiência

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Em razão da lei 8.213 de 24 de julho de 1991, as empresas que contam com mais de 100 empregados devem preencher de dois a cinco por cento de seus postos de trabalho com a contratação de beneficiários reabilitados ou pessoas que tenham alguma espécie de deficiência.

A percentagem de postos de trabalho a serem destinados aos reabilitados ou deficientes depende do número de empregados e obedece a seguinte proporção: (i)entre 100 e 200 empregados, 2% de seu quadro; (ii) entre 201 e 500 empregados, 3% de seu quadro; (iii) entre 501 e 1.000 empregados, 4% de seu quadro e (iv) mais de 1.001 empregados, 5% de seu quadro.

Faz-se necessário, no entanto, saber o que se considera por reabilitado ou deficiente para efeitos da reserva legal de cotas de empregados.

Em nosso sistema jurídico há duas normas internacionais devidamente ratificadas que tratam a respeito desta questão, quais sejam: Convenção 159/83 da Organização Internacional do Trabalho e a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Pessoas Portadoras de Deficiência (Convenção da Guatemala), promulgada pelo Decreto 3.956, de 8 de outubro de 2001.

Ambas normas conceituam deficiência - para fins de proteção legal - como limitação física, mental, sensorial ou múltipla, que incapacite a pessoa para o exercício de atividades normais da vida e que, em razão dessa incapacitação, haja dificuldades de inserção social.

Neste sentido o Decreto 3.298/99, o qual acabou por ser alterado pelo Decreto 5.926/04 em razão de reflexões do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (CONADE).

Assim, sob pena do trabalhador não ser considerado habilitado ao sistema legal de reserva de cotas, a legislação há de ser observada, razão pela qual aqueles que apresentam visão monocular, surdez em um ouvido, deficiência mental leve, ou deficiência física que não implique impossibilidade de execução normal das atividades do corpo, não são consideradas hábeis ao fim de que se trata.

Pessoas reabilitadas, por sua vez, são aquelas que se submeteram a programas oficiais de recuperação da atividade laboral, perdida em decorrência de infortúnio. A que se atestar tal condição por documentos públicos oficiais, expedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou órgãos que exerçam função por ele delegada.

Por conseguinte, considera-se: (i) deficiência toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano; (ii) deficiência permanente aquela que ocorreu ou se estabilizou durante um período de tempo suficiente para não permitir recuperação ou ter probabilidade de que se altere, apesar de novos tratamentos; e (iii) incapacidade a redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social, com necessidade de equipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida.

É preciso, pois, conhecer as cinco espécies de deficiência: (i) física, (ii) auditiva, (iii) visual, (iv) mental e (v) múltipla.

Deficiência física é a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções.

Auditiva é a que advém da perda bilateral, parcial ou total, de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.

A visual se caracteriza pela (i) cegueira, quando a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; (ii) baixa visão, o que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; (iii) casos em que a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60° e (iv) ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.

Por deficiência mental compreende-se o funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos 18 anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: comunicação; cuidado pessoal; habilidades sociais; utilização dos recursos da comunidade; saúde e segurança; habilidades acadêmicas; lazer; e trabalho.

Por fim, múltipla é a associação entre duas ou mais deficiência acima tratadas.

Eis, em suma, o que o emrpesário há de observar, sob pena de responder por multa importa pelo Ministério Público do Trabalho, multa esta que desde 1º de janeiro de 2011 poderá ser imposta à razão de R$1.523,57 a R$152.355,73, dependendo do número de empregados, nas seguintes proporções: (i) empresas com 100 a 200 empregados, multiplicar-se-á o número de trabalhadores portadores de deficiência ou beneficiários reabilitados que deixaram de ser contratados pelo valor mínimo legal, acrescido de zero a 20%; (ii) para empresas com 201 a 500 empregados, multiplicar-se-á o número de trabalhadores portadores de deficiência ou beneficiários reabilitados que deixaram de ser contratados pelo valor mínimo legal, acrescido de 20% a 30%; (iii) para empresas com 501 a 1.000 empregados, multiplicar-se-á o número de trabalhadores portadores de deficiência ou beneficiários reabilitados que deixaram de ser contratados pelo valor mínimo legal, acrescido de 30% a 40%; (iv) para empresas com mais de 1.000 empregados, multiplicar-se-á o número de trabalhadores portadores de deficiência ou beneficiários reabilitados que deixaram de ser contratados pelo valor mínimo legal, acrescido de 40% a 50%, sendo que o valor mínimo legal em refeência é o previsto no artigo 133 da Lei nº 8.213/91 e que o valor resultante da aplicação dos parâmetros previstos neste artigo não poderá ultrapassar o máximo estabelecido no mesmo dispositivo legal.

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Autor: Fernando Borges Vieira é sócio titular da banca Fernando Borges Vieira – Sociedade de Advogados.Fernando Borges é Mestre em Direito pelo Mackenzie, especialista em Direito Processual Civil pela CPPG/FMU, Especialista em Liderança para Advogados pela FGV – GVLaw, membro do Grupo de Pesquisa em Direito do Trabalho da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Professor de Pós-Graduação em Direito Processual Civil e Direito Processual e Material do Trabalho (CPPG/FMU), Professor convidado da Escola Paulista de Direito (EPA – IASP), Owner & Coach - Lawyers Coaching, membro do IASP, AATSP e ABRAT, autor e coautor de obras e artigos jurídicos.
Sobre o escritório Fernando Borges Vieira – Sociedade de Advogados: Especialista na assessoria jurídica preventiva e contenciosa direcionada à defesa dos interesses de pessoas jurídicas nacionais e estrangeiras, o escritório Fernando Borges Vieira – Sociedade de Advogados é reconhecido por sua expertise e excelentes resultados alcançados por meio da gestão estratégica e por sua capacidade de conduzir processos trabalhistas – individuais e coletivos – de forma diferenciada. Presidido pelo advogado Fernando Borges Vieira, o escritório está localizado em São Paulo e sua banca atua em todo território nacional por meio de correspondentes homologados e capacitados.
Fonte: Fonte Comunicação - www.fontecomunicacao.com.br 
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quarta-feira, 18 de março de 2015

Franquias de serviços automotivos: faça essa aposta!

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Receita, número de unidades e faturamento crescem e tornam o setor de franquias uma grande aposta para o futuro - companhias de serviços automotivos sabem disso.

Em 2013, o setor de franquias revelou um faturamento na casa dos R$ 115 bilhões e um crescimento de 11,9% em relação a 2012. Então 2014 já começou com uma boa perspectiva: o faturamento foi de R$ 127 bilhões com crescimento de 7,7% comparado ao ano anterior. O total de unidades franqueadas também subiu. Segundo o levantamento da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o país fechou 2014 com 125.378 operações abertas – 9,6% a mais que em 2013. Número de redes, idem. Aumento de 11,4% de 2012 para 2013 e 8,8% de 2013 para 2014.

Tanto em unidades franqueadas quanto em número de marcas, o frachising brasileiro ocupa posições no topo do ranking do World Franchise Council. Isso significa que investir em franquias, hoje, é um bom negócio e as companhias de serviços automotivos já sacavam isso. Com faturamento médio de R$ 35 mil, a Super Visão – Vistorias Automotivas é um bom exemplo de franquia bem-sucedida no Brasil. Pioneira no ramo, a empresa contabiliza 10 anos de existência, 5 unidades próprias e 112 franqueadas. O público-alvo são concessionárias, lojas de seminovos e particulares, o lucro líquido gira em torno de 15% a 35% do total e o prazo médio para o retorno do investimento inicial de R$ 75 mil está entre 18 e 24 meses.

“Além dos números em si, que revelam nossos rendimentos, nós temos também um serviço que agrega valor: o laudo para a transferência de veículo, feito somente por empresas credenciadas no Denatran (ECV). Como temos o objetivo de atender a todos os municípios do Brasil, fornecemos todo o suporte e acompanhamento com documentos próprios para o credenciamento das unidades. Estamos sempre abertos a novas parcerias”, completa Iran, responsável pelo departamento administrativo da Super Visão - Vistoria Automotivas.

A pergunta que não cala é: por que apesar da atual conjuntura econômica, investir em franquias ainda pode ser promissor? Segundo a ABF, o franchising também sofre as oscilações do mercado, mas está mais preparado para enfrentá-las - por isso cresce acima da economia nacional. Para este ano, as previsões também são positivas: a ABF estima um crescimento entre 7,5% e 9% no faturamento e até 10% no número de marcas e novas unidades. 2015 promete!


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Fonte: MKT Comunicação - www.mktcomunicacao.com.br
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6 dicas para ser notado no Instagram

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Conquistar seguidores relevantes de maneira orgânica no Instagram é mais fácil do que no Facebook, por diversas características inerentes à rede de fotos que tornam algumas práticas mais efetivas e simples de ser realizadas. Entenda algumas estratégias:

1) Tenha um nome que diga algo para seu público. O nome do seu perfil no Instagram deve atrair seu público, pois é ele que as pessoas irão ver na lista de comentários ou entre os que curtiram determinada foto.

2) Esteja onde seu público está. Encontre os perfis que se assemelham ao seu – pelo menos no público alvo – para que você encontre seguidores relevantes. Curta e comente nas fotos que as pessoas que você quer atrair irão ver. Mas atenção: não seja oportunista. Faça comentários pertinentes e verdadeiros: nada de ficar falando “bom dia”, “boa noite” e “bacana” em todas as fotos. Mesmo porque o público está observando isso também.

3) Tenha uma descrição clara, objetiva e atraente. Ao olhar seu nome interessante em uma curtida ou comentário, o usuário irá para seu perfil. A sua descrição diz quem você é de maneira que o seu público-alvo terá vontade de seguir? Assunto do blog (Ex.: Dicas sobre maternidade por uma mãe de três), tipo de produtos e local de uma loja física (Ex.: Moda fitness. Curitiba - PR), estilo de fotos de alguém que é (ou quer ser) referência em determinado segmento (Joana Silva. Moda e estilo para adolescentes), enfim, as possibilidades são inúmeras. Sem uma descrição adequada, o perfil até pode conseguir seguidores, mas que não são necessariamente o público de interesse.

4) Esteja preparado para receber seu público. Comece a aparecer na rede quando seu perfil já tiver uma quantidade mínima de fotos para que, quando o seguidor em potencial entrar em sua página, além de ler sua descrição, veja o estilo de imagens que ele vai encontrar. Isso é uma forma de atrair público realmente relevante para sua página.

5) Apresente-se sem ser invasivo. Seguir para ser seguido é estratégia de adolescente para ter um milhão de amigos ao estilo Roberto Carlos. Quem quer ser levado a sério no Instagram segue quem realmente lhe interessa, mesmo que isso resulte em alguns “Deixar de seguir”. Então, se você observa alguém que é um seguidor em potencial para seu perfil, entre na página da pessoa, encontre uma foto com que sua marca se identifica e curta. Se faça presente na vida do usuário para que ele entre no seu perfil (com nome atraente), leia a sua descrição (clara e objetiva), veja as fotos que já foram postadas e escolha te seguir ou não com base no que já conheceu. A pessoa que faz este caminho e, só então, passa a acompanhar o perfil é um seguidor que vale a pena manter e que não abandonará você tão cedo.

6) Faça postagens inteligentes. Não fuja do assunto ao qual seu perfil se propõe, pois é isso que seu público está buscando. Procure compreender o horário de maior alcance de suas postagens (o que pode ser feito com aplicativos, mas também com a prática), não sobrecarregue seu público com textos longos e lembre que o Instagram é uma rede de imagens, por isso aposte em fotos bonitas e ilustrações bem feitas. Não esqueça de usar as hashtags (sem exagero) que remetam à postagem, mas também ao assunto de seu perfil e interesse de seu público.

E lembre-se de que nas redes sociais – seja qual canal for – a regra é: conteúdo relevante. Ofereça mais do que propaganda aos seus seguidores, dê informações, experiências, diversão, algo que mereça dividir a tela com fotos de amigos, parentes e bichinhos de estimação.

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Autora: Melina Pockrandt é jornalista e criadora do blog www.maternidadesimples.com.br e do perfil @maternidadesimples, no Instagram.
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