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Comunicação eficiente em inglês pode não ser suficiente


Em cargos de liderança, o domínio do inglês precisa ser aprofundado. Só conseguir se comunicar pode não ser o bastante. Quando a língua estrangeira passa a ser ferramenta fundamental para o desempenho de suas funções, é necessário se buscar cursos mais direcionados ou customizados.

O inglês é a língua internacional dos negócios há vários anos. Isso acontece para facilitar a comunicação e o desempenho entre áreas e operações espalhadas pelo mundo. Há, pelo menos, 03 grandes razões para as empresas usarem o inglês como língua oficial:

1) Pressão competitiva: para comprar e vender, é necessário comunicar-se com clientes, fornecedores e outros parceiros. A língua não pode ser um impeditivo para o crescimento, uma vez que empresas realizam negócios além das fronteiras.

2) Globalização de atividades e recursos: as equipes multiculturais são uma realidade! Nos dias de hoje, é inaceitável que a comunicação seja um entrave.

3) Interação em fusões e aquisições: estratégias muito adotadas há alguns anos, já são desafiadoras para empresas que falam a mesma língua, imagine para empresas de línguas diferentes.

Sendo assim, quanto mais alto for um cargo profissional, maior terá de ser o domínio do inglês. Dados de pesquisa divulgada pela Catho revelam: 42% dos presidentes de empresas são fluentes em inglês. Entre os diretores, essa margem cai para 33%. Entre os gerentes 27,5% e somente 11,8% de supervisores possuem fluência nesse idioma.

Mas como verificar seu nível linguístico?

É necessário fazer uma avaliação completa de proficiência (avaliação oral e escrita) para verificar quais são as limitações linguísticas, os vícios de linguagem, enfim, os pontos a melhorar no idioma. A partir daí, o profissional deve estabelecer uma meta de acordo com seus objetivos, prazo para melhorar, orçamento e ver sua disponibilidade de agenda. Será preciso elaborar um plano de ação totalmente focado nas necessidades desse profissional, contemplando o conteúdo relevante para o cargo que ele ocupa e para seus desafios corporativos.

Segundo Lígia Crispino, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, "Quando o aluno consegue, ainda que com erros de gramática e um pouco de sotaque, passar a sua mensagem e entender as pessoas que têm o inglês como língua materna, a sua comunicação é considerada eficiente. No entanto, para atividades mais elaboradas, tais como: fazer contatos estratégicos com clientes estrangeiros, realizar negociações, fazer apresentações em inglês para pessoas chave ou grandes públicos, inclusive no exterior, tudo em nome da empresa, é preciso aprimorar muito mais a sua comunicação no idioma".

A Companhia de Idiomas possui uma plataforma para aferição de nível linguístico, disponível em seu site (www.companhiadeidiomas.com.br). Ela ajuda empresas e profissionais a terem uma visão completa sobre o domínio do idioma. Para este tipo de avaliação, alguns aspectos devem ser levados em conta:

PASSADO
História
PRESENTE
Levantamento
FUTURO
Potencial
Cursos realizados no Brasil
Agenda/ prontidão para o aprendizado
Disciplina, comprometimento e curiosidade
Cursos no exterior
Dificuldades em relação ao uso do idioma
Estratégias de aprendizado e recursos a serem utilizados
Viagens ao exterior a trabalho
Habilidades a serem desenvolvidas
Indicadores / Medição de resultados / Feedback
Uso profissional
Avaliação para definição de nível atual
Nível meta
 
A própria Companhia de Idiomas já teve demandas bem específicas solicitadas por profissionais. "Já tivemos um aluno, supervisor financeiro de uma empresa alemã. Ele teve de fazer um treinamento para usar o sistema que está em fase de implantação aqui no Brasil. Como ele não tinha muito conhecimento do inglês e pouco tempo até a viagem, preparamos um programa de quase 02 meses, composto de aulas individuais em formato intensivo, total de 4 horas e meia por semana, utilizando material com foco em negócios e uma imersão semanal de 5 horas, com material sobre a cidade onde ele ficaria hospedado, sobre o sistema operacional e situações de viagem".

Os cursos customizados são indicados para vários casos, entre eles para profissionais que fazem negócios com outros países; que vão fazer um treinamento na matriz e voltam para replicar o conteúdo aprendido na filial brasileira; para expatriados, ou seja, profissionais que vão se mudar para outro país trabalhar na matriz ou outra filial da empresa.

Sobre a Companhia de Idiomas

Fundada em 1991, pelas sócias Lígia Velozo Crispino e Rosangela de Fátima Souza, a Companhia de Idiomas atua em duas áreas de negócios: cursos in-company e à distância, via Skype; e consultoria. Oferece soluções personalizadas para empresas e profissionais com necessidades específicas de aprendizagem em sete idiomas: inglês, francês, alemão, espanhol, mandarim, russo e português. A empresa presta ainda assessoria a expatriados e cursos de imersão.

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Fonte: EccoPress - www.eccopress.com.br
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