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Home Office: quando a cidade para, mas você continua trabalhando

* Por Paulo David

Em tempos de manifestações, protestos e greves nas principais cidades do país, sem falar no já arraigado trânsito caótico das metrópoles, um fato é evidente e comum a todos: tudo isto tem mudado a rotina de qualquer cidadão.

O noticiário do dia seguinte nos chama a atenção para as declarações de trabalhadores preocupados com possíveis descontos nos respectivos salários por conta de eventuais atrasos ou até mesmo por faltarem ao trabalho. Em meio a essas preocupações, deparamos com um funcionário que comenta sobre o fato de a empresa em que trabalha não estar preparada para o futuro. Mas sobre qual futuro esse profissional está se referindo? Às diversas formas de se permitir que as pessoas exerçam suas funções – ou pelo menos parte delas – via trabalho remoto.

Convenhamos que o problema da mobilidade urbana não está restrito aos dias atípicos. Grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, são cenários de caos em grande parte dos dias no que se refere à locomoção de pessoas até seus locais de trabalho.

Por essas e outras razões, as pessoas da ‘Geração Y’, também conhecida como “Millennials” (nascidos após 1980 até meados da década de 90) dão mais valor a oportunidades de empregos que permitem Home Office, por priorizar o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. A qualidade de vida está presente entre os fatores que essa geração analisa antes de optar por um emprego, ou mesmo por uma carreira. Recentemente a Polycom fez uma pesquisa* sobre a adoção do Home Office no Mundo, e os números referentes ao Brasil foram surpreendentes: 80% dos brasileiros têm a oportunidade de trabalhar de qualquer lugar. Além disso, 85% dos entrevistados garantiram que suas equipes são produtivas, mesmo trabalhando remotamente.

Empreendedores e empresas têm buscado por tecnologias que viabilizem maior produtividade e possibilidade de contato a qualquer momento, a partir de qualquer lugar. Hoje em dia existem diversos tipos de trabalho que podem ser feitos de casa, de um escritório compartilhado, ou até mesmo de um café.

O trabalho remoto no Brasil é cada vez mais bem-vindo, principalmente por conta dos problemas de infraestrutura urbana. Os brasileiros, em especial, gostam do trabalho flexível, conforme constatado na pesquisa da Polycom onde 36% dos entrevistados afirmam ser favoráveis ao modelo por aumentar seu bem estar, enquanto outros 34% aprovam em razão de poder cuidar de seus filhos. Por isso, a adoção do Home Office é benéfica a todos: empresa, empregador, empregado e, por que não, à cidade.

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Autor: Paulo David é diretor regional da Polycom no Brasil
Sobre a Polycom: A Polycom auxilia as empresas a desenvolver o poder da colaboração humana. Mais de 400 mil empresas e instituições ao redor do mundo superam a distância com as soluções seguras de voz, vídeo e conteúdo da Polycom, para aumentar a produtividade, acelerar o tempo de lançamento no mercado, proporcionar um melhor atendimento ao cliente, expandir a educação e salvar vidas. A Polycom e seu ecossistema global de parceiros fornecem soluções de colaboração flexíveis para qualquer ambiente, oferecendo a melhor experiência de usuário, a mais ampla interoperabilidade multifornecedores e uma inigualável proteção ao investimento. Visite www.polycom.com.br ou conecte-se a nós através do Twitter, Facebook, e LinkedIn.
Fonte: Market21 Relações Públicas, Comunicação & Marketing - www.market21.com.br
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